domingo, 19 de maio de 2013

Sabedoria que o tempo nos dá...

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa: - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo. O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente. - Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. > Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. > Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? > Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. > Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. > Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. > Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte. > Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. > Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época? Autor desconhecido...

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Conheça a história de 5 crianças que foram criadas por animais

Elas não tiveram o apoio e a criação de pais humanos, e foram “adotadas” por animais que passaram as considerar como membros do grupo. Casos de crianças criadas por animais, além de despertar grande curiosidade e levar à criação de lendas, levantam uma questão: seríamos nós, resultado exclusivo dos nosso genes, ou as experiências sociais que vivemos determinam o nosso comportamento? Reflita sobre o tema conhecendo alguns casos que separamos de crianças criadas por animais: 1. Oxana Malaya >> Filha de pais alcoólatras, Oxana, nascida em 1983, passou grande parte da sua infância, dos 3 até os 8 anos, vivendo em um canil no quintal da casa da família em Novaya Blagoveschenka , da Ucrânia. Sem atenção e acolhimento dos pais, a menina encontrou abrigo entre os cães e se refugiou num barracão habitado por eles nos fundos da casa. Isso fez com que a menina aprendesse seus comportamentos. O vínculo com a matilha de cães era tão forte que as autoridades que vieram para salvá-la foram expulsas na primeira tentativa pelos cães. Suas ações eram iguais aos sons de seus cuidadores. Ela rosnou, latiu, andou por todos os lados como um cão selvagem, cheirou a comida antes de comer, e foi encontrado nela sentidos extremamente aguçados de audição, olfato e visão. Ela só sabia dizer “sim” e “não” quando ela foi resgatada. Quando foi descoberta, Oxana achou difícil de adquirir habilidades sociais e emocionais humanas . Ela tinha sido privada de estimulação intelectual e social, e seu único apoio emocional veio dos cães que ela vivia. Quando foi encontrada em 1991, mal conseguia falar. Desde 2010, Oxana reside em um lar para deficientes mentais, onde ela ajuda a cuidar das vacas na fazenda da clínica. Ela afirma que é mais feliz quando está entre os cães. 2. John Ssebunya >> Depois de ver sua mãe sendo assassinada pelo seu pai, um garoto de 4 anos, chamado de John Ssebunya fugiu para a floresta. Ele foi encontrado, em 1991, por uma mulher chamada Millie, integrante de uma tribo de Uganda. Quando foi visto pela primeira vez, Ssebunya estava escondido em uma árvore. Millie voltou para o vilarejo onde vivia e pediu ajuda para resgatá-lo. Ssebunya não apenas resistiu como também foi defendido por sua família adotiva de macacos. Quando foi capturado, seu corpo estava recoberto por ferimentos e seus intestinos infestados por vermes. No começo, Ssebunya não sabia falar e nem chorar. Depois, ele não apenas aprendeu a se comunicar como, também, aprendeu a cantar e tomou parte em um coral infantil chamado Pearl Of Africa (“Pérola da África”). Ssebunya foi tema de um documentário produzido pela rede BBC, exibido em 1999. 3. Madina >> O caso de Madina é parecido com o primeiro aqui mostrado – ela também era filha de mãe alcoólatra, e foi abandonada, vivendo praticamente até seus 3 anos sendo cuidada pelos cães. Quando foi encontrada, a menina sabia somente 2 palavras – sim e não – e preferia se comunicar como os cães. Por sorte, devido a pouca idade, a menina foi considerada física e mentalmente saudável, e acredita-se que ela tem todas as chances de levar uma vida relativamente normal quando crescer. 4. Vanya Yudin >> Em 2008, em Volgogrado, na Rússia, assistentes sociais encontraram um garoto de 7 anos de idade, vivendo entre pássaros. A mãe da criança o criou dentro de um apartamento minúsculo, cercado por gaiolas de pássaros e alpiste. Chamado de “menino-pássaro”, a criança era tratada como ave por sua mãe – que jamais falava com ele. A mulher não agredia a criança e nem deixava com que ela passasse fome, mas deixou para os pássaros a tarefa de ensinar a criança a falar. De acordo com o jornal Pravda, o menino piava ao invés de falar e, quando percebia que não estava sendo entendido, começava a abanar os braços do mesmo modo que os pássaros batem as asas. 5. Rochom Pn’gieng >> A chamada Garota da Selva é uma mulher cambojana que emergiu da selva naProvíncia de Ratanakiri , Camboja em 13 de janeiro de 2007. Uma família em uma vila próxima alegou que a mulher era sua filha de nome Rochom Pn’gieng (nascida em 1979) com 29 anos de idade que havia desaparecido 18 ou 19 anos antes. Ela chamou a atenção internacional depois de sair suja, nua e assustada da selva densa da Província remota de Ratanakiri no nordeste do Camboja em 13 de janeiro de 2007. Depois que um morador notou o sumiço de alimentos de uma caixa, ele demarcou a área, localizou a mulher, reuniu alguns amigos e a pegou. Ela foi reconhecida por seu pai, o policial Ksor Lu, por causa de uma cicatriz nas costas. Ele disse que Rochom P’ngieng ficou perdida na selva cambojana com a idade de oito anos quando pastoreava búfalos com sua irmã de seis anos de idade (que também desapareceu). Uma semana depois de ser descoberta, ela apresentou dificuldades para seajustar à vida civilizada. A polícia local informou que ela só foi capaz de dizer três palavras: “pai”, “mãe” e “dor de barriga”. A família assistiu Rochom P’ngieng o tempo todo para ter certeza de que ela não fugiria de volta para a selva, como ela tentou fazer várias vezes. Sua mãe sempre tinha que colocar as roupas novamente quando ela tentava tirá-las. Em maio de 2010, Rochom P’ngieng fugiu de volta para a selva. Apesar do empenho nas buscas, não conseguiram mais encontrá-la. by Jaque Barbosa

Você tem um amor saudável?

Você pode estar se perguntando: Amor saudável? Por acaso, existe algum que não seja?. Respondo que sim. Quem não conhece aquela mãe que vive só para os filhos? Ou a mulher sem vida própria, que atua exclusivamente em função do marido? E mesmo aquele pai, cuja única motivação é o bem estar material da família? É uma verdadeira renúncia à própria vida, que se torna vazia e sem projetos. Infelizmente vemos muita gente depositando sua vida, suas expectativas e seu futuro, nas mãos do ser amado. Isso não se recomenda a ninguém porque, o ser humano, por mais que ame os outros - o que é até nobre -, tem o direito e o dever de dedicar-se a si próprio como um indivíduo que precisa ter sonhos, vontades e tentar ser feliz. Todo mundo precisa ter na sua vida momentos seus, para fazer o que gosta - mesmo que tenha neles a companhia de alguém querido. Da mesma forma que todos devem encontrar um momento para cuidar-se, praticar atividades físicas, ir ao seu cabeleireiro, realizar seus exames médicos preventivos e periódicos, cuidar de sua espiritualidade, curtir seu hobby, divertir-se. Isso é amar-se; é exercer um amor saudável para com você mesmo. Assim, não teremos que depositar nossa felicidade nas mãos dos outros. Há os que amam tanto que, não raro, sufocam a outros. Exigem correspondência irrestrita, esperam exclusividade, desejam reciprocidade total, como se todos fossem obrigados a retribuir seu bem querer na mesma medida. As coisas não são bem assim, porque cada pessoa tem uma percepção quanto ao amor que recebe. Importante saber que todos os sentimentos, certezas e angústias vividos na infância vêm à tona como um tsunami quando somos confrontados com algo novo ou diferente. Aqueles que tiveram em casa uma afirmação de amor consciente, que é o amor que permite educar, corrigir, discordar e ainda assim, quere bem e cuidar, estarão mais aptos a encarar as armadilhas que nosso crescimento apresenta. Já alguém que cresceu recebendo sinais de afeto confusos, tenderá a reproduzir esse tipo de afeto. E isso é fácil de reconhecer. É quem cresceu em uma família que presenteia materialmente muito mais do que afetivamente. É o pai que nunca tem tempo pro filho e para compensar essa distância sempre chega em casa com um mimo. Ou a mãe que entope a criança de comida, desdobrando-se para fazer pratos e mais pratos ao invés de dizer verdadeiramente que ama essa mesma criança. Como é previsível, a pessoa vinda desse cenário terá mais dificuldade em se relacionar com gente que não tem esse comportamento. Outro aspecto é que o temperamento influencia cada pessoa em sua maneira de expressar os seus sentimentos. Alguns os demonstram explicitamente, outros mais timidamente e há os que são naturalmente frios ou desligados e nunca demonstrarão nada. Por isso, muita gente sofre à toa e não sabe o que fazer para arrancar do outro uma demonstração de sentimentos recíprocos. Quando se trata do relacionamento entre os sexos, a situação é ainda pior. A paixão, o desejo e muitos outros sentimentos não tão perceptíveis, potencializam as diferenças. Importante destacar que há várias diferenças comportamentais entre as pessoas, o fato de que mulher e homem são desiguais, pela própria natureza dos sexos, portanto nenhum dos dois pode medir as reações do outro tomando por base as suas próprias. Em geral, o amor é saudável quando a pessoa amada, que nos corresponde, é uma figura que permeia toda a nossa vida, mas não é a nossa vida. Cada qual ainda é dono do caminho no qual já vinha andando antes e ninguém pode determinar até quando os dois caminhos continuarão paralelos e próximos. A não aceitação desses fatos é que transforma num incômodo um relacionamento que tem tudo para nos complementar a contento e inspirar ainda mais a nossa existência. Portanto, aquelas afirmações do tipo "ele é o ar que eu respiro", "meus filhos são a minha vida", "morro de ciúmes dos meus amigos" e outras parecidas, revelam insegurança, imaturidade e uma indesejável dependência doentia do outro. Ao contrário, estando bem com nós mesmos, teremos melhores condições de selecionar quem merecerá nosso amor, nossa atenção e nossa dedicação. Para encerrar afirmo que um amor saudável é um sentimento nobre e elevado, que nos engrandece e coloca a presença do melhor que somos na vida de outra pessoa. É aquele em que há respeito espontâneo, atenção, compreensão, aceitação da nossa falha condição de humanos e a contínua busca por conhecer cada vez mais o outro, no sentido de dar a ele o que realmente precisa, dentro do que está ao nosso alcance. No clima desse amor saudável, temos que receber de bom grado e valorizar o que o outro nos dá naturalmente, sem querer que ele seja a solução para tudo ou que nos coloque acima de tudo. O importante é cada um ter o seu devido lugar na vida do outro, preservando a individualidade de ambos e aproveitando da melhor forma o que essa presença em nossa vida possa nos proporcionar. Por Alessandro Vianna

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Como encontrar a pessoa certa

Na sua maioria, os jovens procuram alguém que os atraia, com quem possam iniciar uma relação e – se não surgem grandes crises ao longo do caminho, ou mesmo que surjam – cheguem ao casamento. Uma vez casados, só resta esperar que o matrimônio dê certo. Mas há uma via melhor: começar por definir bem o que se procura e depois pôr-se a caminho. Pense na sua salvação Essa pessoa que quero escolher ajudar-me-á a alcançar o Reino de Deus? Esta é a primeira indagação que se deve fazer. Para qualquer católico, o primeiro objetivo antes de iniciar qualquer tarefa deveria ser a própria salvação. Que tipo de pessoa ajudará você a salvar-se? Pelo que tenho observado, a melhor escolha nos dias que correm é, sem dúvida, a de uma católica firmemente praticante. Por quê? Porque o ambiente de hoje é de uma verdadeira crise moral. Olhemos com objetividade para os obstáculos que os jovens enfrentam atualmente; clima favorável ás relações sexuais durante o namoro; aborto e anticoncepção (muitos anticoncepcionais são abortivos); um só filho ou, quando muito, dois (os bons católicos tendem a superar a taxa média); desleixo ou indiferença quanto ao culto dominical; adiantamento do batismo dos filhos e da educação na fé; escolarização sem dar preferência a uma escola católica de bom nível, etc. E a lista parece crescer de dia para dia. Você vai compartilhar intimamente a sua vida com a pessoa com quem vai se casar. Ninguém na terra estará mais perto de você, nem seu pai nem a sua mãe (cfr. Gên 2, 24.) Deseja realmente passar grande parte do tempo da sua vida casado discutindo sobre a anticoncepção ou a assistência à Missa dominical? Não preferirá contar com alguém que apóie em vez de brigar com você? Já é bastante difícil que cada qual se salve, e ainda por cima arrastar pela vida fora um cônjuge descontente? Mas não é possível relacionar-se com uma pessoa não católica? Claro que é. Agora, se esses temas morais costumam ser difíceis para católicos, quanto mais entre os não católicos! De qualquer modo, a questão resume-se em averiguar se a pessoa que você procura está aberta aos critérios morais da Igreja. E ainda que seja mais difícil, pode perfeitamente acontecer que encontre uma pessoa piedosa de religião protestante que entenda a bondade da fé católica. Que acontece se você encontra uma pessoa católica não praticante que parece encantadora? A minha opinião tem sido sempre a mesma: se durante os seis primeiros meses de namoro essas pessoas não passam a praticar sinceramente, é provável que nunca aceitem Cristo ou a Igreja. Mas a responsabilidade não é algo pessoal? Sem dúvida. Por acaso, porém, você não procura garantir todas as probabilidades de êxito quando quer ganhar uma partida de beisebol ou vai assinar um contrato? Por que atar uma mão às costas quando o que está em jogo é a sua meta definitiva, a vida eterna? Alguém poderia dizer-me: “Bem, padre, para o senhor é fácil dizer, mas se já é difícil encontrar alguém que me agrade, será quase impossível se acrescentar mais condições!” Estou de acordo que o campo é realmente reduzido. Mas lembre-se de que Deus não lhe disse: “Já lhe dei uma vocação para o matrimônio. Agora mexa-se e procure alguém por sua conta.” Deus está aí pra ajudar. Se você disser: “Senhor, procuro alguém que Vos ame, e assim poderemos alimentar-nos mutuamente com esse amor”, acha que Deus dirá: “Pois bem, boa sorte”? Penso que dirá: “Ótimo. Vou ajudá-lo a encontrar alguém”. E como você sabe que alguém é bom católico? O que você não deve fazer é perguntar, mas observar. Porque é fácil que uma pessoa se declare boa católica, ainda que não tenha rezado numa igreja durante anos. Comece por observar: Vai à Missa aos domingos? Confessa-se? Deseja viver a castidade, não por você, mas por Cristo? Reza habitualmente? Deseja rezar com você? Fala destes temas? (Costuma acontecer que, se alguém se nega a falar da sua vida espiritual, é porque não a tem. Se você anda pensando em casar-se com ele/ela, tem o direito de saber como se relaciona com o melhor amigo que você tem: Deus). Deseja conhecer melhor através das leituras, etc? Compreende que seguir Cristo e amar o próximo exige sacrifícios? À medida que o relacionamento se for desenvolvendo, surgirão oportunidades de você manifestar alguns aspectos da sua vida espiritual e ver como a pessoa responde. Se nunca obtém uma resposta, pode ser um pouco mais direto: “Quer que rezemos juntos alguma vez?” Se responde que se trata de uma questão demasiado pessoal, pode dizer-lhe que é precisamente o que você procura: uma relação pessoal. Ao fim e ao cabo, há algo mais pessoal que o matrimônio? Não se vendam barato. Não transijam nesta matéria nem se rendam antes de começar, como fazem muitos. Encontrar um companheiro/a assim exige esforço, mas é perfeitamente possível, como já vi tantas vezes. A questão dos filhos Ele/ela quer ter filhos? Quer uma família numerosa, ou deseja limitar o número por temor ou egoísmo? A Igreja louva os esposos que “de comum acordo, ponderando bem, aceitam com magnanimidade uma prole mais numerosa para educá-la dignamente”. [1] Essa pessoa dedicar tempo ao cuidado dos filhos? Será paciente com eles? Todo o pai ou mãe deve ser flexível e saber agachar-se ou sentar-se no chão ao lado dos filhos, entre lápis de cor e brinquedos desordenados. É responsável? Pode ser firme e amável ao mesmo tempo? Algumas características serão difíceis de descobrir, mas se ambos passarem algum tempo falando sobre crianças – sobrinhos, sobrinhas ou filhos de amigos -, poderão conhecer-se neste aspecto. Não é preciso que o seu futuro cônjuge seja um psicólogo especializado em crianças, mas deve interessar-se por educar. Avaliar pessoa é boa comunicadora? Sabe dar-lhe a conhecer com tato o que a desgosta no seu comportamento? Se é dessas ou desses que depois dirão: “Ó seu vagabundo, você sempre deixa a roupa no chão!”, não promete uma vida conjugal muito feliz. É necessário verificar se, pelo contrário, saberá pedir deste modo: “Querido, já sabe o quanto lhe quero e como aprecio tudo o que você faz por mim. Por favor, poderia pôr a roupa suja na cesta? Assim me poupa muito trabalho”. A habilidade de elogiar o cônjuge quando se procura corrigi-lo dá bons frutos na vida de casados. O truque consiste em você ser capaz de fazer uma advertência de forma positiva, sem brigar. Falaremos mais sobre isto no capítulo da comunicação. por Pe. Thomas Morrow Extraído do livro “Namoro Cristão em um mundo supersexualizado”

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Consagração a Nossa Senhora de Fátima do ministério do Papa Francisco.

Na manhã deste 13 de maio, o Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, juntamente com o episcopado português, consagrou o pontificado de Francisco a Nossa Senhora de Fátima. Eis na íntegra a consagração: Virgem Santíssima, 1. Estamos a Vossos pés, os Bispos de Portugal e esta multidão de peregrinos, no 96.° aniversário da Vossa Aparição aos Pastorinhos, nesta Cova da Iria, para dar cumprimento ao desejo do Papa Francisco, claramente expresso, de Vos consagrar a Vós, Virgem de Fátima, o seu Ministério de Bispo de Roma e de Pastor Universal. Assim Vos consagramos Senhora, Vós que sois Mãe da Igreja, o Ministério do novo Papa: enchei o seu coração da ternura de Deus, que Vós experimentastes como ninguém, para que ele possa abraçar todos os homens e mulheres deste tempo com o amor do Vosso Filho Jesus Cristo. A humanidade contemporânea precisa de sentir-se amada, por Deus e pela Igreja. Só sentindo-se amada vencerá a tentação da violência, do materialismo, do esquecimento de Deus, da perda do rumo que a conduzirá a um mundo novo, onde o amor reinará. Dai-lhe o dom do discernimento para saber identificar os caminhos da renovação da Igreja; dai-lhe coragem para não hesitar em seguir os caminhos sugeridos pelo Espírito Santo; amparai-o nas horas duras de sofrimento, a vencer, na caridade, as provações que a renovação da Igreja lhe trará. Estai sempre a seu lado, pronunciando com ele aquelas palavras que bem conheceis: “Eu sou a Serva do Senhor, cumpra-se em Mim a Tua Palavra”. 2. Os caminhos de renovação da Igreja levam-nos a redescobrir a atualidade da Mensagem que deixastes aos Pastorinhos: a exigência da conversão a Deus que tem sido tão ofendido, porque tão esquecido. A conversão e sempre um regresso ao amor de Deus. Deus perdoa porque nos ama. É por isso que o Seu amor se chama misericórdia. A Igreja, protegida pela Vossa solicitude maternal e guiada por este Pastor, tem de se afirmar, sempre mais, como Lugar da conversão e do perdão, porque nela a verdade exprime-se sempre na caridade. Vós indicastes a oração como o caminho decisivo da conversão. Ensinai a Igreja, de que Sois membro e modelo, a ser, cada vez mais, um povo orante, em comunhão com o Santo Padre, o primeiro orante deste povo e também em comunhão silenciosa com o anterior Papa, Sua Santidade Bento XVI, que escolheu o caminho do orante silencioso, desafiando a Igreja para os caminhos da oração. 3. Na Vossa Mensagem aos Pastorinhos, aqui na Cova da Iria, pusestes em relevo o Ministério do Papa, “o Homem vestido de branco”. Três dos últimos Papas fizeram-se peregrinos do Vosso Santuário. Só Vós, Senhora, no Vosso amor maternal a toda a Igreja, podeis pôr no coração do Papa Francisco o desejo de ser peregrino deste Santuário. Não é algo que se lhe possa pedir por outras razões; só a cumplicidade silenciosa entre Vós e Ele o levara a sentir-se atraído por esta peregrinação na certeza de que será acompanhado por milhões de crentes, dispostos a ouvir de novo a Vossa Mensagem. Aqui, neste Altar do mundo, ele poderá abençoar a humanidade, fazer sentir ao mundo de hoje que Deus ama todos os homens e mulheres do nosso tempo, que a Igreja os ama e que Vós, Mãe do Redentor, os conduzis com ternura aos caminhos da salvação. Fátima, 13 de Maio de 2013 Dom José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa e Presidente da Conferência dos Bispos de Portugal FONTE: AGÊNCIA ECCLESIA

"VATICANO INFORMA QUE NÚMERO DE CATÓLICOS CRESCE E REPRESENTA 17,5% DA POPULAÇÃO MUNDIAL".

O mundo conta com 1,214 bilhão de católicos, o que representa 17,5% do total de sua população, segundo os dados do Anuário Estatístico Eclesial, informou o Vaticano. A parcela de católicos aumentou 1,5% em relação a 2010, quando havia 1,196 bilhão de pessoas desta vertente do cristianismo. Um número que, comparado com o crescimento demográfico mundial durante esse ano, que foi de 1,23%, deixa praticamente "invariável" o número dos fiéis católicos, disse o Vaticano em nota oficial. O maior aumento de católicos foi registrado na África: 4,3%, continente que entre 2010 e 2011 teve um aumento de 2,3% em sua população. O número de bispos passou de 5.104 em 2010 a 5.132 um ano depois, o que representa um aumento de 0,55%. O aumento foi registrado sobretudo na Oceania (4,6%) e na África (1%), enquanto Ásia e Europa ficaram ligeiramente abaixo da média mundial e na América não houve variações. O número de sacerdotes também aumentou, passando na último década (de dezembro de 2001 a dezembro de 2011) de 405.067 a 413.418, o que representa um crescimento de 2,1%. Os diáconos permanentes passaram nessa década dos 29.000 de 2001 aos 41.000 de 2011. O total de religiosas, no entanto, caiu de 792.000 em 2001 para as atuais 713.000. Por continentes, na Europa a queda foi de 2%, na Oceania 21% e nas Américas 17%, enquanto houve aumento em África (28%) e Ásia (18%). Os candidatos ao sacerdócio, diocesanos e religiosos passaram dos 112.244 de 2001 a 120.616 em 2011, com um aumento de 7,5%. O aumento mais forte ocorreu em África (30,9%) e Ásia (29,4%) enquanto na Europa e nas Américas houve queda de 21,7% e 1,9%, respectivamente. by Eu amo ser católico

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Mulher narra o drama de ser criada por pai homossexual

Com a finalidade de mostrar a influência negativa que as crianças sofrem quando são criadas por pais homossexuais, a canadense Dawn Stefanowicz publicou o livro “Out from Under: The Impact of Homossexual Parenting”( Fora da escuridão. O impacto da paternidade homossexual), onde narra sua experiência de crescer em um lar com um progenitor gay. “A pequena Cynthia Dawn -este é seu nome completo- nasceu em Toronto nos anos 60 em umas condições de grave mal-estar familiar e pessoal, em grande parte, ignoradas deliberadamente pelo mundo dos adultos, começando pelos seus professores”, explica um artigo escrito pela neuropsiquiatra infantil Caterina Saccà. A menina, indicou, “sente-se traída afetivamente por um pai ausente, na busca contínua de relações homossexuais com casais de convivência ou ocasionais, e sem o cuidado adequado de uma mãe que, por sua vez, precisa de ajuda (devido à diabete). Cynthia entra em uma espiral de confusão e vergonha alimentada pela exposição direta e precoce a práticas de natureza explicitamente sexual”. O texto difundido através da página Web familyandmedia.eu, narra que logo depois de cair em “um estado de destruição da personalidade e da dignidade humana”, Dawn conseguiu na vida adulta reconciliar-se com seu passado “complicado e traumático” graças a anos de terapia “e a profunda fé em Deus”. “Somente depois da morte do pai -derrotado pela AIDS como muitos dos seus companheiros sexuais- e logo após da morte da mãe; esta mulher convertida com o passar dos anos em esposa e mãe de um menino e uma menina, teve a coragem de tornar pública sua terrível experiência, com o fim de ‘mostrar a todos como as estruturas familiares podem incidir negativamente no desenvolvimento das crianças’”, acrescentou o site. Atualmente, divulgar seu testemunho se converteu para Dawn Stefanowicz em “uma batalha a favor do bem-estar dos filhos e da importância da família natural -instituição natural fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher- e contra a legalização das adoções e das uniões homossexuais”. Nesse sentido, Saccà esclarece que “qualificar precipitadamente como homófobas, enganosas ou desleais, as argumentações que defendem a paternidade natural, além de ser reducionista, não contribui com elementos significativos de crescimento e de novidade em um debate destinado ao público, na ausência de uma mudança de rumo, para escorregar no pântano dos estéreis combates ideológicos”. Sobretudo, indicou, a perita tendo em conta resultados como o da recente pesquisa realizada no Reino Unido pela agência ComRes (encomendado pela fundação Catholic Voices), que mostra “como os mesmos gays e transexuais não consideram o matrimônio homossexual uma prioridade”. “Portanto, em vésperas de decisões destinadas indevidamente a reavivar a polêmica (…), chegam também testemunhos fortes como o de Dawn Stefanowicz, capazes de oferecer elementos concretos para a reflexão sobre a identidade e responsabilidade dos pais de família. São testemunhos que podem, ao menos uma vez, colocar-nos com os pés na terra”, finalizou. ACI/EWTN Noticias Mais informações sobre o testemunho de Dawn Stefanowicz no site (em inglês): http://www.dawnstefanowicz.org/index.html