quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Enfermeira revela os 5 maiores arrependimentos das pessoas em seus leitos de morte.

Por muitos anos eu trabalhei em cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que tinham ido para casa para morrer. Algumas experiencias incrivelmente especiais foram compartilhadas. Eu estava com eles nos últimos três a doze semanas de suas vidas. As pessoas crescem muito quando eles são confrontados com a sua própria mortalidade. Eu aprendi a nunca subestimar a capacidade de alguém para o seu crescimento. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um experimentou uma variedade de emoções, como esperado, negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, finalmente, aceitação. Cada paciente encontrou sua paz antes deles partirem, cada um deles. Quando questionados sobre algum arrependimento que tiveram ou qualquer coisa que faria diferente, temas comuns vieram à tona. Aqui estão os cinco mais comuns: 1 . Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira a mim mesmo, e não a vida os outros esperavam de mim. Este foi o arrependimento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinham honrado nem metade dos seus sonhos e morreram sabendo que foi devido às escolhas que fizeram, ou não fizeram . É muito importante tentar e honrar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que muito poucos percebem, até que já não tem. 2 . Eu gostaria de não ter trabalhado tão duro. Isto veio de cada paciente do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam a juventude de seus filhos e o companheirismo do parceiro. As mulheres também falaram sobre esse arrependimento. Mas, como a maioria eram de uma geração mais velha, muitos dos pacientes do sexo feminino não tinha sido a pessoa que sustentava a casa. Todos os homens que companhei lamentou profundamente gastar tanto de suas vidas na esteira de uma existência de trabalho. Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não precisar da renda que você acha que precisa. E criando mais tempo livre em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, aquelas mais adequados ao seu novo estilo de vida. 3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos . Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos a fim de manter a paz com os outros. Como resultado, eles se estabeleceram por uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de se tornar. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que carregavam, como resultado. Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas podem, inicialmente, reagir quando você mudar a maneira que você está falando com honestidade, no final ele levanta a relação à um nível totalmente novo e saudável. Ou isso ou ele libera o relacionamento doentio de sua vida. De qualquer maneira , você ganha. 4 . Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos. Muitas vezes eles não percebem verdadeiramente os benefícios de velhos amigos até estarem em seu leito de morte, e nem sempre foi possível re-encontrá-los nestes últimos momentos. Muitos haviam se tornado tão envolvidos em suas próprias vidas que tinha deixado amizades de ouro escaparem nos últimos anos. Havia muitos arrependimentos profundos sobre não dar às amizades, o tempo e esforço que mereciam. Todo mundo sente falta de seus amigos quando estão morrendo. É comum que qualquer um com um estilo de vida agitado, deixar amizades escorregarem, mas quando você se depara com a sua morte se aproximando, os detalhes físicos da vida caem. As pessoas querem colocar suas finanças em ordem, se possível. Mas não é dinheiro ou status que tem a verdadeira importância para eles. Eles querem arrumar as coisas para o benefício daqueles quem amam. Normalmente, porém , eles estão muito doentes e cansados de gerir esta tarefa. E tudo se resume ao amor e relacionamentos no final. Isso é tudo o que resta nas semanas finais, amor e relacionamentos. 5. Eu gostaria que eu tivesse me deixar ser feliz. Este é surpreendentemente comum. Muitos não percebem, até o fim de que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto” da familiaridade transbordou em suas emoções, bem como as suas vidas físicas. O medo da mudança os fazia fingir para os outros e para si mesmos, que estavam satisfeitos. Quando lá no fundo, eles ansiavam rir e ser bobos em sua vida novamente. Quando você está no seu leito de morte, o que os outros pensam de você há um longo caminho a partir de sua mente. Como é maravilhoso ser capaz de relaxar e sorrir novamente, muito antes de você estar morrendo . A vida é uma escolha. É a sua vida . Escolha conscientemente , escolha sabiamente, escolha honestamente . Escolha a felicidade. http://worldobserveronline.com/

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Cancelei a minha conta no WhatsApp

Quando uma ferramenta criada para ajudar na comunicação começa a tomar o rumo absolutamente contrário, chega a hora de abandonar o barco Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito "nefasto" que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo. A palavra "nefasto" pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook. As pessoas ao redor desses "ultra conectados" parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro). O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: "Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver... muito engraçado. Estou enviando para o seu". Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras. A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando "artigo de luxo". Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing... Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros. Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social. As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo. Que tal refletir Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular? Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se "dedica" a eles? Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram. Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual. Enquanto isso não acontece, acho melhor deixar minha conta do WhatsApp cancelada. por Daniel Silva

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Por que o Papa Francisco beija os doentes e deformados?

Como o Papa Francisco pôde ter beijado aquele homem desfigurado, coberto de verrugas e tumores? Como ele pôde beijar a deformidade? E agora ele vem novamente e abençoa e abraça um outro homem com rosto terrivelmente desfigurado. São Francisco beijou um leproso. Se você já viu um leproso, percebeu que, em estágios avançados, eles se parecem com o homem que o Papa Francisco beijou. Se você já viu vítimas que precisaram de transplante de rosto, percebeu o horror e desespero que elas sentem todos os dias, como também a repulsa e rejeição dos outros ao vê-las. A lepra cobre o rosto de erupções, feridas e deformidades. Confira as fotos de antes e de depois de São Damião de Veuster, sacerdote belga que passou a vida servindo os leprosos na ilha de Molokai, onde acabou contraindo a doença e também morrendo em decorrência dela. O que leva as pessoas a abraçarem o horror? O que as leva a entrar nos lugares mais difíceis da compaixão? O que pensar de Santo Isaac Jogues, o missionário jesuíta cujos dedos foram extraídos por bárbaros Mohawks? Depois de conseguir escapar e retornar à França, ele pediu para voltar aos Mohawks, onde sofreu mais agonias e foi decapitado. Por que Damião de Veuster partiu para Molokai? Ele se ofereceu. Por que Isaac Jogues voltou aos Mohawks? Ele disse que os amava. Por que São Francisco beijou um leproso? Por que Santa Catarina de Sena beijava as feridas deles? Todos les viram ali a beleza. Por que Jorge Bergoglio beija o homem doente e abençoa o desfigurado? Por que eles fazem essas coisas quase incompreensíveis? Eles estavam querendo aparecer? Estavam loucos? Não. Eles estavam fazendo o que queriam. Algo aconteceu a essas pessoas comuns para fazê-las querer o que a maioria de nós gostaria de afastar para bem longe. O que essas pessoas radicalmente radiantes, como Francisco, Damião e Isaac, demonstram é algo que os ortodoxos chamam de "divinização". Nós vemos brilhar em suas vidas a profunda verdade da mensagem cristã. Elas não estão simplesmente dando um bom exemplo. É algo mais do que isso. Essas pessoas foram transformadas em seu interior. Elas se tornaram totalmente vivas. Como o apóstolo Paulo ensina, elas alcançaram a plena humanidade de Jesus Cristo. Divinização significa que a pessoa tornou-se semelhante a Cristo. Elas vêem o mundo à Sua maneira. Pensam em linha com Seus pensamentos. Sentem ao modo de Jesus. E fazem o que Ele fez. Elas se tornaram não apenas bons homens, mas homens-divinos. Apesar de todas as falhas humanas, dos clérigos perversos, das hierarquias corruptas e da multidão de maus católicos, este ainda é o coração da fé católica: não apenas fazer o bem, mas se tornar um com a própria Bondade. No século III, o teólogo Irineu disse: "A glória de Deus é homem plenamente vivo". Os santos nos mostram o que isso significa. É ser inundado pela grandeza de Deus. O poder e a profundidade desse pensamento, na cabeça de pessoas como as citadas, ultrapassa o que podemos imaginar. Pensávamos que ser cristão se referia a obedecer regras e ficar longe de problemas. Pensávamos que se fôssemos bons meninos e meninas e acreditássemos nas histórias que nos contavam quando crianças, seríamos capazes de um dia entrar no Céu. Isso não é religião. É um conjunto de boas maneiras. A verdadeira religião é efervescente e perigosa. Tem pouco a ver com ser apenas bonzinho, e tudo a ver com ser pessoas reais. A história da religião é embarcar na missão de encontrar esta grande realidade. Infelizmente, a humanidade não consegue suportar muita realidade, T.S. Eliot meditou. O fato é que a maioria de nós prefere que nossa religião seja um conjunto tímido de boas maneiras. Assim é seguro. Cristo, o Tigre, tem sido domado, e a humanidade tem perdido as garras. A ideia de que possamos ser completamente transformados em tudo o que fomos criados para ser é assustadora. Soa parecido com o que T.S. Eliot chamou de "uma condição de completa simplicidade, que custa não menos do que tudo". O Papa Francisco beijou a deformidade porque ele quis. E esse querer prova que uma verdadeira e surpreendente mudança interior é possível. E se é possível para Bergoglio, também é possível para mim e para você. Pe. Dwight Longenecker via Aleteia

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Um pai admirável: vietnamita adota dezenas de bebês para que não sejam abortados.

Tong Phuoc Phuc é um vietnamita que acompanhou a gravidez de risco de sua mulher durante o ano de 2001. Diante da situação delicada que sua esposa e seu filho passavam, Tong prometeu a Deus que se seu filho viesse a sobreviver, ele iria retribuir, fazendo algo para ajudar as pessoas. Enquanto sua mulher se recuperava no hospital, ele conta que via muitas mulheres grávidas entrarem em uma sala de operações e saírem depois, mas sem nenhum bebê. No começo, Tong não entendia o que se passava, mas depois chegou a descobrir que todas elas tinham abortado. O Vietnã foi considerado em 1999 o país com o maior número de abortos anuais. Tendo sido testemunho desse terror, Tong começou a juntar dinheiro de seu pequeno salário para poder comprar um campo a fim de enterrar os fetos que eram jogados no lixo. O vietnamita tem um pequeno cemitério onde há mais de 10.000 bebês que foram mortos por suas mães durante a gravidez, pois queria dar-lhes uma sepultura cristã. Além disso, há muitas mulheres que já abortaram, que se dirigem ao local para rezar por seus filhos mortos. Assim que construiu este cemitério, muitas mulheres gravidas começaram a procurar a ajuda de Tong, que não pensou em nenhuma outra idéia a não ser ficar adotar essas crianças. Desde 2004 ele já adotou mais de 100 crianças e impediu que muitas outras fossem abortadas. Muitas das crianças que estão aos cuidados de Tong são entregues a ele ou são deixadas em sua porta. Os meninos recebem o nome de Vinh, que significa honra, enquanto as meninas ganham o nome de Tam, que significa coração. O sobrenome de todos é Phuc, e o segundo nome é sempre o nome de sua mãe ou do povoado onde ela mora. Assim foi decidido, para que mãe e filho possam se reencontrar no futuro. Muitas das mães, deixam suas crianças aos cuidados de Tong por alguns anos para que possam trabalhar e terem condições de criá-las em seus próprios lares. Atualmente Tong vive com seus dois filhos biológicos, 20 bebês, 30 filhos mais velhos que moram em uma segunda casa que funciona como um orfanato. Os outros 50 que adotou já conseguiram voltar aos cuidados de suas mães. by jpvbrasil

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CASAMENTO NÃO É PARA VOCÊ

Estando casado apenas por um ano e meio, eu recentemente cheguei à conclusão de que casamento não é para mim. Agora, antes que você comece a imaginar coisas, continue lendo. Eu conheci minha esposa na escola, quando tínhamos 15 anos. Nós éramos amigos havia dez anos, até que… até que decidimos que não queríamos ser apenas amigos. Eu recomendo fortemente que melhores amigos se apaixonem. Haverá bons tempos para todos. No entanto, me apaixonar por minha melhor amiga não me impediu de ter certos medos e ansiedades sobre me casar. Quanto mais eu e Kim nos aproximamos da decisão de nos casarmos, mais eu fui tomado por um medo paralisante. Eu estava pronto? Eu estava fazendo a escolha correta? Kim era a pessoa certa para mim? Ela me faria feliz? Então, certa noite, eu compartilhei esses pensamentos e preocupações com meu pai. Talvez cada um de nós tenha momentos em nossas vidas em que parece que o tempo fica mais lento, ou o ar fica parado, e tudo ao nosso redor parece encolher, marcando aquele momento que você nunca vai esquecer. Meu pai dando suas respostas às minhas preocupações foi um grande momento para mim. Com um sábio sorriso ele disse, “Seth, você está sendo totalmente egoísta. Então eu vou simplificar as coisas: casamento não é para você. Você não se casa para ser feliz, você se casa para fazer alguém feliz. Mais que isso, seu casamento não é para você, você está casando para uma família. Não apenas para os parentes e todas essas besteiras, mas pelos seus futuros filhos. Quem você quer que te ajude a criá-los? Quem você quer que os influencie? Casamento não é para você. Não é sobre você. Casamento é sobre a pessoa com quem você se casou.” Foi nesse exato momento que eu soube que Kim era a pessoa certa para mim. Eu percebi que eu queria fazê-la feliz; vê-la sorrir todos os dias, vê-la gargalhar todos os dias. Eu queria ser parte da família dela, e a minha família queria que ela fosse parte da nossa. E lembrando de todas as vezes em que a vi brincando com meus sobrinhos, eu soube que ela era a pessoa com quem eu gostaria de construir nossa própria família. O conselho de meu pai foi ao mesmo tempo chocante e revelador. Foi na contramão da “filosofia Walmart” de hoje, que é: se não te faz feliz, você pode devolver e pegar um novo. Não, um verdadeiro casamento (e um verdadeiro amor) nunca é centrado em você. É centrado na pessoa que você ama – seus desejos, suas necessidades, suas esperanças, e seus sonhos. O egoísmo exige: “O que há aí para mim?”, enquanto o amor pergunta: “O que eu posso dar?” Há algum tempo, minha esposa me mostrou o que é amar sem egoísmo. Por muitos meses, meu coração endureceu com uma mistura de medo e ressentimento. Então, quando a pressão chegou a um nível insuportável, as emoções explodiram. Eu era insensível. Eu era egoísta. Mas, ao invés de se igualar ao meu egoísmo, Kim fez algo além do maravilhoso – ela mostrou um transbordamento de amor. Deixando toda a dor e angústia que eu havia causado, ela amorosamente me tomou em meus braços e acalmou minha alma. Eu percebi que tinha esquecido o conselho do meu pai. Enquanto o lado de Kim no casamento tinha sido me amar, meulado do casamento era só sobre mim. Essa terrível descoberta me levou às lágrimas, e eu prometi à minha esposa que iria tentar ser melhor. Para todos que estão lendo esse texto – casados, quase casados, solteiros, ou mesmo solteirão ou solteirona – eu quero que você saiba que casamento não é para você. Nenhuma relação de amor verdadeiro é para você. O amor é para a pessoa que você ama. E, paradoxalmente, quanto mais você verdadeiramente ama essa pessoa, mais você recebe. E não apenas dessa pessoa, mas dos amigos dela e da família dela e milhares de outras pessoas que você nunca teria conhecido se seu amor permanecesse egoísta. Na verdade, amor e casamento não são para você. São para os outros. by Marcella Brafman

domingo, 17 de novembro de 2013

A pureza do olhar

Ter olhos puros é ter uma conexão direta com nosso coração. Quando Deus transforma o nosso jeito de pensar, modifica também o nosso jeito de olhar as coisas e as pessoas. Vemos as coisas com os olhos da pureza, sem preconceito. Olhar as pessoas com pureza significa permitir que elas sejam vistas por nós como se estivessem sendo vistas por Jesus. É muito bonito descobrirmos que, na oportunidade de encontrar o outro, também encontramos um pouquinho daquilo que somos. Há duas formas da fazermos isso: nos alegrando quando vemos, refletido no outro, um pouco daquilo que temos de bom. Mas também podemos nos entristecer, quando vemos o que o outro tem de ruim e descobrimos que somos ruins também daquele jeito. Por isso é natural que, muitas vezes, aquilo que eu escuto de ruim do outro eu acabo não gostando, porque, na verdade, ele me mostra o que eu sou. Ter a pureza no olhar significa você se despir de tudo e começar a olhar com carinho e liberdade para aquilo que o outro é, permitindo que esse seja o encontro frutuoso, tanto para nos mostrar o que temos de bom e para nos indicar no que precisamos ser melhor. Padre Fábio de Melo

A distância entre os corações

Um grande indiano, reunido com seu grupo de discípulos, resolveu ensinar algo sobre os relacionamentos. Dirigiu-se ao grupo e perguntou: - Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas? Os discípulos pensaram por alguns instantes e começaram a responder: - Gritam porque perdem a calma – disse um. - Gritam porque querem chamar a atenção. - Gritam porque são incapazes de controlar seus instintos. - Gritam para serem ouvidas – disse outro. Então o mestre voltou a questionar: - Mas para que gritar quando a pessoa está do seu lado? Não é possível falar-lhe em voz baixa? Outros discípulos tentaram responder, mas nenhum conseguiu dar uma resposta satisfatória. Foi então que o mestre explicou: - Quando estamos aborrecidos ou chateados, nosso coração se afasta muito do coração da outra pessoa. Para cobrir essa distância, começamos a gritar. Quanto mais nervosos ou aborrecidos estivermos, mais alto gritaremos e menos seremos ouvidos. Ao contrário, vejam o que acontece com as pessoas que se amam. Elas falam suavemente, sussurram uma à outra e são muito bem compreendidas. Isso acontece porque os seus corações estão muito próximos. Às vezes, estão tão próximos que nem é preciso falarem, basta um olhar ou um gesto e já se entendem. Para refletir Como é belo ver um casal apaixonado. Seus gestos suaves, o cuidado que um tem para com o outro, o olhar meigo e doce. Não é preciso que digam nada um ao outro, a presença e a sintonia que existem entre os dois já dizem tudo. Amor é essa sintonia, é compreender o outro na sua totalidade. Quando amamos, juntamos o nosso coração ao da outra pessoa. Não deixes que a rotina, as diferenças ou qualquer tipo de adversidade afaste o teu coração do coração da pessoa que tu amas. Se acaso discutirem, não afastes muito o teu coração do coração dela, pois eles podem não encontrar mais o caminho de volta. Isso é o que acontece com muitos relacionamentos que não recebem o devido cuidado e atenção. Quando não nos comprometemos verdadeiramente, quando não nos dedicamos aos relacionamentos, facilmente os nosso corações se afastam, e tudo fica mais complicado. Empenha-te e ama profundamente. Qual a minha reação mais comum quando estou aborrecido? Costumo discutir com as pessoas que amo? Por quais razões? Como me reconcilio com elas? Já tive algum relacionamento abalado por causa de discussões? Poderia ter agido de outra maneira? O que faria hoje na mesma situação? http://www.catequisar.com.br/mensagem/religiosa/msn_77.htm