domingo, 4 de novembro de 2012

Solenidade de Todos os Santos do Papa Bento XVI

Boletim da Santa Sé (Tradução: Jéssica Marçal-equipe CN Notícias) Angelus Solenidade de Todos os Santos Praça São Pedro Quinta-feira, 1º de novembro de 2012 Caros irmãos e irmãs, Hoje temos a alegria de nos encontrar na solenidade de Todos os Santos. Esta festa nos faz refletir sobre o duplo horizonte da humanidade, que exprimimos simbolicamente com as palavras “terra” e “céu”: a terra representa o caminho histórico, o céu a eternidade, a plenitude da vida em Deus. E assim esta festa nos faz pensar na Igreja em sua dupla dimensão: a Igreja no caminho do tempo e aquela que celebra a festa sem fim, a Jerusalém celeste. Estas duas dimensões são unidas pela realidade da “comunhão dos santos”: uma realidade que começa aqui na terra e atinge o seu cumprimento no Céu. No mundo terreno, a Igreja é o início deste mistério de comunhão que une a humanidade, um mistério totalmente centrado em Jesus Cristo: é Ele que introduziu no gênero humano esta dinâmica nova, um movimento que a conduz para Deus e, ao mesmo tempo, para a unidade, para a paz em sentido profundo. Jesus Cristo – diz o Evangelho de João (11, 52) – morreu “para reunir os filhos de Deus dispersos”, e esta sua obra continua na Igreja que é inseparavelmente “una”, “santa” e “católica”. Ser cristãos, fazer parte da Igreja significa abrir-se a esta comunhão, como uma semente que se abre na terra, morrendo, e germina em direção ao alto, ao céu. Os Santos – aqueles que a Igreja proclama como tal, mas também todos os santos e as santas que somente Deus conhece, e que hoje também celebramos – viveram intensamente esta dinâmica. Em cada um deles, de modo muito pessoal, Cristo se fez presente, graças ao seu Espírito que opera mediante a Palavra e os Sacramentos. Na verdade, estar unido a Cristo, na Igreja, não anula a personalidade, mas a abre, a transforma com a força do amor, e lhe confere, já aqui na terra, uma dimensão eterna. Em essência significa tornar-se conforme a imagem do Filho de Deus (cfr Rm 8,29), realizando o projeto de Deus que criou o homem à sua imagem e semelhança. Mas esta incorporação em Cristo nos abre – como disse – também à comunhão com todos os outros membros do seu Corpo místico que é a Igreja, uma comunhão que é perfeita no “Céu”, onde não existe um isolamento, nenhuma concorrência ou separação. Na festa de hoje, nós já podemos experimentar a beleza desta vida de total abertura ao olhar do amor de Deus e dos irmãos, nos quais temos a certeza de alcançar Deus no outro e o outro em Deus. Com esta fé plena de esperança nós veneramos todos os santos, e nos preparamos para comemorar amanhã os fiéis defuntos. Nos santos vemos a vitória do amor sobre o egoísmo e sobre a morte: vemos que seguir Cristo leva à vida, à vida eterna, e dá sentido ao presente, a cada momento que passa, porque o preenche de amor, de esperança. Somente a fé na vida eterna nos faz amar verdadeiramente a história e o presente, mas sem apegos, na liberdade de um peregrino, que ama a terra porque tem o coração no Céu. Papa Bento XVI

sábado, 3 de novembro de 2012

Chocolate ou sexo ?????

Me perguntaram o q é melhor Chocolate ou sexo? Respondi: MISSA porque é nela que eu encontro o verdadeiro prazer desse mundo. Sempre vejo comentários nesse sentido, por ai percebe-se que o ser humano só pensa nos prazeres da carne, deixando o lado espiritual de lado Se esquecem que "Nenhuma escolha pessoal terá peso maior para sua vida do que escolher onde você passará a eternidade." Graças a Deus sou cristã católica e é na eucaristia que tenho encontro pessoal com Deus, na celebração da missa meu coração se alegra por estar ali em contato direto com Jesus Cristo. como dizia São João Maria Vianey "Se soubessemos o que é a Santa Missa morreriamos de amor. by Cássia Bisi

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Meu pai... saudades de ti

Hoje mais que nos outros dias senti saudades de ti ... pai ... saudades de te ter por perto , de te abraçar, hoje senti saudades de ti ... saudades do teu sorriso suave ... saudades da tua face e teus olhos... hoje senti saudade de te olhar... saudades da tua voz aveludada... senti saudades de te ouvir falar, de me aconselhar hoje senti saudades de ti ... afinal são longos anos sem a tua presença hoje ao me levantar olhei-me ao espelho, pensei em ti... no meus olhos vi saudade, vi-te dentro do meu olhar, fiquei ali... Em silêncio e com o coração ferido pela dor da saudade Fiz a Deus uma prece pedindo p'ra adormecer Pedi que eu pudesse ver-te, ainda que a sonhar não pude dormir, pai , porque a saudade foi mais forte do que eu, pus-me chorar... Pai eu daria tudo para poder novamente: Sua mão segurar ver seus lindos olhos a me contemplar Mais uma vez te abraçar e dizer: EU TE AMO! Quem tem seu pai vivo, não desperdice o tempo, fale sobre o seu amor por ele HOJE... Pois, AMANHÃ pode ser tarde demais... (Gracita)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Chiara Luce Badano: A Força do Amor

Hoje, 29 de outubro, a Igreja celebra a memória litúrgica da beata Chiara Luce Badano No dia 25 de setembro de 2010, sábado passado, foi beatificada no Santuário do divino amor em Roma,a até então serva de Deus Chiara Luce Badano.Uma jovem italiana que aos 18 anos morreu deixando-nos como modelo de amor a deus e ao próximo. Ela é a primeira pessoa do Movimento dos Focolares a ser declarada Santa. Realmente é um motivo de grande alegria para todos nós e de um testemunho maravilhoso para todos no caminho da Santa Viagem. Abaixo segue um resumo de sua santa vida. Biografia Chiara Badano nasceu em Sassello, cidade dos Apeninos lígures, que pertence à diocese de Acqui, no dia 29 de outubro de 1971, depois que os pais a aguardaram por 11 anos. O seu nome é Chiara (Clara, em português) e ela era assim, com seus olhos límpidos e grandes, com o sorriso doce e comunicativo, inteligente e determinado, vivaz, alegre e esportiva. Foi educada pela mãe com as parábolas do Evangelho a conversar com Jesus e a lhe dizer “sempre sim”. Era uma menina saudável, gostava da natureza e de brincar, mas desde pequena se distinguia pelo amor que tinha por aqueles que eram considerados os “últimos”, a quem cobria de atenções e de serviços, muitas vezes renunciando a momentos de divertimento. Já no Jardim de Infância colocava as suas economias numa pequena caixa para as “crianças pobres africanas” e sonhava em poder um dia ir à África como médica para cuidar delas. Foi uma menina normal, mas com algo mais, com uma sensibilidade às coisas divinas. No dia da sua primeira Comunhão recebeu de presente o livro dos Evangelhos. Foi para ela um “magnífico livro” e “uma extraordinária mensagem”, como afirmou: “Para mim, é fácil aprender o alfabeto, deve ser a mesma coisa viver o Evangelho!”. Aos 9 anos entrou como Gen (geração nova) no Movimento dos Focolares (www.focolares.org.br). Viveu a sua espiritualidade e pouco a pouco envolveu os pais. Desde então a sua vida foi um contínuo crescimento para colocar Deus como primeiro lugar de sua vida. Prosseguiu os estudos até o Liceu clássico, mas aos 17 anos, de repente uma dor aguda no ombro esquerdo quando jogava tênis revelou nos exames e nas inúteis operações um osteossarcoma (tumor maligno nos ossos), que deu início a um calvário de dois anos aproximadamente. Depois que ouviu o diagnóstico, Chiara não chorou nem se revoltou: ficou imóvel em silêncio e depois de 25 minutos saiu dos seus lábios o sim à vontade de Deus. Repetirá muitas vezes: “Se é o que você quer, Jesus, é o que eu quero também”. Não perdeu o seu sorriso luminoso; enfrentou tratamentos dolorosos e arrastava no mesmo Amor quem dela se aproximava. Ela não aceitou receber morfina para não perder a lucidez e oferecia tudo pela Igreja, pelos jovens, os ateus, pelo Movimento dos Focolares, pelas missões, permanecendo serena e forte. Repetia: “Não tenho mais nada, contudo tenho o meu coração e com ele posso sempre amar”. O seu quarto, no hospital em Turim e em casa, era um lugar de encontro, de apostolado, de unidade: era a sua igreja. Também os médicos, até mesmo aqueles não praticantes da religião, ficavam desconsertados com a paz que se sentia ao seu redor e alguns se reaproximaram de Deus. Eles se sentiam atraídos como por um ímã e ainda hoje se recordam dela, falam sobre ela e a invocam. Estava convencida do Amor de Deus por ela. De fato, afirmava: “Deus me ama imensamente” e, depois de uma noite particularmente dura, acrescentou: “Sofria muito, mas a minha alma cantava…”. Os amigos que a visitavam para consolá-la voltavam para casa consolados. Pouco antes de falecer, ela revelou: “Vocês não podem imaginar como é agora o meu relacionamento com Jesus... Sinto que Deus me pede algo mais, algo maior. Talvez seja ficar neste leito por anos, não sei. Interessa-me unicamente a vontade de Deus, fazê-la bem no momento presente: aceitar os desafios de Deus. Se agora me perguntassem se quero andar (a doença chegou a paralisar as pernas com contrações muito dolorosas), eu diria não, porque assim estou mais perto de Jesus”. Chiara, pela insistência de muitos, num bilhetinho, escreveu a Nossa Senhora: “Mãezinha Celeste, eu te peço o milagre da minha cura; se isso não for vontade de Deus, peço-te a força para nunca ceder!”. E ela permaneceu fiel a este propósito. Desde muito jovem fez o propósito de não “doar Jesus aos amigos com as palavras, mas com o comportamento”. Mas nem sempre isso era fácil e ela repetiu algumas vezes: “Como é duro ir contra a corrente!”. E para conseguir superar cada obstáculo, repetia: “É por ti, Jesus!”. Para viver bem o cristianismo, Chiara procurava participar da missa todos os dias, quando recebia Jesus Eucaristia, a quem tanto amava. Lia a palavra de Deus e a meditava. Muitas vezes refletia sobre a frase de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares: “Serei santa se for santa já”. Quando viu sua mãe preocupada, pois ficaria sem ela, Chiara continuou a repetir: “Confie em Deus, pois você fez tudo”; e “Quando eu tiver morrido, siga Deus e encontrará a força para ir em frente”. Acolhia com amabilidade quem vai visitá-la; escutava e oferecia o próprio sofrimento. Nos últimos encontros com o seu Bispo, manifestou um grande amor pela Igreja. Enquanto isso, a doença avançava e as dores aumentavam. Nenhum lamento, dos seus lábios só se ouvia: “Com você, Jesus, por você, Jesus!”. Chiara se preparou para o encontro com Deus: “É o Esposo que vem me encontrar” e escolheu o vestido de noiva, as canções e as orações para a “sua” Missa; o rito deveria ser uma “festa”, onde “ninguém deverá chorar”. Recebendo pela última vez Jesus Eucaristia, fica imersa Nele e pede que seja recitada a oração: “Vinde Espírito Santo, mandai do Céu um raio da tua luz”. O nome "LUCE" (LUZ) lhe foi dado por Chiara Lubich, com quem teve um intenso e filial relacionamento desde pequena. Não teve medo de morrer. Disse à sua mãe: “Não peço mais a Jesus para vir me pegar e me levar para o Paraíso, porque quero ainda lhe oferecer o meu sofrimento para dividir com ele ainda por um pouco a cruz”. Uma vez disse sobre os jovens: “Os jovens são o futuro. Eu não posso mais correr. Porém, gostaria de lhes passar a tocha, como nas Olimpíadas. Os jovens têm uma vida só e vale a pena empregá-la bem!”. E o “Esposo” veio buscá-la no amanhecer do dia 7 de outubro de 1990, depois de uma noite muito dolorosa. Era o dia da Virgem do Rosário. Estas foram suas últimas palavras: “Mãezinha, seja feliz porque eu o sou. Adeus”. Um passo importantíssimo foi dado, a sua beatificação, agora continuemos a interceder para que o quanto antes ocorra sua canonização. Beata Chiara Luce Badano, rogai por nós! Postado por Marcos Paulo

A diminuição do número de Católicos

O IBGE publicou que o número de católicos no Brasil, segundo o censo de 2010, caiu para 123,3 milhões, cerca de 64,6% da população. Na verdade esses números não nos assustam e nem nos surpreendem diante da realidade que vivemos. Na verdade, quantos católicos, de fato, participam da Missa aos domingos, se Confessam, Comungam e vivem os 10 Mandamentos? Creio que não chegam a 20%. Vários são os fatores que causam este fenômeno. Ignorância religiosa - é o principal deles, sem dúvida. A maioria que se diz católica, na verdade o são apenas de estatística; não conhecem os dogmas, a doutrina, a história da Igreja, etc. Não é sem razão que o Papa anunciou o "Ano da Fé" com o objetivo principal de enfrentar esse analfabetismo crônico. São Paulo disse que "a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade" (1Tm3,15). Mas muitos católicos não sabem que esta Igreja, a que São Paulo se referia, era aquela que Cristo fundou sobre Pedro e os Apóstolos, e que as demais não foram instituídas por Jesus, mas por outros homens. Os que abandonam a fé católica nunca a conheceram de verdade. Mas, por que muitos católicos são analfabetos da fé que professam? Várias são essas causas. A principal, me parece, a falta de uma boa catequese às crianças e aos jovens. E isto acontece, há muitos anos, porque, logicamente, faltaram e faltam bons catequistas. Os primeiros deveriam ser os pais, mas, infelizmente muitos deles também não receberam formação religiosa. Já não se reza mais em família, e os pais já não ensinam a doutrina básica para os filhos. Ligado a isso está a destruição da família católica, especialmente pela mídia imoral, devastadora dos bons costumes e da moral católica, incentivando um relativismo moral degradante e um permissivismo doentio. A mídia de modo geral estimula uma vida de conforto, relaxada, regalada, usufruindo de todos os prazeres sem limites e sem regras. É claro que num contexto desse não vale a pena ser católico; não vale a pena adotar uma religião que exige uma moral rígida, autocontrole, vida de oração, jejum e sacrifícios. Infelizmente ficamos sem uma boa catequese há muito tempo. A difícil situação social da América Latina gerou entre nós nos últimos 50 anos uma falsa "catequese renovada", trazendo no seu bojo mais sociologia e política do que teologia, esvaziando e politizando a fé. O povo católico ficou à mingua de uma catequese verdadeira, baseada no Credo, nos Sacramentos, nos Mandamentos e na Oração, como pede o Catecismo. O povo ficou à mingua de uma sadia espiritualidade e foi busca-la nas seitas. Uma certa "teologia marxista da libertação", que confunde a libertação espiritual com a libertação política, e o estabelecimento do "Reino de Deus" na terra com a implantação uma sociedade socialista e igualitária, influenciou tremendamente quase todos os Seminários do pais; prejudicando essencialmente a sua formação de muitos sacerdotes. As homilias e catequeses deixaram de falar do pecado, do sexo fora do casamento, do céu, do inferno, do purgatório, da vida eterna, dos sacramentos, dos mandamentos, da oração..., e tudo se voltou para o social. Por isso o frei Cantalamessa, pregador do Papa chegou a dizer que a Igreja na América fez uma opção pelos pobres, mas estes fizeram uma opção pelas igrejas evangélicas. Por que nelas se fala de Deus e de tudo que foi excluído da catequese católica. Esqueceu-se que a Igreja não foi instituída por Jesus para resolver os problemas políticos, econômicos e sociais, mas para "salvar as almas" da morte eterna. Esqueceu-se que Jesus não é o "revolucionário de Nazaré", mas o "Redentor dos homens", que tira o pecado do mundo, como disse João Paulo II em Puebla. "A quem iremos, Senhor, só tu tens palavras de vida eterna" (Jo 6,68). Em 1996, falando aos bispos do Brasil (Regionais Nordeste I e IV), sobre a "ameaça das seitas, o beato João Paulo II, falou desse grave "esvaziamento espiritual". Disse aos bispos, entre outras coisas: "A difusão das seitas não nos interroga se tem sido manifestado suficientemente o senso do sagrado?" "Vosso povo, caríssimos irmãos no episcopado, quer ver os padres como verdadeiros Ministros de Deus, inclusive na sua veste e no seu modo externo de proceder. Ele quer ver o homem de Deus nos ministros de sua Igreja, uma presença que lhes inspire amor, respeito, confiança. O povo tem direito e isso pode exigi-lo de seus pastores. O que os homens querem, o que esperam é que o sacerdote com o seu testemunho de vida e com sua palavra, lhes fale de Deus". "O ministério da Palavra, que está intimamente ligado à Liturgia Eucarística (cf. SC, 56), contenha sempre, do início ao fim, uma mensagem espiritual. É certo que há tanta gente que não possui o suficiente para acalmar a própria fome, mas, ordinariamente, o povo tem mais fome de Deus que do pão material, pois entende que "não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus" (Mt 4, 4)". "Não estaria havendo uma certa acomodação deixando de ir em busca das ovelhas que estão afastadas? Ao contrário da parábola evangélica, não é uma e outra que está tresmalhada, mas é uma parte do rebanho". Outro fator que destrói a fé católica hoje se encontra nas universidades. A maioria delas, com raras exceções, possuem professores que desconhecem a real História da Igreja e despejam sobre os alunos calúnias e mentiras sobre ela, gerando neles ódio e aversão à Igreja. Depois, esses jovens, futuros jornalistas, escritores, artistas, profissionais liberais, passam a ser maus formadores de opinião; se incumbem de destruir nos corações dos jovens leitores, telespectadores e internautas a fé católica e o amor a Igreja. Ela é mostrada a eles como a "megera da história", a sanguinária, a culpada de todos os males, quando, na verdade, ela salvou e construiu a Civilização Ocidental a partir da queda do Império Romano do Ocidente. Outro fator preponderante nesta debandada de católicos para outras comunidades não católicas, é sem dúvida o contra testemunho de muitos católicos: leigos, sacerdotes e até alguns bispos. Nada pior para a fé católica do que isso, especialmente quando parte de um religioso. Penso que nem preciso explicar as razões disso. Mais um fator devastador para a fé católica são aqueles que dividem a Igreja Católica, não aceitando a orientação do Magistério da Igreja, se opondo ao Papa e às normas da Santa Sé. Infelizmente há muitos dentro da Igreja que se acham mais iluminados e preparados do que o Papa e ousam enfrentá-lo acintosamente. O nosso Papa disse que os piores inimigos da Igreja estão dentro dela. Diante disso tudo a Igreja não desanima e não se desespera; ela sabe que Jesus ressuscitado caminha com ela para salvar a humanidade. O Papa João Paulo II propôs uma NOVA EVANGELIZAÇÃO, que Bento XVI a impulsiona vivamente. Pedia o Papa beato uma evangelização "com novo ardor", "novos métodos" e "nova expressão", e graças a Deus isso tem acontecido. Os Seminários estão se enchendo. O número de padres está crescendo sensivelmente; padres novos, ardorosos, renovados. São jovens que buscam o sacerdócio com convicção e não por conveniência ou dúvidas outras. A Igreja renasce com os "Novos Movimentos" e as "Novas Comunidades", como disse João Paulo II, "a resposta do Espírito Santo para o novo milênio". Há que se priorizar nesse trabalho de resgate dos católicos o "ministério da acolhida", os sinais exteriores da fé católica, as homilias bem feitas, etc., como João Paulo II pediu aos bispos em 1996. Nosso Papa atual tem pedido uma Igreja de qualidade mas que de quantidade; porque a Igreja é como a pequena colher de fermento que leveda toda a massa; frágil e potente como um grão de mostarda. Professor Felipe Aquino

sábado, 24 de dezembro de 2011

E-mails ao Padre Léo 06 - 23/12/2011

E-mails ao Padre Léo 06 - 23/12/2011


José Gentil,Bth - Consagrado e Escritor


Esse seu jeito de viver primeiro para depois pregar me apaixona até hoje, sabe?


De: o mais gentil dos Josés
Assunto: então é natal...
Para: padreleo@ceuhotmail.com
Olá! Pai querido,


Tudo, nessa época do ano nos faz lembrar ainda mais do senhor, sabe?... Sobretudo quando se assiste pela televisão a correria das pessoas pelos shoppings e pelas lojas de departamentos. Recordo que uma certa vez, assim... Por esses dias mesmo que antecede o natal, quando o senhor fez uma homilia em uma missa lá no Quioscão em São João Batista, hum! Lembra?...


O senhor estava até “meio bravo” naquela noite. Lembro que, naquela noite, o senhor denunciou abertamente as oligarquias nacionais e potencias estrangeiras que em nome do consumismo, reduziram a maior festa cristã em mero negócio, em mera fonte de lucros. O senhor explicou ali, “tim tim, por tim tim”, o porque do senhor não admitir em Bethânia a figura do papai Noel, que nas suas palavras “é a grande farsa de todos os tempos.


Tudo mentira, Barba postiça, barriga postiça, cabelo postiço”, nem muito menos nunca gostou das bolinhas coloridas de enfeites. “muito bonitas por fora” o senhor bradava com toda força naquele Quioscão, “mas ocas por dentro” completava com a autoridade de profeta. E, ao mesmo tempo em que denunciava as manobras do “encardido” para desviar a atenção do povo, convidava-nos com ternura a viver o verdadeiro espírito natalino.


Convidava-nos a acolher Jesus no nosso coração, exortava-nos a transformar o nosso coração numa manjedoura e acolher Jesus menino; na pobreza, na simplicidade, na inocência, na fragilidade, e até mesmo no pecado e nas limitações do outro. Ah! Pai querido, aquela sua homilia mudou todo o olhar que eu tinha sobre o natal, me fez refletir sobre tanta coisa, sabe?...


E digo aqui algo que nunca lhe disse antes, talvez por “receio” ou mero respeito humano. Não sei... Mas vou lhe dizer agora: o senhor era especialista em “provocar” as pessoas, viu?... Provocava-nos para fazer com que tirássemos de nós o nosso melhor, era ou não era?... Pois é, fique sabendo que o mundo inteiro está sentindo falta da sua coragem, e da intrepidez de sua pregação, viu?...


Fique sabendo, que quando o senhor partiu para o céu, foi como que partisse o nosso defensor, aquele que não tinha medo de nos ajudar a quebrar as amarras da escravidão dos nossos vícios, do consumismo... Mesmo que para isso tivesse que mexer com os poderes tenebrosos que de certa forma “ governam” a sociedade moderna. Mas as suas palavras ressoam no nosso coração, e com muita força, sabe pai!...


Eu acredito que por causa da convicção com que o senhor pregava, ou muito mais que isso, por causa da coerência de vida que o senhor tinha, ah! Esse seu jeito de viver primeiro para depois pregar me apaixona até hoje, sabe? Pois é, o senhor é que está “de boa”, né?... Aí no céu, pertinho de Jesus...


Aquele que o senhor tanto lutou para que colocássemos como o centro de nossas vidas, e olhando para nós com aqueles seus olhões azuis dizendo: “pois é, suas antas, façam como eu fiz, não tirem nunca os seus olhos dos olhos de Jesus e vivam diariamente o verdadeiro natal”. Adianta dizer para o senhor “feliz natal?”, claro que não, pois o senhor já está mergulhado na felicidade e no natal que nunca passará.


Então... Beijos eternos...


jpiresbethania@hotmail.com
Fonte: http://www.bethania.com.br/artigos/e-mails-ao-padre-leo-06

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PT e Dilma são o pai e a mãe das mentiras e da corrupção.

seg, 28/11/2011 | Categoria: Notícias | Autor: Dom Luiz Bergonzini - Bispo Diocesano de Guarulhos

No dia 22 de outubro de 2010, escrevemos que “O PT é o Partido da Mentira e da Morte” . Escrevemos isso porque o PT mentiu no TSE para obter a apreensão dos documentos, apelidados pejorativamente de “panfletos”, que são legítimos, legais e verdadeiros, e porque o PT defende o assassinato de crianças inocentes, no útero de suas mães, através da a liberação do aborto.

Como fizemos em 2006 e 2008, antes das eleições presidenciais de 2010, escrevemos um documento denominado “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, publicado em 01.07.2010, para orientar o voto dos fiéis de Guarulhos contra os candidatos contrários aos princípios cristãos, entre eles a candidata à presidência Dilma Rousseff, favorável à liberação do aborto.

Posteriormente, a seção regional de São Paulo da CNBB, denominada CNBB-Regional Sul-1, que representa e compreende as 41 Dioceses do estado de São Paulo, produziu o documento denominado “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, assinado por três Bispos, no qual orientou o voto contra os candidatos partidários da liberação do aborto. A CNBB-Regional Sul-1 liberou a impressão do documento para todas as Dioceses, pastorais e organizações que defendem os princípios cristãos, para que o distribuíssem a quem quisessem.

A candidata Dilma Rousseff e seu grupo político pediram, ao Tribunal Superior Eleitoral, a apreensão dos documentos – “panfletos” – impressos, que ainda estavam na gráfica, sob duas alegações mentirosas: que o documento era falso e que havia crime contra o PT e contra a candidata Dilma, porque o documento dizia que o PT sempre defendeu a liberação do aborto.

A propagação contínua da mentira pelo PT e seus aliados nas eleições de 2010 – os partidos comunistas seguem a máxima do líder propagandista de Hitler, Joseph Goebbels, segundo a qual “uma mentira dita cem vezes torna-se verdade”, foi tão forte que até utilizou o Bispo de Jales, Dom Demétrio Valentini, para conceder entrevista a jornal de Guarulhos e dizer que nós tínhamos cometido ”crime eleitoral”.

Provamos, no TSE, que o documento assinado pelos três Bispos é verdadeiro e provamos que o PT e a candidata Dilma defendem, sim, a liberação do aborto. E o Ministério Público Federal garantiu que não praticamos crime eleitoral e pediu a devolução do material para a Diocese de Guarulhos. O TSE mandou a Polícia Federal devolver o material apreendido. A documentação está todinha em nosso blog, www.domluizbergonzini.com.br. A Igreja Católica tem o direito legítimo de defender o Evangelho e seus princípios, em qualquer época.

Naquele momento e de repente, a candidata Dilma Rousseff, para enganar os católicos e cristãos, se declarou “devota” de Nossa Senhora Aparecida e até foi ao Santuário da Padroeira do Brasil. Se católica ou cristã fosse, ela deveria ter promovido uma missa antes de sua posse como presidente. Quem é católico, não precisa se envergonhar de sê-lo.

Se devota de Nossa Senhora Aparecida fosse, teria, como todos os devotos têm, uma imagem da Mãe de Jesus Cristo em seu gabinete de trabalho. Em vez disso, no seu primeiro dia de trabalho, ela mandou retirar Jesus Cristo Crucificado e a Bíblia do seu gabinete.

Aguardamos, ansiosamente, que ela comparecesse em Aparecida, no dia 12 de outubro de 2011, para demonstrar sua devoção a Nossa Senhora Aparecida e mostrar para todos os brasileiros e para o mundo que ela não havia enganado os cristãos brasileiros para obter votos em 2010. E que, pelo menos, confessasse e comungasse. Porém, nada disso aconteceu.

O povo brasileiro está enredado por mentiras. Já vimos acima o caso da apreensão ilegal dos documentos da Igreja, nas eleições de 2010. No caso das mortes maternas dizem, mentirosa e preconceituosamente, que as mulheres morrem por serem negras ou pobres; na verdade elas morrem pela precariedade do SUS e do sistema de saúde que lhes é oferecido (Brasil recebe condenação inédita da ONU por morte materna).

A mentira gera ou tenta esconder a corrupção e interesses escusos. Lula apresentou Dilma como “gerentona” do governo, que sabia de tudo e conhecia todos os ministros. Nunca antes na história deste país houve tantos ministros, nomeados pelo presidente da república, afastados por denúncias de corrupção (AQUI).

O povo brasileiro está tentando lutar contra as mentiras e a corrupção. Os brasileiros somente conseguirão combatê-las se começarem, como digo sempre, a “dar nomes aos bois”, ou dar os nomes dos pais e da mães das mentiras e da corrupção.

Lembram-se como antigamente davam nomes aos bois? Era assim: Fora Ditadura, Fora Collor, Fora FHC, e tantos outros “foras”. Agora, os brasileiros precisam fazer o mesmo. No caso do governo federal, os nomes do pai e da mãe das mentiras e da corrupção, ou maracutaias, como diziam antigamente, ou malfeitos, como dizem agora, são o PT e Dilma. No caso dos governos estaduais, os nomes são os dos governadores. E no caso dos governos municipais, os nomes são os dos prefeitos.

As pessoas estão com medo de dar os nomes dos responsáveis. Não tenham medo de dizer: Fora PT, Fora Dilma, Fora (Fulano de Tal), seja governador, prefeito, deputado, vereador, enfim, fora todos os que consomem até 69 bilhões de reais em atos de corrupção, sugados dos impostos pagos com muito sacrifício pelos brasileiros. Fora os que querem afastar o povo dos princípios morais cristãos e mantê-lo sem educação, sem segurança e, principalmente, sem atendimento de saúde suficiente para garantir uma vida digna para cada brasileiro – a vida é uma dádiva divina-, desde o momento da fecundação até a morte natural na velhice.

“NÃO LEVANTARÁS FALSO TESTEMUNHO CONTRA TEU PRÓXIMO”.(Ex 20,16) é o mandamento. Levantar falso testemunho é mentir, como mentiram na época das eleições e continuam mentindo.

Chega de mentiras! Chega de corrupção!

Não tenham medo! Vamos, juntos, restaurar os princípios morais cristãos e Mudar o Brasil.

22.11.2011

Dom Luiz Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos