Católico e Maçom?
Hoje a Maçonaria atrai muitos católicos, infelizmente, embora a Igreja proiba que nos tornemos maçons.
Com todo o respeito que devemos a cada pessoa, em face à sua opção, devemos contudo, lembrar aos que querem ser autenticamente católicos, que a filiação à Maçonaria é considerada pela Igreja Católica ´´pecado grave´´, já que as concepções de Deus e religião, assim como o processo de iniciação secreta imposto aos novos membros, não se coadunam com as noções do Cristianismo relativos a Deus e aos sacramentos, principalmente.
A Igreja tem uma posição oficial sobre o assunto, que foi feita pelo pronunciamento da Santa Sé em 26/11/1983, por ocasião da promulgação do atual Código de Direito Canônico pelo Papa João Paulo II.
Esta é a Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé, que vem assinada pelo seu Prefeito, Cardeal Joseph Ratzinger e pelo Fr. Jérome Hamer, Secretário:
´´Tem se perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico, ela não vem expressamente mencionada como no código anterior.
Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional, seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.
Permanece, portanto, imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e, por isto, permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas, estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar´se da Sagrada Comunhão.
Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciar´se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação de 17 de fevereiro de 1981 (cf. AAS 73, 1981, pp. 240s).O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, definida em reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação´´.
Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de novembro de 1983.
É importante notar que a Declaração da Santa Sé afirma que ´´estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar´se da Sagrada Comunhão´´. Isto é muito sério para os católicos. E é a palavra oficial da Igreja sobre a questão!
O número 386 da Revista ´´Pergunte e Responderemos´´, de autoria de D. Estevão Bittencourt, nas páginas 323 a 327, traz um elucidativo artigo sobre o assunto.
Neste artigo D. Estevão, de reconhecida seriedade e competência, teólogo renomado; afirma:
´´A Maçonaria professa a concepção de Deus dita ´´deista´´, ou seja, a que a razão natural pode atingir; ´ admite ´´a religião na qual todos os homens estão de acordo, deixando a cada qual as suas opiniões particulares´´. Esta noção de Deus e de Religião é vaga e não condiz com o pensamente cristão, que reconhece Jesus Cristo e as grandes verdades por Ele reveladas´´.
´´Além disto, tanto a Maçonaria Regular como a Irregular têm seu processo de iniciação secreta. Propõem o aperfeiçoamento ético do homem através da revelação de doutrinas reservadas a poucos e recebidas dos ´´grandes iniciados´´ do passado ´ entre os quais alguns maçons colocam o próprio Jesus Cristo. Celebram também ritos de índole ´´secreta ou esotérica´´, que vão sendo manifestados e aplicados aos membros novatos à medida que progridem nos graus de iniciação. ´ Ora um tal processo de formação contrasta com o que o Cristianismo professa: este não conhece verdades nem ritos reservados a poucos; nada tem de oculto ou esotérico´´.
Outra razão muito séria que D. Estevão levanta, para mostrar ao católico que não se faça maçom, é esta:
´´Ademais, quem se filia a uma sociedade secreta, não pode prever o que lhe acontecerá, o que se lhe pedirá ou imporá; não sabe se lhe será fácil guardar sua liberdade de opções pessoais. Embora tencione manter fidelidade a seus princípios íntimos, pode´se ver em encruzilhadas constrangedoras´´.
Por outro lado, é preciso lembrar aos católicos que a fé e a doutrina da Igreja é insuperável e completa: herdada dos profetas e dos Apóstolos; revelada por Deus; confirmada pela Tradição dos Santos Padres, Doutores e Santos; confessada pelo sangue dos mártires e guardada pelo Sagrado Magistério. Não é preciso buscar ´´coisas novas´´ para alimentar o espírito, uma vez que o próprio Senhor nos oferece a sua Palavra e o seu próprio Corpo na Eucaristia.
O Santo Padre nos outorgou o Catecismo da Igreja Católica, de riqueza inefável, capaz de nos preparar para cumprir aquilo que São Pedro nos pede:
´´Estai sempre prontos a responder para a vossa defesa a todo aquele que vos perguntar a razão da vossa esperança´´ (1Pe 3,15).
Antes de buscarmos ´´coisas novas´´, e perigosas para a nossa vida espiritual, ou que põem em risco a nossa própria salvação eterna, vamos antes aprender o que devemos, no seio sagrado e puro da nossa Santa Mãe Igreja.
Além do mais é preciso lembrar que a principal virtude do católico é a obediência à Santa Igreja, chamada pelo Papa João XXIII, de Mater et Magistra (Mãe e Mestra).
Quem desejar compreender melhor as razões pelas quais a Igreja, como Mãe cautelosa, proibe os seus filhos de se associarem às lojas maçonicas, poderá ler o livro do Bispo de Novo Hamburgo, D. Boaventura kloppenburg, Igreja Maçonaria, Ed. Vozes, 2a. Edição, 1995, ou ainda o livro do Bispo Auxiliar de Brasília, D.João Evangelista Martins Terra, sobre o mesmo assunto.
Infelizmente, em desobediência à Igreja, alguns no passado, até mesmo do clero, se associaram à Maçonaria, no intuito, às vezes, de serem úteis à sociedade, mas isto nunca foi permitido pela Igreja.
Do livro ´´Entrai pela porta Estreita´´ do Prof. Felipe Aquino
Fazer o que Deus quer e querer o que Deus faz = Felicidade eterna O grande segredo da vida é saber administrar as perdas (Pe Léo) "O homem deve ler a bíblia para ser sábio; crer na bíblia para ser salvo e praticar a bíblia para ser santo."
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Onde está escrito na bíblia que ''adorar'' imagem é pecado?
Para tirar essas dúvidas sugiro a leitura do nosso livro "Intercessão dos Santos - imagens e relíquias"
No livro do Êxodo 20,4-5 Deus parece proibir o uso de imagens. Mas porquê essa proibição? Porque podiam ser ocasião a que o povo de Israel as adorassem, como faziam os povos vizinhos dados à idolatria. Os israelitas tendiam a imitar gestos religiosos pagãos e, por isso, muitas vezes caíram na idolatria. Deus queria incutir o conceito de Javé, mostrando que o Senhor era diferente dos deuses dos outros povos.
Tomadas as cautelas contra o perigo da idolatria, Deus não somente permitiu, mas até mandou que se fizessem imagens sagradas. Veja:
* Ex 25,17-22 - Deus manda Moisés colocar 2 querubins de ouro na Arca da Aiança, onde Javé falava com seu povo.
* 1Rs 6,23-28 - No Templo construído por Salomão foram colocados querubins de madeira junto à Arca da Aliança. E as paredes do templo tinha imagens de querubins. Tudo feito com ordem de Deus, conforme vemos em 1Cr 22,6-13, e em Ex 31,1-11.
* 1Rs 7,25.29 - No Templo de Salomão havia também bois de metal, leões, touros e querubins.
* Nm 21,8-9 - Deus ordenou a Moisés que fizesse uma serpente de bronze, e quem olhasse para ela seria salvo.
No século III, encontramos sinagogas da Palestina com pinturas e figuras humanas. A sinagoga de Dura-Europos, na Babilônia, tinha a representação de Moisés, Abraão e outros.
As antigas catacumbas cristãs apresentavam imagens bíblicas. Noé salvo do dilúvio, Daniel na cova dos leões, o Peixe que simbolizava o Cristo e muitas outras.
A veneração que a Igreja presta às imagens, só é válida na medida em que é oferecida indiretamente àqueles que as imagens representam.
Veja alguns depoimentos sobre o uso das imagens:
- "Uma coisa é adorar uma imagem, outra coisa é aprender, por essa imagem, a quem se dirige as tuas preces. O que a Escritura é para aqueles que sabem ler, a imagem o é para os iletrados. Por essas imagens, aprendem o caminho a seguir. A imagem é o livro daqueles que não sabem ler" (Papa São Gregório Magno).
- "Quanto mais os fiéis contemplarem essas representações, mais serão levados a recordar-se dos modelos originais. Uma veneração respeitosa sem que isto seja adoração, pois esta só convém, segundo a nossa fé, a Deus." (Concílio de Nicéia II).
- "Ninguém há tão simples e iletrado que possa desculpar-se de não saber como viver retamente, quando tem diante de si na imagem do Crucificado, um livro ilustrado, escrito, de forma clara e legível, em que todas as virtudes são aprovadas e todos os vícios reprovados." (Jean Gerson).
- "Outrora Deus invisível, nunca era representado. Mas agora que Deus se manifestou na carne e habitou entre os homens, eu represento o "visível" de Deus. Não adoro a matéria, mas o Criador da matéria." (ib I.16).
No livro do Êxodo 20,4-5 Deus parece proibir o uso de imagens. Mas porquê essa proibição? Porque podiam ser ocasião a que o povo de Israel as adorassem, como faziam os povos vizinhos dados à idolatria. Os israelitas tendiam a imitar gestos religiosos pagãos e, por isso, muitas vezes caíram na idolatria. Deus queria incutir o conceito de Javé, mostrando que o Senhor era diferente dos deuses dos outros povos.
Tomadas as cautelas contra o perigo da idolatria, Deus não somente permitiu, mas até mandou que se fizessem imagens sagradas. Veja:
* Ex 25,17-22 - Deus manda Moisés colocar 2 querubins de ouro na Arca da Aiança, onde Javé falava com seu povo.
* 1Rs 6,23-28 - No Templo construído por Salomão foram colocados querubins de madeira junto à Arca da Aliança. E as paredes do templo tinha imagens de querubins. Tudo feito com ordem de Deus, conforme vemos em 1Cr 22,6-13, e em Ex 31,1-11.
* 1Rs 7,25.29 - No Templo de Salomão havia também bois de metal, leões, touros e querubins.
* Nm 21,8-9 - Deus ordenou a Moisés que fizesse uma serpente de bronze, e quem olhasse para ela seria salvo.
No século III, encontramos sinagogas da Palestina com pinturas e figuras humanas. A sinagoga de Dura-Europos, na Babilônia, tinha a representação de Moisés, Abraão e outros.
As antigas catacumbas cristãs apresentavam imagens bíblicas. Noé salvo do dilúvio, Daniel na cova dos leões, o Peixe que simbolizava o Cristo e muitas outras.
A veneração que a Igreja presta às imagens, só é válida na medida em que é oferecida indiretamente àqueles que as imagens representam.
Veja alguns depoimentos sobre o uso das imagens:
- "Uma coisa é adorar uma imagem, outra coisa é aprender, por essa imagem, a quem se dirige as tuas preces. O que a Escritura é para aqueles que sabem ler, a imagem o é para os iletrados. Por essas imagens, aprendem o caminho a seguir. A imagem é o livro daqueles que não sabem ler" (Papa São Gregório Magno).
- "Quanto mais os fiéis contemplarem essas representações, mais serão levados a recordar-se dos modelos originais. Uma veneração respeitosa sem que isto seja adoração, pois esta só convém, segundo a nossa fé, a Deus." (Concílio de Nicéia II).
- "Ninguém há tão simples e iletrado que possa desculpar-se de não saber como viver retamente, quando tem diante de si na imagem do Crucificado, um livro ilustrado, escrito, de forma clara e legível, em que todas as virtudes são aprovadas e todos os vícios reprovados." (Jean Gerson).
- "Outrora Deus invisível, nunca era representado. Mas agora que Deus se manifestou na carne e habitou entre os homens, eu represento o "visível" de Deus. Não adoro a matéria, mas o Criador da matéria." (ib I.16).
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
João Paulo II mostrou como viver as doenças santamente
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) - "Uma das principais razões pelas quais estamos convencidos da santidade de João Paulo II" é "a forma como ele viveu a sua longa doença".
Isso foi afirmado ontem pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, no último editorial de Octava Dies, informativo semanal do Centro Televisivo Vaticano.
O porta-voz vaticano lembrou que "foi João Paulo II quem quis que a Igreja comemorasse anualmente um Dia Mundial do Doente, em fevereiro, no dia dedicado a Nossa Senhora de Lourdes", referindo-se às celebrações do último dia 11 em todo o mundo católico.
A doença, segundo ele, "é parte essencial da experiência humana; e também está, necessariamente, no coração de toda experiência da fé".
"Ela afeta toda pessoa, quer diretamente, no seu corpo e mente, quer em pessoas próximas e queridas, ou no ambiente circundante, e envolve as profundezas da alma, desafiando amor, a esperança, a própria fé."
Por isso, acrescentou, "Jesus Cristo, com a sua atenção aos que sofriam, com a sua Paixão e Morte, é a palavra de consolo mais confiável para os doentes, e assim deve tentar ser toda a Igreja, num espírito de solidariedade e de amor em cada dimensão da comunidade humana".
A este respeito, e diante da próxima beatificação de João Paulo II, o Pe. Lombardi se referiu a ele como a uma "grande testemunha da doença vivida na fé".
"A maneira como ele a viveu - para si e para nós - é uma das principais razões pelas quais estamos convencidos de sua santidade - sublinhou. Como Jesus, que carrega a cruz, ele também é um grande amigo e defensor de todos os doentes."
Mas a tarefa dos cristãos não está só no "conforto", e sim também no "compromisso", acrescentou.
Citando palavras da encíclica Spe Salvi, do Papa Bento XVI, Lombardi lembrou que "a grandeza da humanidade determina-se essencialmente na relação com o sofrimento e com quem sofre", pois "uma sociedade que não consegue aceitar os que sofrem e não é capaz de contribuir, mediante a compaixão, para fazer com que o sofrimento seja compartilhado e assumido, mesmo interiormente, é uma sociedade cruel e desumana".
"O sofrimento é um convite e pode gerar amor. Muito amor. Sem ele, não conheceríamos as profundezas do amor. Peçamos a graça de entendê-lo e vivê-lo para crescer em humanidade", concluiu.
Comentário do Pe. Lombardi em "Octava Dies"
Isso foi afirmado ontem pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, no último editorial de Octava Dies, informativo semanal do Centro Televisivo Vaticano.
O porta-voz vaticano lembrou que "foi João Paulo II quem quis que a Igreja comemorasse anualmente um Dia Mundial do Doente, em fevereiro, no dia dedicado a Nossa Senhora de Lourdes", referindo-se às celebrações do último dia 11 em todo o mundo católico.
A doença, segundo ele, "é parte essencial da experiência humana; e também está, necessariamente, no coração de toda experiência da fé".
"Ela afeta toda pessoa, quer diretamente, no seu corpo e mente, quer em pessoas próximas e queridas, ou no ambiente circundante, e envolve as profundezas da alma, desafiando amor, a esperança, a própria fé."
Por isso, acrescentou, "Jesus Cristo, com a sua atenção aos que sofriam, com a sua Paixão e Morte, é a palavra de consolo mais confiável para os doentes, e assim deve tentar ser toda a Igreja, num espírito de solidariedade e de amor em cada dimensão da comunidade humana".
A este respeito, e diante da próxima beatificação de João Paulo II, o Pe. Lombardi se referiu a ele como a uma "grande testemunha da doença vivida na fé".
"A maneira como ele a viveu - para si e para nós - é uma das principais razões pelas quais estamos convencidos de sua santidade - sublinhou. Como Jesus, que carrega a cruz, ele também é um grande amigo e defensor de todos os doentes."
Mas a tarefa dos cristãos não está só no "conforto", e sim também no "compromisso", acrescentou.
Citando palavras da encíclica Spe Salvi, do Papa Bento XVI, Lombardi lembrou que "a grandeza da humanidade determina-se essencialmente na relação com o sofrimento e com quem sofre", pois "uma sociedade que não consegue aceitar os que sofrem e não é capaz de contribuir, mediante a compaixão, para fazer com que o sofrimento seja compartilhado e assumido, mesmo interiormente, é uma sociedade cruel e desumana".
"O sofrimento é um convite e pode gerar amor. Muito amor. Sem ele, não conheceríamos as profundezas do amor. Peçamos a graça de entendê-lo e vivê-lo para crescer em humanidade", concluiu.
Comentário do Pe. Lombardi em "Octava Dies"
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
O QUE É A CASTIDADE?
O sexo tem um sentido muito profundo; é o instrumento da expressão do amor conjugal e da procriação. Toda vez que o sexo é usado antes ou fora do casamento, de qualquer forma que seja, peca-se contra a castidade.
A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual (Cf. Gl 5,22-23). O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo. (Cat. §2345)
“E todo aquele que nele tem esta esperança, se torna puro como ele é puro.” (1Jo 3,3) A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade do homem em seu ser corporal…
Para se viver uma vida casta é necessário uma aprendizagem do domínio de si; ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.
Santo Agostinho disse que: “A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.” (Confissões, 10,29,40).
Para se viver segundo a castidade é preciso resistir às tentações através dos meios que a Igreja nos ensina: fugir das tentações, obedecer os mandamentos, viver uma vida sacramental, especialmente freqüentando sempre a Confissão e a Comunhão, e viver uma vida de oração. Muito nos ajuda nisto a reza do santo Rosário de Nossa Senhora e a devoção e auxílio dos santos. (cf. Cat. §2340)
Santo Agostinho disse que: “A castidade nos recompõe, reconduzindo-nos a esta unidade que tínhamos perdido quando nos dispersamos na multiplicidade.” (Confissões, 10,29,40) A virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que faz depender da razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana. (cf. Cat. §2341). O homem que vive entregue às paixões da carne, na verdade vive de “cabeça para baixo”; sua escala de valores é invertida; torna-se fraco. Não é mais um homem; mas um caricatura de homem.
Infelizmente a sociedade hoje ensina os jovens a darem vazão e satisfação a todos os baixos instintos; essa “educação” é uma forma de animalizar o ser humano, pois coloca os seus instintos acima de sua razão e de sua espiritualidade.
O domínio de si mesmo é fundamental para a pessoa ser capaz de doar-se aos outros. A castidade torna aquele que a pratica apto para amar o próximo e ser uma testemunha do amor de Deus. Quem não luta para ter o domínio de si mesmo é um egoísta; não é capaz de amar. Por isso, a castidade é escola de caridade. A Igreja ensina que: “Todo batizado é chamado à castidade. O cristão “se vestiu de Cristo” (Cf. Gl 3,27), modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade” ( Cat. §2348).
Santo. Ambrósio ensinava que: “As pessoas casadas são convidadas a viver a castidade conjugal; os outros praticam a castidade na continência; isto significa viver a vida sexual apenas com o seu cônjuge. Existem três formas da virtude da castidade: a primeira, dos esposos; a segunda, da viuvez; a terceira, da virgindade. Nós não louvamos uma delas excluindo as outras. Nisso a disciplina da Igreja é rica (Vid. 23)”. ( Cat. §2349)
Também os noivos são chamados a viver em castidade. A vida sexual só deve ser vivida após o casamento, pois só então o casal se pertence mutuamente, e para sempre, com um compromisso de vida assumido um com o outro para sempre.
“Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade”. ( Cat. §2350)
Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br
A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual (Cf. Gl 5,22-23). O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo. (Cat. §2345)
“E todo aquele que nele tem esta esperança, se torna puro como ele é puro.” (1Jo 3,3) A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade do homem em seu ser corporal…
Para se viver uma vida casta é necessário uma aprendizagem do domínio de si; ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.
Santo Agostinho disse que: “A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.” (Confissões, 10,29,40).
Para se viver segundo a castidade é preciso resistir às tentações através dos meios que a Igreja nos ensina: fugir das tentações, obedecer os mandamentos, viver uma vida sacramental, especialmente freqüentando sempre a Confissão e a Comunhão, e viver uma vida de oração. Muito nos ajuda nisto a reza do santo Rosário de Nossa Senhora e a devoção e auxílio dos santos. (cf. Cat. §2340)
Santo Agostinho disse que: “A castidade nos recompõe, reconduzindo-nos a esta unidade que tínhamos perdido quando nos dispersamos na multiplicidade.” (Confissões, 10,29,40) A virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que faz depender da razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana. (cf. Cat. §2341). O homem que vive entregue às paixões da carne, na verdade vive de “cabeça para baixo”; sua escala de valores é invertida; torna-se fraco. Não é mais um homem; mas um caricatura de homem.
Infelizmente a sociedade hoje ensina os jovens a darem vazão e satisfação a todos os baixos instintos; essa “educação” é uma forma de animalizar o ser humano, pois coloca os seus instintos acima de sua razão e de sua espiritualidade.
O domínio de si mesmo é fundamental para a pessoa ser capaz de doar-se aos outros. A castidade torna aquele que a pratica apto para amar o próximo e ser uma testemunha do amor de Deus. Quem não luta para ter o domínio de si mesmo é um egoísta; não é capaz de amar. Por isso, a castidade é escola de caridade. A Igreja ensina que: “Todo batizado é chamado à castidade. O cristão “se vestiu de Cristo” (Cf. Gl 3,27), modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade” ( Cat. §2348).
Santo. Ambrósio ensinava que: “As pessoas casadas são convidadas a viver a castidade conjugal; os outros praticam a castidade na continência; isto significa viver a vida sexual apenas com o seu cônjuge. Existem três formas da virtude da castidade: a primeira, dos esposos; a segunda, da viuvez; a terceira, da virgindade. Nós não louvamos uma delas excluindo as outras. Nisso a disciplina da Igreja é rica (Vid. 23)”. ( Cat. §2349)
Também os noivos são chamados a viver em castidade. A vida sexual só deve ser vivida após o casamento, pois só então o casal se pertence mutuamente, e para sempre, com um compromisso de vida assumido um com o outro para sempre.
“Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade”. ( Cat. §2350)
Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br
sábado, 12 de fevereiro de 2011
PAPAI meu anjo querido
Quando eu nasci você estava lá esperando por mim.
Quando abri meus olhos pela primeira vez você estava lá sorrindo para mim.
Em meu primeiro aniversário você estava lá, festejando comigo.
Nos momentos mais dificeis você sempre estava lá, me dando seu apoio.
Eu sempre soube que você estaria do meu lado.
Rimos juntos, Choramos juntos,Festejamos juntos.
Você sempre nos ensinou tudo.
Você nos ensinou a sermos fortes e justos.
A sermos integros e solidários.
A sermos honestos e sensíveis.
A termos garra.
VOCÊ só não me ensinou a viver a vida sem VOCÊ.
Estou morrendo de saudades...
Quando abri meus olhos pela primeira vez você estava lá sorrindo para mim.
Em meu primeiro aniversário você estava lá, festejando comigo.
Nos momentos mais dificeis você sempre estava lá, me dando seu apoio.
Eu sempre soube que você estaria do meu lado.
Rimos juntos, Choramos juntos,Festejamos juntos.
Você sempre nos ensinou tudo.
Você nos ensinou a sermos fortes e justos.
A sermos integros e solidários.
A sermos honestos e sensíveis.
A termos garra.
VOCÊ só não me ensinou a viver a vida sem VOCÊ.
Estou morrendo de saudades...
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
João Paulo II: Diocese de Roma lança site pela sua beatificação
04:33 pm | ROMA, 2011-02-10 (ACI/EWTN Noticias) .- A Diocese de Roma (Itália) lançou um novo site Web dedicado ao Papa João Paulo II por sua próxima beatificação a ser presidida pelo Papa Bento XVI no dia 1º de maio na Cidade Eterna.
O site www.Karol-Wojtyla.org foi publicado em sete idiomas e oferece notícias e informação sobre o Papa polonês e sua causa de canonização.
Também mostra as imagens tomadas por uma câmara Web instalada na tumba do Pontífice na Basílica de São Pedro, assim como uma oração que pede a intercessão de João Paulo II em 31 idiomas incluindo o árabe, o russo, o swahili e o chinês.
DATA DA PUBLICAÇÃO: 11/02/2011
O site www.Karol-Wojtyla.org foi publicado em sete idiomas e oferece notícias e informação sobre o Papa polonês e sua causa de canonização.
Também mostra as imagens tomadas por uma câmara Web instalada na tumba do Pontífice na Basílica de São Pedro, assim como uma oração que pede a intercessão de João Paulo II em 31 idiomas incluindo o árabe, o russo, o swahili e o chinês.
DATA DA PUBLICAÇÃO: 11/02/2011
TIM paga R$3,5 milhões ao São Paulo e R$ 2 milhões ao Corinthians. Diferença é o Morumbi
Por Vitor Birner
O Corinthians foi o primeiro time a acertar o patrocínio da TIM no número da camisa.
Como era novidade, os cartolas do Parque São Jorge não conseguiram determinar o valor do espaço ( é baseado no tempo de exposição da marca na mídia).
O negócio foi fechado por R$ 2 milhões.
Os dirigentes do Alvinegro, cientes da força da marca Corinthians, exigiram uma interessante cláusula no contrato.
Se a TIM fechasse o patrocínio no número da camisa com outro time, e pagasse mais de R$ 2milhões, teria que dar ao time de Parque São Jorge a mesma quantia.
Em suma, o Corinthians tinha que receber valor igual ao maior de todos.
O São Paulo fechou com a TIM por R$3,5 milhõees.
Os advogados corintianos foram atrás da informação, pois o clube teria de receber R$1,5 mihão de diferença.
Descobriram que o time do Morumbi recebeu os mesmos R$ 2 milhões pelo patrocínio, mais R$ 1,5 milhão por ceder espaços no Morumbi.
A empresa pagou também para ter uma loja no estádio Cícero Pompeu de Toledo, um camarote, e para implementar em um setor de arquibancada para 3500 pessoas a tecnologia onde o cliente TIM comprará ingresso, receberá pelo celular e usará o aparelho para entrar.
Pelo jeito, está tudo certo entre o Alvinegro e a empresa de telefonia.
O Corinthians foi o primeiro time a acertar o patrocínio da TIM no número da camisa.
Como era novidade, os cartolas do Parque São Jorge não conseguiram determinar o valor do espaço ( é baseado no tempo de exposição da marca na mídia).
O negócio foi fechado por R$ 2 milhões.
Os dirigentes do Alvinegro, cientes da força da marca Corinthians, exigiram uma interessante cláusula no contrato.
Se a TIM fechasse o patrocínio no número da camisa com outro time, e pagasse mais de R$ 2milhões, teria que dar ao time de Parque São Jorge a mesma quantia.
Em suma, o Corinthians tinha que receber valor igual ao maior de todos.
O São Paulo fechou com a TIM por R$3,5 milhõees.
Os advogados corintianos foram atrás da informação, pois o clube teria de receber R$1,5 mihão de diferença.
Descobriram que o time do Morumbi recebeu os mesmos R$ 2 milhões pelo patrocínio, mais R$ 1,5 milhão por ceder espaços no Morumbi.
A empresa pagou também para ter uma loja no estádio Cícero Pompeu de Toledo, um camarote, e para implementar em um setor de arquibancada para 3500 pessoas a tecnologia onde o cliente TIM comprará ingresso, receberá pelo celular e usará o aparelho para entrar.
Pelo jeito, está tudo certo entre o Alvinegro e a empresa de telefonia.
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