Fazer o que Deus quer e querer o que Deus faz = Felicidade eterna O grande segredo da vida é saber administrar as perdas (Pe Léo) "O homem deve ler a bíblia para ser sábio; crer na bíblia para ser salvo e praticar a bíblia para ser santo."
terça-feira, 23 de abril de 2013
COMO ALGUÉM QUE NÃO CONSEGUE PRONUNCIAR UMA FRASE SEQUER QUE TENHA SENTIDO PODE GOVERNAR O BRASIL. ??
RESPOSTA: NÃO PODE, O BRASIL ESTÁ DESGOVERNADO HÁ MUITO TEMPO.
Editorial do Estado de São Paulo
Já se tornou proverbial a dificuldade que a presidente Dilma Rousseff tem de concatenar ideias, vírgulas e concordâncias quando discursa de improviso. No entanto, diante da paralisia do Brasil e da desastrada condução da política econômica, o que antes causaria somente riso e seria perdoável agora começa a preocupar. O despreparo da presidente da República, que se manifesta com frases estabanadas e raciocínio tortuoso, indica tempos muito difíceis pela frente, pois é principalmente dela que se esperam a inteligência e a habilidade para enfrentar o atual momento do País.
No mais recente atentado à lógica, à história e à língua pátria, ocorrido no último dia 16/4, Dilma comentava o que seu governo pretende fazer em relação à inflação e, lá pelas tantas, disparou: "E eu quero adentrar pela questão da inflação e dizer a vocês que a inflação foi uma conquista desses dez últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo". Na ânsia de, mais uma vez, assumir para si e para seu chefe, o ex-presidente Luiz Inácio da Silva, os méritos por algo que não lhes diz respeito, Dilma, primeiro, cometeu ato falho e, depois, colocou na conta das "conquistas" do PT o controle da inflação, como se o PT não tivesse boicotado o Plano Real, este sim, responsável por acabar com a chaga da inflação no Brasil. Em 1994, quando disputava a Presidência contra Fernando Henrique Cardoso, Lula chegou a dizer que o Plano Real era um "estelionato eleitoral".
Deixando de lado a evidente má-fé da frase, deve-se atribuir a ato falho a afirmação de que a inflação é "uma conquista", pois é evidente que ela queria dizer que a conquista é o controle da inflação. Mas é justamente aí que está o problema todo: se a presidente não consegue se expressar com um mínimo de clareza em relação a um assunto tão importante, se ela é capaz de cometer deslizes tão primários, se ela quer dizer algo expressando seu exato oposto, como esperar que tenha capacidade para conduzir o governo de modo a debelar a escalada dos preços e a fazer o País voltar a crescer? Se o distinto público não consegue entender o que Dilma fala, como acreditar que seus muitos ministros consigam?
A impulsividade destrambelhada de Dilma já causou estragos reais. Em março, durante encontro dos Brics em Durban (África do Sul), a presidente disse aos jornalistas que não usaria juros para combater a inflação, sinalizando uma opção preferencial pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Em sua linguagem peculiar, a fala foi a seguinte: "Eu não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico. (...) Então, eu acredito o seguinte: esse receituário que quer matar o doente, ao invés de curar a doença, ele é complicado. Eu vou acabar com o crescimento no país? Isso está datado, isso eu acho que é uma política superada". Imediatamente, a declaração causou nervosismo nos mercados em relação aos juros futuros, o que obrigou Dilma a tentar negar que havia dito o que disse. E ela, claro, acusou os jornalistas de terem cometido uma "manipulação inadmissível" de suas declarações, que apontavam evidente tolerância com a inflação alta - para não falar da invasão da área exclusiva do Banco Central.
O fato é que o governo parece perdido sobre como atacar a alta dos preços e manter a estabilidade a duras penas conquistada, principalmente com um Banco Central submisso à presidente. Por razões puramente eleitorais, Dilma não deverá fazer o que dela se espera, isto é, adotar medidas amargas para conter a escalada inflacionária. Lançada candidata à reeleição por Lula, ela já está em campanha.
Num desses discursos de palanque, em Belo Horizonte, Dilma disse, em dilmês castiço, que a inflação já está sob controle, embora todos saibam que não está. "A inflação, quando olho para a frente, ela está em queda, apesar do índice anualizado do ano (sic) ainda estar acima do que nós queremos alcançar, do que nós queremos de ideal", afirmou. E completou: "Os alimentos também começaram a registrar, mesmo com todas as tentativas de transformar os alimentos no tomate (sic), os alimentos começaram uma tendência a reduzir de preço". Ganha um tomate quem conseguir entender essa frase.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,dilmes-castico-,1023657,0.htm
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Vitamina D – o nutriente do século
A vitamina D3 é um dos tópicos mais quentes no momento, tanto em publicações especializadas como na mídia geral e em congressos médicos. A pesquisa revela cada vez mais a importância desta vitamina, chamada por muitos o nutriente do século, tamanha a sua relevância para a nossa saúde. Na verdade, ela nem é uma vitamina, e sim um potente hormônio que age em pelo menos 36 órgãos do nosso corpo, incluindo a medula óssea, coração, retina, pele, estômago, intestino, rim, músculos e outros. A pesquisa mostra também que existe uma verdadeira epidemia silenciosa de deficiência desta vitamina, o que causa sérias consequencias sobre a saúde.
Muitas pessoas, inclusive médicos, acreditam que ela só serve para manter nossos ossos fortes e para espantar o fantasma da osteoporose em senhoras idosas. Nada mais longe da verdade. Veja alguns fatos, todos comprovados por estudos científicos:
- A vitamina D age como um anti-inflamatório neuronal, ajuda a tonificar cérebros velhos, e trata a perda de memória ligada ao envelhecimento. A deficiência de vitamina D também está ligada ao mal de Parkinson e à depressão.
- Mulheres com níveis muito baixos de vitamina D têm um risco cinco vêzes maior de apresentar câncer de mama. Homens com deficiência de vitamina D têm um risco dobrado de câncer de próstata. Ela protege contra diversos tipos de câncer.
- Uma pesquisa realizada na Inglaterra descobriu que pacientes com dor crônica tinham níveis críticos de vitamina D. Pesquisadores suíços relataram que o tratamento com a vitamina fez com que a dor crônica “desaparecesse” na maioria dos pacientes.
- A vitamina D protege os pulmões e o sistema respiratório. Ela ajuda a prevenir gripes e resfriados devido à sua ação poderosa no sistema imunológico, permitindo que o nosso corpo se defenda de agressões por vírus, fungos e bactérias.
- A vitamina D maximiza a absorção e a utilização do mineral cálcio pelo corpo. Mesmo tomando os dois nutrientes, a osteoporose é muito comum, os ossos ficam frágeis e porosos, e acabam se quebrando espontaneamente. O fato é que a quantidade de vitamina D é insuficiente, pois a dose recomendada é baixa, e os idosos não costumam se expor ao sol.
Dentre os alimentos, a melhor fonte é o óleo de fígado de bacalhau. Ovos, carne, peixe, leite integral e manteiga também contêm pequenas quantidades. Nossa principal forma de obter vitamina D é pela ação dos raios solares sobre a pele. O uso diário de filtro solar e a falta de tempo de se expor ao sol podem ser os responsáveis pela atual epidemia. Recomendo que você procure um médico e peça para dosar o nível de vitamina D no sangue. O exame a ser pedido é a vitamina D 25-hidroxi. Se os níveis estiverem muito baixos, é importante fazer a reposição com a vitamina D3, em gotas ou cápsulas. Sua saúde agradece.
TAMARA MAZARACK
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Um segredo para viver mais
“A Sagrada Escritura e a prática tradicional da Igreja veem nas famílias numerosas um sinal da bênção divina e da generosidade dos pais” (Catecismo da Igreja, §2373; GS, 50,2).
O grande valor desta vida é a vida; não pode ser diferente; é por isso que o Catecismo da Igreja afirma que: “A fecundidade é um dom, um fim do matrimônio, porque o amor conjugal tende a ser fecundo. O filho não vem de fora acrescentar-se ao amor mútuo dos esposos; surge no próprio âmago dessa doação mútua, da qual é fruto e realização. (§ 2366). “Os cônjuges sabem que, no ofício de transmitir a vida e de educar – o qual deve ser considerado como missão própria deles – são cooperadores do amor de Deus criador“ (CIC, 2367).
Agora o pesquisador Esben Agerbo, da Universidade de Aarhus (Dinamarca), afirma com segurança: “Casais que não têm filhos têm um risco maior de morrer cedo por diversas causas”.
Para chegar a essa conclusão, Agerbo analisou dados de mais de 21 mil casais que não tinham filhos e buscaram tratamento de fertilização in vitro entre 1994 e 2005. Ele acompanhou esses casais desde o início do tratamento até o final de 2008 – ou até eles morrerem, saírem do país ou serem diagnosticados com alguma doença mental.
Nesse período, nasceram mais de 15 mil bebês, e outras 1.564 crianças foram adotadas. Até o final de 2008, 96 mulheres e 220 homens do grupo morreram. Ao correlacionar os dados, Agerbo concluiu que:
1. mulheres com filhos biológicos tinham quatro vezes menos chances de morrer precocemente;
2. homens com filhos biológicos tinham duas vezes menos chances de morrer cedo;
3. homens com filhos adotados tinham cerca de metade das chances de morrer cedo, em comparação com aqueles que não tinham filhos; e que a adoção não teve um efeito significativo na longevidade de mulheres.
O pesquisador disse: “Meu melhor palpite é de que, quando as pessoas têm filhos, tendem a viver de forma mais saudável”.
Por exemplo, ao saber que terão que acordar cedo (ou no meio da noite) para cuidar dos filhos pequenos, muitos pais vão dormir mais cedo. Há aqueles que deixam de fumar, para não prejudicar a saúde dos filhos, ou adquirem hábitos saudáveis para servir de exemplo.
Os resultados encontrados por Agerbo condizem com os de uma pesquisa anterior, publicada em 2011, que mostrou que homens casados, mas sem filhos, têm um risco maior de morrer de doenças cardíacas após os 50 anos do que homens com dois ou mais filhos.
De acordo com o líder da equipe de pesquisadores responsável por essa análise, o médico Michael Eisenberg, o grupo “aposta em um vínculo biológico”: infertilidade, comum entre casais que não têm filhos, pode ter a mesma origem de outros problemas de saúde. [WebMD]
Não é sem razão que a Igreja Católica afirma que: “os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais” (Catecismo § 2378). E a Palavra de Deus diz: “Vede, os filhos são um dom de Deus: é uma recompensa o fruto das entranhas”. “Feliz o homem que assim encheu sua aljava…” (Sl 126, 3-5).
Prof. Felipe Aquino
Fonte: http://hypescience.com/um-segredo-para-viver-mais-filhos/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner
segunda-feira, 15 de abril de 2013
A amizade que subtrai!
As amizades com o sexo oposto – quando não trabalhadas de maneira equilibrada – podem colocar em risco outros relacionamentos.
Dependendo do tipo de vínculo que se estabelece com alguém, as partilhas e confidências tendem a levar a amizade para uma esfera de maior proximidade entre as pessoas.
Assim, não será difícil retribuir, tamanha atenção, com outros gestos de carinho.
A interferência de uma situação ou pessoa em nossos relacionamentos pode gerar crises dentro da vida conjugal e da família, ganhando relevância e fugindo do controle se não evitadas de maneira preventiva e madura… Pois uma amizade – quando se torna mais intensa do que os laços existentes entre o casal – gera o ciúme e rouba a atenção da pessoa comprometida.
Esse tipo de relacionamento provoca transtorno, sem que, de fato, haja uma maior intimidade entre os amigos.
Como sabemos, os contatos promovidos pela Internet – por meio dos “chats” e “messengers” – são caminhos que favorecem a aproximação entre as pessoas.
De um modo especial, quando os propósitos – nesses contatos – não são tão puros quanto pode parecer para um dos internautas, não será impossível que, escapando do mundo virtual, venham a viver no mundo real tudo aquilo que foi anteriormente promovido e incitado pelos encontros cibernéticos.
Se a intenção do encontro não for estritamente a de conhecer um novo amigo, essa atitude torna-se uma ameaça à estrutura familiar, como verdadeiramente o é.
Uma traição conjugal é comumente definida como um relacionamento paralelo, no qual muitas vezes se vive intimidades sexuais.
Na maioria das vezes, ouve-se dizer que a causa do envolvimento num relacionamento desse tipo originou-se de uma crise conjugal, entre outras coisas…
Não são poucos os casos que encontramos de pessoas solteiras ou até mesmo casadas que se envolvem em relações paralelas.
Em muitas situações, as “desculpas” se fundamentam na dificuldade de se sentir compreendido ou de encontrar alguém que também compartilhe de seus sonhos e projetos; o que acreditam não possuir na vida a dois.
Mas nem sempre isso é a razão principal; tal envolvimento pode acontecer, também, quando a atenção dispensada a alguém é misturada com sentimentos e carências por parte do outro ou até de ambos.
Para que ninguém viva no vácuo de um relacionamento ou tente preencher o seu vazio com aquela pessoa, que não poderá ser mais que um amigo, deve-se saber discernir e estabelecer as fronteiras para suas amizades.
Assim, para que outros relacionamentos externos não se tornem um perigo, os casais precisam se fazer, cada vez mais, inteiros para o outro e, dia após dia, mais cúmplices em pensamentos e atitudes.
Dessa maneira, ambos devem se empenhar para desenvolver a segurança e a satisfação de viver o vínculo que extrapola a união física e que alcança a essência do seu cônjuge. http://www.radiorainhadapaz.com.br
sexta-feira, 12 de abril de 2013
POR QUE O “CASAMENTO GAY” É UMA FALÁCIA
Falácia: Engano, ilusão, sofisma. Argumento capcioso que induz a erro.
1) O que a constituição diz sobre família e casamento:
Constituição federal de 1988 Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. § 3º – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
2) Porque é entre um homem e uma mulher? E porque esta é a definição de família?
Porque o casamento é entre 2 pessoas e não entre 3, 4, 5 ou mais pessoas? Deve ter um por que não acha? Quantos gêneros a raça humana possui? São dois: Feminino e Masculino. Logo, a definição de duas pessoas num casamento veio do fato de haverem 2 gêneros. Conclui-se que a ideia de casamento foi gerada por causa da relação hetero.
Agora, por que a definição de “família” é heterossexual? Porque uma família (sem olhares subjetivos e relativistas) é composta primeiramente por marido e mulher, (os 2 gêneros do casamento) para que futuramente tenham filhos e passem a ser também pai e mãe. E os filhos deles terão filhos, que terão filhos…etc. Ainda que um casal não queira ter filhos, essa continuação familiar, obviamente, só acontece em relações heterossexuais.
3) Então por que pessoas heterossexuais que não podem ter filhos, podem se casar?
O fato de um casal hetero não poder ter filhos, não está ligado à forma de se relacionarem sexualmente. Neste caso um dos dois, ou os dois, possuem algum tipo de deficiência no aparelho reprodutor. Mas ainda assim, são um casal do gênero masculino e feminino, portanto estão no grupo de relações heterossexuais. Se por acaso adotarem uma criança, ainda que não seja um filho biológico, haverá a composição natural de uma “família”, os papéis de cada um se mantém.
4) Mas e se um casal gay adotar uma criança?
Escolha sexual não define caráter, não é o caráter que está sendo colocado em questão. A questão é que, se naturalmente a família se faz de um relacionamento hétero, se pela natureza humana um filho é gerado por um pai e uma mãe e não por 2 pais ou 2 mães, não é ideal para uma criança ser criada por duas pessoas do mesmo sexo. Por que? Porque é antinatural, vai contra a natureza real da família. Porque neste caso não há papel dos 2 gêneros (homem e mulher). E podem imaginar a confusão na cabeça de uma criança? Não há exemplo dos gêneros, não há figura paterna (macho) nem figura materna (fêmea).
5) Mas e os casais que se divorciam, e os casais que são mau exemplo, não fazem mal à criança?
Claro que um divórcio ou uma família hétero desestruturada fará mal na criação. Mas não podemos pegar casos mal sucedidos e isolados para justificarmos. As falhas pessoais não são de origem sexual, ou seja, essas falhas não ocorrem porque o casal é hétero, ocorrem porque existem falhas de comportamento, o que é normal em todo ser humano. O fato de uma mãe criar seu filho sozinha sem um pai (e vice –verso) não é ideal, mas são exceções dentro de uma “regra”. Ambos são erros: Um casal hétero desestruturado e um casal homossexual que adota uma criança. Ambos acabam por fazer mal à criança (não propositalmente). Ou seja, um erro não justifica o outro. Não é porque existe divórcio e problemas entre um casal hétero, que o Estado deve liberar a adoção para os homossexuais.
6) Porque a ideia de “direitos iguais” é distorcida pelos ativistas gays?
Vimos acima o por que do casamento ser hétero. A ideia de “casamento” veio POR CAUSA do relacionamento hétero, da família original, etc. Logo, podemos nos perguntar quais são os “direitos” que os homossexuais não têm? Aí você dirá: casamento. Aí eu te pergunto: é realmente um direito legítimo ou é um direito exigido. Conclusão: Baseando-se em tudo o que analisamos acima, não há legitimidade nesta “causa”.
SOFISMAS UTILIZADAS PELOS ATIVISTAS GAYS
Sofisma: É uma mentira, propositalmente maquiada por argumentos verdadeiros, para que possa parecer real.
1) “A constituição já foi mudada, lembre-se dos negros e das mulheres que não podiam votar, etc”.
Gay não é uma nova raça (negro, amarelo, branco), tão pouco um novo gênero humano. O que define um gay é o fato de relacionar-se sexualmente com uma pessoa do mesmo sexo e só. A palavra “homo afetividade” está sendo usada de forma errada, um filho homem sente homo afetividade pelo seu, pai, seu avô, seu amigo…isto não define sexualidade. O termo certo é homossexualismo ou homossexualidade. Voltando à constituição…usar o argumento da luta dos negros e das mulheres é um grande sofismo, gay não é raça, nem gênero. E o fato de ambos serem minorias, também não legitima a causa gay. Imagina se o estado tiver que alterar toda constituição por todas as “causas” de minorias. Não é este o papel do Estado.
2) “Deixar os gays serem felizes”
Desde quando o Estado cria leis para suprir algo tão subjetivo? Desde quando o Estado é encarregado de suprir a necessidade de “felicidade” do povo? O que é felicidade pra você e o que é felicidade para o outro? A constituição organiza os direitos da sociedade baseada numa lógica, ela não foi feita para ser alterada a cada minoria que acha que tem direito de alguma coisa. Não é porque uma minoria quer que liberem a maconha que o estado vai liberar, por mais felicidade que a maconha possa trazer à essas pessoas. Ao contrário do que eles fazem parecer, não é tão simples assim. Parem e pensem.
3) “O que vai mudar na minha vida se o casamento gay for aprovado?”
Aparentemente nada, mas com o passar do tempo vai mudar a estrutura da sociedade já que o casamento gay, abre portas para outras “exigências” de supostos direitos, como a adoção por exemplo. Acima eu falei sobre esse assunto de adoção. Aceitando que o gay forma uma “família”, estamos mudando as bases da sociedade, ou seja estamos saindo do natural. E certamente estas alterações trarão confusão e desordem. Cria-se uma sociedade baseada no relativismo e isso é perigoso.
4) “Mas família é amor, o que importa é o amor”
Não, família original e naturalmente é o que vêm de um relacionamento hétero. O amor é de extrema importância, mas é subjetivo. Você ama seu amigo e o considera da família…ok, mas ele de fato não é da sua família. Precisamos separar nosso conceito pessoal de família do conceito real e genuíno da família numa sociedade. Cada um tem uma visão do que é família e o Estado não tem que atender à todas. Reflitam.
ABAIXO, INFORMEN-SE DAS IDEIAS DO MOVIMENTO LGBT:
COPIE E COLE OS LINKS NO YOUTUBE:
- Proposta de lei que cria cotas para professores gays no ensino fundamental: http://www.youtube.com/watch?v=iwDXbR_hdGs
- Kit Gay/ Sexualidade Infantil/ Agressão e Intolerância Religiosa: http://www.youtube.com/watch?v=Vbk3jmGPxxY
- Cartilha Gay não autorizada na porta da escola (vejam o conteúdo): http://www.youtube.com/watch?v=-vzqInOFaMo
- Movimento Gay ataca Grupo de católicos (cadê a tolerância que eles tanto pedem?): http://www.youtube.com/watch?v=dY28ZKYdDyY
- Manipulação de dados de caso de morte por homofobia: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Vrh48jU43A8
- Dinheiro do governo para movimento GLBT: http://www.youtube.com/watch?v=CtlUk8CJVmk
SÃO ESSAS CONDUTAS QUE VOCÊ QUER PARA SUA FAMÍLIA????????
Para fechar, um vídeo de Clodovil, que foi um gay digno de respeito e admiração. Essa é a prova de que não somos “contra os gay”, somos contra o “ativismo gay”:
http://www.youtube.com/watch?v=YLnXn9LpwuU
PENSEM!!!!!!!
Leia mais: http://logosapologetica.com/porque-o-casamento-gay-e-uma-falacia/#ixzz2QHGekTcl
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Posted by: Emerson de Oliveira
Como viver seus valores num mundo sem valores
Vivemos em um mundo sem valores. Na verdade, o que andam fazendo com os bons e velhos valores? Invertendo-os, chamando o bem de mal e o mal de bem, chega a assustar! O homem honesto é considerado “otário”, enquanto o desonesto é esperto; o ideal é trabalhar menos e ganhar mais; a pureza sexual está totalmente ultrapassada; o valor de uma pessoa é avaliado pelos bens materiais que ela possui; pais acatam às imposições dos filhos; muitas outras distorções são pegadas não só como válidas, mas como as melhores alternativas.
É preciso ser forte para ser diferente e enfrentar a oposição sem recuar. Você verá, a seguir, 7 dicas de como viver seus valores sem temor e, ainda, influenciar aqueles que passam na sua vida:
1 – Tenha coragem de assumir seus valores.
Ao assumirmos nossos elevados valores ante aos demais, corremos o risco de sermos ridicularizados, não aceitos ou excluídos de determinados grupos. Não tema à rejeição. Muitas vezes, isso acontece no início, mas com o tempo passamos a ser respeitados. E mesmo que isso não aconteça, você estará tranquilo por ser fiel àquilo que acredita.
2 – Pense no poder da sua influência.
Lembre-se da escritura: “Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.”Mateus 5:14-16
Podemos ser boas influências na vida de muitos. Muitas boas pessoas adotariam valores elevados, caso soubessem sobre eles e fossem persuadidos a mudar. Aqueles que sabem o que devem fazer, e o fazem, podem ser uma luz para essas pessoas.
3 – Seja persuasivo.
Exponha as razões de seus valores. Expresse sua alegria por fazer o que é certo. Exponha todos os dados – sejam científicos, lógicos ou religiosos – que tiver acerca de um valor que você defende. Use exemplos para apoiar sua defesa.
Vou dar um exemplo. Imagine que você é uma moça que decidiu se casar virgem, tentando convencer uma amiga que pretende perder a virgindade com o namorado de que sua decisão é a mais acertada. Você pode usar os seguintes argumentos:
Nada garante que sua amiga se casará com o namorado.
Se não der certo com ele, quantos parceiros ela terá na vida até encontrar o futuro marido?
E se ela engravidar? Terá que largar os estudos, desistir (pelo menos temporariamente) de seus planos profissionais.
E se ela contrair alguma doença sexualmente transmissível?
E se ela ficar malfalada? Os homens costumam trocar confidências com os amigos sobre suas parceiras sexuais.
E se ela for rejeitada devido à fama que adquiriu?
Mostre pesquisas recentes sobre índices de divórcio, gravidez na adolescência, índices de infecções por doenças sexualmente transmissíveis.
Conte histórias que você conhece de alguma amiga ou conhecida que teve relações sexuais com seu namorado e ficou desolada com o término do namoro, ou engravidou e acabou tendo que cuidar da criança sozinha (histórias assim são muito comuns).
Mostre-lhe pesquisas feitas com rapazes sobre o tipo de mulher com quem gostariam de casar (só esse argumento bastaria).
4 – Não se isole nem esnobe as pessoas que não partilham dos mesmos valores.
Você pode se sentir solitário por não partilhar dos mesmos gostos, não ter as mesmas atitudes nem aderir ao modismo de seus amigos. Não se isole, tampouco aja com arrogância. Seja educado, simpático, prestativo, comunicativo, e empático. Lembre-se de que grande parte dos valores é adquirido na infância e adolescência. Muitas crianças e jovens não recebem instruções suficientes. Ainda que tenham recebido, muitos rebaixam seus valores, ficam perdidos e precisam de uma mão amiga para resgatá-los
5 – Transborde a alegria que provém de um viver digno.
Sorria! O sorriso é contagiante. Você sabe o quanto é feliz por fazer o que é certo. Todas as noites você coloca sua cabeça no travesseiro e dorme tranquilamente, pois sua consciência está leve. Muitas pessoas até podem sentir uma alegria momentânea, agindo de forma errada, mas quando a alegria passa, vem o vazio. Elas sabem que os frutos das suas escolhas não são desejáveis.
Muitas pessoas estão tateando no escuro, procurando a luz que as fará feliz. Ao ver sua felicidade, e ao perceber que você não precisa de muito para ser feliz, elas podem questionar-se sobre suas próprias escolhas e desejar desfrutar do mesmo tipo de sentimento que você desfruta.
6 – Ensine também por preceitos.
As melhores lições são dadas através do exemplo, ainda assim, é importante instruir também por preceito. Fale sobre o que você acredita.
7 – Não vacile.
Mesmo uma pessoa com valores elevados pode cair. Não confie demais na sua força moral, no “braço da carne”. Não vacile. Você precisa da ajuda e proteção do Senhor para permanecer no caminho que decidiu trilhar. O mundo, com seus atrativos, é muito sedutor. Muitas pessoas pensam que podem correr riscos e nada acontecerá. Ninguém cairá num buraco se manter a devida distância dele.
Essa é uma época difícil para quem decide manter padrões de comportamento elevado. Pior ainda para quem não tem um “alicerce seguro” onde “construir sua casa”. Essas pessoas podem não estar cientes de que estão à mercê das tempestades da vida, que são como barcos sem âncora em meio à tempestade, sujeitas ao joguete das ondas e, ainda pior, ao naufrágio.
Você tem a importante missão de ser uma luz para qualquer pessoa que passar na sua vida. Seguindo os passos acima, você poderá contribuir para que muitas vidas sejam mudadas. Cuide, porém, para não cair na cilada do orgulho nem entrar em disputas desnecessárias. Em vez de se orgulhar por fazer o que é certo, sinta-se humilde pelo caminho que foi inspirado pelo Senhor a seguir. Não se sinta melhor que ninguém, mas responsável pelas verdades que lhe foram confiadas. “(...) a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá”. Lucas 12:48.
por Erika Strassburger Borba
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Você sabe o que é a revolução sexual?
A maioria das pessoas pensa que toda essa “promoção da sexualidade”, desvirtuando radicalmente a beleza do sexo, seja apenas algo fortuito nascido espontaneamente nos corações dos jovens; não é bem assim.
Atrás de tudo esse sexismo atual (pornografia escrita, filmes pornôs, motéis, comerciais eróticos, músicas, homossexualismo, “gênero”, etc. ) que inunda os meios de comunicação (rádio, tv, músicas, internet, cinema, jornais, revistas…) é movido por uma ideologia que foi transformada em “Revolução Sexual” a partir dos anos 60.
Tudo começou com a filosofia ateísta; os tais filósofos ateus como Heidegger, Marcuse, Shoppenhauer, Feuerbach, Nietsche, Marx, Engels, Freud e companhia. Um desses, Herbert Marcuse, um judeu alemão (nasceu em Berlim, em 19 de Julho de 1898 e faleceu em 29 de Julho de 1979), foi um influente sociólogo e filósofo alemão naturalizado norte-americano, pertencente à Escola de Frankfurt, escreveu um livro “Eros e Civilização” (Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1955), que deu partida à Revolução Sexual. É um livro que já está na sua 19ª edição e que é muito lido por jovens universitários.
Marcuse era ateu e comunista. Escreveu muitas obras, entre elas: “Reason and Revolution”, 1941 (Razão e revolução, Paz e terra, RJ); “Soviet Marxism”, 1958 (Marxismo Soviético, São Paulo, Saga, 1968); “One-Dimensional Man”, 1964 (Ideologia da Sociedade Industrial, Editora Zahar, Rio de Janeiro); “Psychoanalyse und Politik”, 1968 (Psicoanálises y politica, Ediciones, Península, Barcelona); “Towards a Critical Theory of Society”, 1969 (Idéias sobre uma Teoria Crítica da Sociedade, Zahar Editores, RJ); “Counter-revolution and Revolution”, 1972 (Contra-revolução e revolução, Zahar, RJ, 1973).
O querido e preparado Padre Paulo Ricardo (www.padrepauloricardo.orgr), reitor do Seminário de Cuiabá, MT, mostra muito bem em seu site como Marcuse e outros provocaram a chamada Revolução Sexual que hoje assistimos. Você pode ouvir sua Palestra “Revolução sexual e Marxismo” no site.
O primeiro grande efeito da filosofia de Marcuse, que vamos explicar, foi o famoso festival “hippies” de Woodstock, onde predominou a liberação sexual, a música rock pesada e as drogas. A mensagem era essa: “Paz e Amor; não faça guerra, faça amor!”
Aparentemente um belo slogan, que encantou a juventude saida da Guerra do Viet Nan. Em seu livro “Eros e Civilização”, Marcuse, que era marxista, e que pretendia acabar com o capitalismo, engendrou a seguinte tese. Ele achava que a sociedade americana era capitalista, amante do dinheiro, porque estravazava nele a repressão sexual que sofria devido à formação cristã que recebera. O tabu sexual abria as portas para a ganância, era a sua tese.
Para o filósofo a repressão sexual fazia o americano estravazar na busca das riquezas a frustração; então, o “remédio” para acabar com o capitalismo era des-reprimir a sociedade capitalista com a liberação sexual, eliminando-se todos os tabus sexuais; e para isso era necessário uma Revolução sexual do tipo “não faça guerra, faça amor”; “paz e amor, bicho!”
A droga foi disseminada entre os jovens da primeira geração da Revolução Sexual, com o objetivo de lhes anestesiar a consciência, afim de poderem aceitar a quebra dos tabus sexuais, uma vez que receberam de seus pais uma boa e correta formação sexual. A música teve o mesmo fim.
Para Marcuse o americano fazia guerra (Viet Nam, II Guerra, etc) porque através da guerra mantinha o poder econômico, por ganância produzida pela repressão sexual de sua formação cristã.
Dentro da mentalidade marxista da “luta de classes”, Marcuse não deixava uma alternativa para o diálogo com o capitalismo americano, mas somente a saída do seu aniquilamento. Uma vez que o comunismo não conseguiu fazer isto pelas armas – a derrocada da União Soviética em 1989 mostrou isso – então, devia optar-se pela “revolução dos costumes e da cultura”. É por isso que hoje as universidades são o ninho da cultura marxista, pagã, materialista e inimiga radical da Igreja.
Em outras palavras, Marcuse idealizou, com outros filósofos, que a implantação do marxismo-comunismo no mundo moderno só poderia acontecer com a destruição da moral judaico-cristã, razão da repressão sexual. Esse é o seu objetivo; por isso a Igreja hoje está sozinha na defesa da moral cristã que moldou o Ocidente.
Infelizmente hoje a universidade, com raras e boas exceções, é um antro de ateísmo marxista que prega essa cultura. A Imprensa segue na mesma linha porque os jornalistas são formados em sua grande maioria nessas mesmas universidades. Assim, esses formadores de opinião vão espalhando as essas idéias cujo fruto hoje se vê nitidamente conduzindo também a política: distribuição farta de camisinhas e pílulas abortivas do dia seguinte, apoio ao homossexualismo e lesbianismo, oficialização de casamentos gays, aprovação do aborto, pornografia deslavada em todos os meios de comunicação, especialmente a internet de fácil acesso aos jovens.
O Padre Paulo Ricardo chama a atenção em seu ensino para algo sério. O jovem de ontem (1970 e seguintes) cometia os desatinos sexuais com uma consciência de que fazia algo errado diante da formação que recebeu, mas hoje, a atual juventude já não recebe mais essa formação em casa, então, pratica os desatinos sexuais, e muito piores, sem a menor dor de consciência. Ele constata, como confessor, que os pecados sexuais hoje são cometidos numa escala muito maior de depravação e requinte.
Hoje só resta na família e na lgreja uma Resistência contra essa terrível Revolução sexual; os seus frutos amargos estão destruindo não só os jovens, como suas famílias, bem como a sociedade.
Prof. Felipe Aquino
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Peritos em Direito advertem: Reconhecimento do “matrimônio” gay pode abrir portas às uniões “poliamorosas”
O site ACIDIGITAL publicou uma notícia nesta segunda-feira (01 de abril de 2013) informando que a CNN notícia publicou um artigo no qual, peritos de grandes universidades como Harvard e Princeton, afirmam que reconhecer legalmente as uniões homossexuais, bem como, dar estas a categoria de matrimônio, facilitaria um chamado “fenômeno de uniões grupais (poliamorosas)”.
Robert George, professor visitante na Escola de Leis de Harvard e professor de jurisprudência em Princeton; Sherif Girgis, candidato ao PhD. de Princeton; e William Simon, da Heritagem Fondation, escreveram o artigo assegurando que o discurso em favor do “matrimônio” homossexual mascara um profundo erro sobre o que é o matrimônio. Logo ressaltaram:
“Se o matrimônio fosse simplesmente reconhecer os laços afetivos ou de romance, então dois homens ou duas mulheres poderiam formar um matrimônio, tal como podem fazê-lo um homem e uma mulher”. E assim, advertiram que essa lógica abriria as portas ao “fenômeno cada vez maior das uniões grupais (‘poliamorosas’)”.
No entanto, “o matrimônio é muito mais que o laço emocional com ‘sua pessoa número um’”, mas “assim como o ato que faz o amor marital também faz nova vida, assim o matrimônio mesmo é uma união em vários níveis, tanto corporal como emocional, que seria completada pela procriação e pela vida familiar”, afirmaram.
“Isso é o que justifica suas normas distintivas – monogamia, exclusividade, permanência– e o conceito da consumação marital através das relações conjugais”, explicaram.
O governo se envolve no matrimônio não “por romantismo”, disseram, mas porque “tem poderosas razões para assegurar-se de que, sempre que for possível, as crianças tenham o benefício de ser criadas pela mãe e pelo pai, cuja união deu-lhes a vida”.
Os juristas explicaram que embora “todos os seres humanos sejam iguais em dignidade e devem ser iguais ante a lei”, esta igualdade “só proíbe as distinções arbitrárias. E não há nada arbitrário em maximizar as oportunidades de que as crianças conheçam o amor de seus pais biológicos em um laço comprometido e exclusivo”.
“Uma cultura forte de matrimônio serve às crianças, às famílias e à sociedade, estimulando o ideal de dar às crianças um pai e uma mãe”, asseguraram.
Os peritos indicaram que se o matrimônio fosse somente um laço emocional “que te importa muito”, “então além dos gostos personagens ou das preferências subjetivas de um casal, não há razão inicial para que o matrimônio seja comprometido à permanência”.
Advertiram também que:
“Nesse caso, todos os argumentos para reconhecer o laço de dois homens como marital –igualdade, desestigmatização, estender benefícios econômicos- seria também aplicável a reconhecer trios românticos. Rejeitar tal reconhecimento seria injusto –uma violação da igualdade- se o compromisso apoiado na companhia emocional é o que faz um matrimônio”.
“Redefinir o matrimônio debilitaria, causando a erosão das suas normas centrais, uma instituição que já foi maltratada pelo divórcio generalizado, procriação fora do matrimônio e similares”.
E, enfatizaram que as pessoas que acreditam que esta erosão das normas centrais do matrimônio “será boa para as crianças, para as famílias, e para a sociedade em geral, devem apoiar a ‘igualdade matrimonial’. As pessoas que acreditam no contrário, não devem deixar-se enganar pela retórica enganosa”.
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=25186
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