quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Enfermeira revela os 5 maiores arrependimentos das pessoas em seus leitos de morte.

Por muitos anos eu trabalhei em cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que tinham ido para casa para morrer. Algumas experiencias incrivelmente especiais foram compartilhadas. Eu estava com eles nos últimos três a doze semanas de suas vidas. As pessoas crescem muito quando eles são confrontados com a sua própria mortalidade. Eu aprendi a nunca subestimar a capacidade de alguém para o seu crescimento. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um experimentou uma variedade de emoções, como esperado, negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, finalmente, aceitação. Cada paciente encontrou sua paz antes deles partirem, cada um deles. Quando questionados sobre algum arrependimento que tiveram ou qualquer coisa que faria diferente, temas comuns vieram à tona. Aqui estão os cinco mais comuns: 1 . Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira a mim mesmo, e não a vida os outros esperavam de mim. Este foi o arrependimento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinham honrado nem metade dos seus sonhos e morreram sabendo que foi devido às escolhas que fizeram, ou não fizeram . É muito importante tentar e honrar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que muito poucos percebem, até que já não tem. 2 . Eu gostaria de não ter trabalhado tão duro. Isto veio de cada paciente do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam a juventude de seus filhos e o companheirismo do parceiro. As mulheres também falaram sobre esse arrependimento. Mas, como a maioria eram de uma geração mais velha, muitos dos pacientes do sexo feminino não tinha sido a pessoa que sustentava a casa. Todos os homens que companhei lamentou profundamente gastar tanto de suas vidas na esteira de uma existência de trabalho. Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não precisar da renda que você acha que precisa. E criando mais tempo livre em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, aquelas mais adequados ao seu novo estilo de vida. 3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos . Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos a fim de manter a paz com os outros. Como resultado, eles se estabeleceram por uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de se tornar. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que carregavam, como resultado. Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas podem, inicialmente, reagir quando você mudar a maneira que você está falando com honestidade, no final ele levanta a relação à um nível totalmente novo e saudável. Ou isso ou ele libera o relacionamento doentio de sua vida. De qualquer maneira , você ganha. 4 . Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos. Muitas vezes eles não percebem verdadeiramente os benefícios de velhos amigos até estarem em seu leito de morte, e nem sempre foi possível re-encontrá-los nestes últimos momentos. Muitos haviam se tornado tão envolvidos em suas próprias vidas que tinha deixado amizades de ouro escaparem nos últimos anos. Havia muitos arrependimentos profundos sobre não dar às amizades, o tempo e esforço que mereciam. Todo mundo sente falta de seus amigos quando estão morrendo. É comum que qualquer um com um estilo de vida agitado, deixar amizades escorregarem, mas quando você se depara com a sua morte se aproximando, os detalhes físicos da vida caem. As pessoas querem colocar suas finanças em ordem, se possível. Mas não é dinheiro ou status que tem a verdadeira importância para eles. Eles querem arrumar as coisas para o benefício daqueles quem amam. Normalmente, porém , eles estão muito doentes e cansados de gerir esta tarefa. E tudo se resume ao amor e relacionamentos no final. Isso é tudo o que resta nas semanas finais, amor e relacionamentos. 5. Eu gostaria que eu tivesse me deixar ser feliz. Este é surpreendentemente comum. Muitos não percebem, até o fim de que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto” da familiaridade transbordou em suas emoções, bem como as suas vidas físicas. O medo da mudança os fazia fingir para os outros e para si mesmos, que estavam satisfeitos. Quando lá no fundo, eles ansiavam rir e ser bobos em sua vida novamente. Quando você está no seu leito de morte, o que os outros pensam de você há um longo caminho a partir de sua mente. Como é maravilhoso ser capaz de relaxar e sorrir novamente, muito antes de você estar morrendo . A vida é uma escolha. É a sua vida . Escolha conscientemente , escolha sabiamente, escolha honestamente . Escolha a felicidade. http://worldobserveronline.com/

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Cancelei a minha conta no WhatsApp

Quando uma ferramenta criada para ajudar na comunicação começa a tomar o rumo absolutamente contrário, chega a hora de abandonar o barco Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito "nefasto" que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo. A palavra "nefasto" pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook. As pessoas ao redor desses "ultra conectados" parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro). O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: "Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver... muito engraçado. Estou enviando para o seu". Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras. A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando "artigo de luxo". Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing... Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros. Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social. As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo. Que tal refletir Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular? Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se "dedica" a eles? Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram. Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual. Enquanto isso não acontece, acho melhor deixar minha conta do WhatsApp cancelada. por Daniel Silva

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Por que o Papa Francisco beija os doentes e deformados?

Como o Papa Francisco pôde ter beijado aquele homem desfigurado, coberto de verrugas e tumores? Como ele pôde beijar a deformidade? E agora ele vem novamente e abençoa e abraça um outro homem com rosto terrivelmente desfigurado. São Francisco beijou um leproso. Se você já viu um leproso, percebeu que, em estágios avançados, eles se parecem com o homem que o Papa Francisco beijou. Se você já viu vítimas que precisaram de transplante de rosto, percebeu o horror e desespero que elas sentem todos os dias, como também a repulsa e rejeição dos outros ao vê-las. A lepra cobre o rosto de erupções, feridas e deformidades. Confira as fotos de antes e de depois de São Damião de Veuster, sacerdote belga que passou a vida servindo os leprosos na ilha de Molokai, onde acabou contraindo a doença e também morrendo em decorrência dela. O que leva as pessoas a abraçarem o horror? O que as leva a entrar nos lugares mais difíceis da compaixão? O que pensar de Santo Isaac Jogues, o missionário jesuíta cujos dedos foram extraídos por bárbaros Mohawks? Depois de conseguir escapar e retornar à França, ele pediu para voltar aos Mohawks, onde sofreu mais agonias e foi decapitado. Por que Damião de Veuster partiu para Molokai? Ele se ofereceu. Por que Isaac Jogues voltou aos Mohawks? Ele disse que os amava. Por que São Francisco beijou um leproso? Por que Santa Catarina de Sena beijava as feridas deles? Todos les viram ali a beleza. Por que Jorge Bergoglio beija o homem doente e abençoa o desfigurado? Por que eles fazem essas coisas quase incompreensíveis? Eles estavam querendo aparecer? Estavam loucos? Não. Eles estavam fazendo o que queriam. Algo aconteceu a essas pessoas comuns para fazê-las querer o que a maioria de nós gostaria de afastar para bem longe. O que essas pessoas radicalmente radiantes, como Francisco, Damião e Isaac, demonstram é algo que os ortodoxos chamam de "divinização". Nós vemos brilhar em suas vidas a profunda verdade da mensagem cristã. Elas não estão simplesmente dando um bom exemplo. É algo mais do que isso. Essas pessoas foram transformadas em seu interior. Elas se tornaram totalmente vivas. Como o apóstolo Paulo ensina, elas alcançaram a plena humanidade de Jesus Cristo. Divinização significa que a pessoa tornou-se semelhante a Cristo. Elas vêem o mundo à Sua maneira. Pensam em linha com Seus pensamentos. Sentem ao modo de Jesus. E fazem o que Ele fez. Elas se tornaram não apenas bons homens, mas homens-divinos. Apesar de todas as falhas humanas, dos clérigos perversos, das hierarquias corruptas e da multidão de maus católicos, este ainda é o coração da fé católica: não apenas fazer o bem, mas se tornar um com a própria Bondade. No século III, o teólogo Irineu disse: "A glória de Deus é homem plenamente vivo". Os santos nos mostram o que isso significa. É ser inundado pela grandeza de Deus. O poder e a profundidade desse pensamento, na cabeça de pessoas como as citadas, ultrapassa o que podemos imaginar. Pensávamos que ser cristão se referia a obedecer regras e ficar longe de problemas. Pensávamos que se fôssemos bons meninos e meninas e acreditássemos nas histórias que nos contavam quando crianças, seríamos capazes de um dia entrar no Céu. Isso não é religião. É um conjunto de boas maneiras. A verdadeira religião é efervescente e perigosa. Tem pouco a ver com ser apenas bonzinho, e tudo a ver com ser pessoas reais. A história da religião é embarcar na missão de encontrar esta grande realidade. Infelizmente, a humanidade não consegue suportar muita realidade, T.S. Eliot meditou. O fato é que a maioria de nós prefere que nossa religião seja um conjunto tímido de boas maneiras. Assim é seguro. Cristo, o Tigre, tem sido domado, e a humanidade tem perdido as garras. A ideia de que possamos ser completamente transformados em tudo o que fomos criados para ser é assustadora. Soa parecido com o que T.S. Eliot chamou de "uma condição de completa simplicidade, que custa não menos do que tudo". O Papa Francisco beijou a deformidade porque ele quis. E esse querer prova que uma verdadeira e surpreendente mudança interior é possível. E se é possível para Bergoglio, também é possível para mim e para você. Pe. Dwight Longenecker via Aleteia

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Um pai admirável: vietnamita adota dezenas de bebês para que não sejam abortados.

Tong Phuoc Phuc é um vietnamita que acompanhou a gravidez de risco de sua mulher durante o ano de 2001. Diante da situação delicada que sua esposa e seu filho passavam, Tong prometeu a Deus que se seu filho viesse a sobreviver, ele iria retribuir, fazendo algo para ajudar as pessoas. Enquanto sua mulher se recuperava no hospital, ele conta que via muitas mulheres grávidas entrarem em uma sala de operações e saírem depois, mas sem nenhum bebê. No começo, Tong não entendia o que se passava, mas depois chegou a descobrir que todas elas tinham abortado. O Vietnã foi considerado em 1999 o país com o maior número de abortos anuais. Tendo sido testemunho desse terror, Tong começou a juntar dinheiro de seu pequeno salário para poder comprar um campo a fim de enterrar os fetos que eram jogados no lixo. O vietnamita tem um pequeno cemitério onde há mais de 10.000 bebês que foram mortos por suas mães durante a gravidez, pois queria dar-lhes uma sepultura cristã. Além disso, há muitas mulheres que já abortaram, que se dirigem ao local para rezar por seus filhos mortos. Assim que construiu este cemitério, muitas mulheres gravidas começaram a procurar a ajuda de Tong, que não pensou em nenhuma outra idéia a não ser ficar adotar essas crianças. Desde 2004 ele já adotou mais de 100 crianças e impediu que muitas outras fossem abortadas. Muitas das crianças que estão aos cuidados de Tong são entregues a ele ou são deixadas em sua porta. Os meninos recebem o nome de Vinh, que significa honra, enquanto as meninas ganham o nome de Tam, que significa coração. O sobrenome de todos é Phuc, e o segundo nome é sempre o nome de sua mãe ou do povoado onde ela mora. Assim foi decidido, para que mãe e filho possam se reencontrar no futuro. Muitas das mães, deixam suas crianças aos cuidados de Tong por alguns anos para que possam trabalhar e terem condições de criá-las em seus próprios lares. Atualmente Tong vive com seus dois filhos biológicos, 20 bebês, 30 filhos mais velhos que moram em uma segunda casa que funciona como um orfanato. Os outros 50 que adotou já conseguiram voltar aos cuidados de suas mães. by jpvbrasil

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CASAMENTO NÃO É PARA VOCÊ

Estando casado apenas por um ano e meio, eu recentemente cheguei à conclusão de que casamento não é para mim. Agora, antes que você comece a imaginar coisas, continue lendo. Eu conheci minha esposa na escola, quando tínhamos 15 anos. Nós éramos amigos havia dez anos, até que… até que decidimos que não queríamos ser apenas amigos. Eu recomendo fortemente que melhores amigos se apaixonem. Haverá bons tempos para todos. No entanto, me apaixonar por minha melhor amiga não me impediu de ter certos medos e ansiedades sobre me casar. Quanto mais eu e Kim nos aproximamos da decisão de nos casarmos, mais eu fui tomado por um medo paralisante. Eu estava pronto? Eu estava fazendo a escolha correta? Kim era a pessoa certa para mim? Ela me faria feliz? Então, certa noite, eu compartilhei esses pensamentos e preocupações com meu pai. Talvez cada um de nós tenha momentos em nossas vidas em que parece que o tempo fica mais lento, ou o ar fica parado, e tudo ao nosso redor parece encolher, marcando aquele momento que você nunca vai esquecer. Meu pai dando suas respostas às minhas preocupações foi um grande momento para mim. Com um sábio sorriso ele disse, “Seth, você está sendo totalmente egoísta. Então eu vou simplificar as coisas: casamento não é para você. Você não se casa para ser feliz, você se casa para fazer alguém feliz. Mais que isso, seu casamento não é para você, você está casando para uma família. Não apenas para os parentes e todas essas besteiras, mas pelos seus futuros filhos. Quem você quer que te ajude a criá-los? Quem você quer que os influencie? Casamento não é para você. Não é sobre você. Casamento é sobre a pessoa com quem você se casou.” Foi nesse exato momento que eu soube que Kim era a pessoa certa para mim. Eu percebi que eu queria fazê-la feliz; vê-la sorrir todos os dias, vê-la gargalhar todos os dias. Eu queria ser parte da família dela, e a minha família queria que ela fosse parte da nossa. E lembrando de todas as vezes em que a vi brincando com meus sobrinhos, eu soube que ela era a pessoa com quem eu gostaria de construir nossa própria família. O conselho de meu pai foi ao mesmo tempo chocante e revelador. Foi na contramão da “filosofia Walmart” de hoje, que é: se não te faz feliz, você pode devolver e pegar um novo. Não, um verdadeiro casamento (e um verdadeiro amor) nunca é centrado em você. É centrado na pessoa que você ama – seus desejos, suas necessidades, suas esperanças, e seus sonhos. O egoísmo exige: “O que há aí para mim?”, enquanto o amor pergunta: “O que eu posso dar?” Há algum tempo, minha esposa me mostrou o que é amar sem egoísmo. Por muitos meses, meu coração endureceu com uma mistura de medo e ressentimento. Então, quando a pressão chegou a um nível insuportável, as emoções explodiram. Eu era insensível. Eu era egoísta. Mas, ao invés de se igualar ao meu egoísmo, Kim fez algo além do maravilhoso – ela mostrou um transbordamento de amor. Deixando toda a dor e angústia que eu havia causado, ela amorosamente me tomou em meus braços e acalmou minha alma. Eu percebi que tinha esquecido o conselho do meu pai. Enquanto o lado de Kim no casamento tinha sido me amar, meulado do casamento era só sobre mim. Essa terrível descoberta me levou às lágrimas, e eu prometi à minha esposa que iria tentar ser melhor. Para todos que estão lendo esse texto – casados, quase casados, solteiros, ou mesmo solteirão ou solteirona – eu quero que você saiba que casamento não é para você. Nenhuma relação de amor verdadeiro é para você. O amor é para a pessoa que você ama. E, paradoxalmente, quanto mais você verdadeiramente ama essa pessoa, mais você recebe. E não apenas dessa pessoa, mas dos amigos dela e da família dela e milhares de outras pessoas que você nunca teria conhecido se seu amor permanecesse egoísta. Na verdade, amor e casamento não são para você. São para os outros. by Marcella Brafman

domingo, 17 de novembro de 2013

A pureza do olhar

Ter olhos puros é ter uma conexão direta com nosso coração. Quando Deus transforma o nosso jeito de pensar, modifica também o nosso jeito de olhar as coisas e as pessoas. Vemos as coisas com os olhos da pureza, sem preconceito. Olhar as pessoas com pureza significa permitir que elas sejam vistas por nós como se estivessem sendo vistas por Jesus. É muito bonito descobrirmos que, na oportunidade de encontrar o outro, também encontramos um pouquinho daquilo que somos. Há duas formas da fazermos isso: nos alegrando quando vemos, refletido no outro, um pouco daquilo que temos de bom. Mas também podemos nos entristecer, quando vemos o que o outro tem de ruim e descobrimos que somos ruins também daquele jeito. Por isso é natural que, muitas vezes, aquilo que eu escuto de ruim do outro eu acabo não gostando, porque, na verdade, ele me mostra o que eu sou. Ter a pureza no olhar significa você se despir de tudo e começar a olhar com carinho e liberdade para aquilo que o outro é, permitindo que esse seja o encontro frutuoso, tanto para nos mostrar o que temos de bom e para nos indicar no que precisamos ser melhor. Padre Fábio de Melo

A distância entre os corações

Um grande indiano, reunido com seu grupo de discípulos, resolveu ensinar algo sobre os relacionamentos. Dirigiu-se ao grupo e perguntou: - Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas? Os discípulos pensaram por alguns instantes e começaram a responder: - Gritam porque perdem a calma – disse um. - Gritam porque querem chamar a atenção. - Gritam porque são incapazes de controlar seus instintos. - Gritam para serem ouvidas – disse outro. Então o mestre voltou a questionar: - Mas para que gritar quando a pessoa está do seu lado? Não é possível falar-lhe em voz baixa? Outros discípulos tentaram responder, mas nenhum conseguiu dar uma resposta satisfatória. Foi então que o mestre explicou: - Quando estamos aborrecidos ou chateados, nosso coração se afasta muito do coração da outra pessoa. Para cobrir essa distância, começamos a gritar. Quanto mais nervosos ou aborrecidos estivermos, mais alto gritaremos e menos seremos ouvidos. Ao contrário, vejam o que acontece com as pessoas que se amam. Elas falam suavemente, sussurram uma à outra e são muito bem compreendidas. Isso acontece porque os seus corações estão muito próximos. Às vezes, estão tão próximos que nem é preciso falarem, basta um olhar ou um gesto e já se entendem. Para refletir Como é belo ver um casal apaixonado. Seus gestos suaves, o cuidado que um tem para com o outro, o olhar meigo e doce. Não é preciso que digam nada um ao outro, a presença e a sintonia que existem entre os dois já dizem tudo. Amor é essa sintonia, é compreender o outro na sua totalidade. Quando amamos, juntamos o nosso coração ao da outra pessoa. Não deixes que a rotina, as diferenças ou qualquer tipo de adversidade afaste o teu coração do coração da pessoa que tu amas. Se acaso discutirem, não afastes muito o teu coração do coração dela, pois eles podem não encontrar mais o caminho de volta. Isso é o que acontece com muitos relacionamentos que não recebem o devido cuidado e atenção. Quando não nos comprometemos verdadeiramente, quando não nos dedicamos aos relacionamentos, facilmente os nosso corações se afastam, e tudo fica mais complicado. Empenha-te e ama profundamente. Qual a minha reação mais comum quando estou aborrecido? Costumo discutir com as pessoas que amo? Por quais razões? Como me reconcilio com elas? Já tive algum relacionamento abalado por causa de discussões? Poderia ter agido de outra maneira? O que faria hoje na mesma situação? http://www.catequisar.com.br/mensagem/religiosa/msn_77.htm

sábado, 16 de novembro de 2013

As 10 coisas que o Papa Francisco quer que você saiba

O jornalista americano John L. Allen Jr. escreveu um pequeno e intenso livro para a editora Liguori, chamado "10 things Pope Francis wants you to know" ("10 coisas que o Papa Francisco quer que você saiba"). Outros títulos seus são: "10 things Pope Benedict wants you to know" e "Global good news". Allen é o principal correspondente do National Catholic Reporter (NCR) e analista no Vaticano para a emissora internacional de notícias CNN. As reflexões do sue livro foram escritas em Roma, enquanto ele fazia a cobertura do final do papado de Bento XVI e a eleição do Papa Francisco. Aproveitando os primeiros passos do papado de Francisco, seus gestos iniciais e a história do próprio Jorge Mario Bergoglio, Allen se pergunta – e pergunta ao leitor: o que Francisco está tentando nos ensinar em seus primeiros meses no trono de Pedro? "Esta mensagem – diz Allen – pode ser resumida em dez elementos que o Papa Francisco, o pontífice número 266 da Igreja Católica, quer que você saiba." A primeira questão é a de uma Igreja pobre e dos pobres. Recordando a mensagem aos jornalistas acreditados durante o conclave, em 16 de março, o autor escreve que o Papa Francisco "quer que você saiba que Cristo veio oferecer o amor e a salvação a todos, mas especialmente aos pobres". O segundo tema é a humildade. Allen lembra que, durante o Sínodo para a Nova Evangelização, realizado em outubro de 2012, Dom Tagle, cardeal de Manila (Filipinas), sublinhou que, se a Igreja quiser reviver sua essência missionária no começo do século 21, precisará de três qualidades: humildade, simplicidade e uma grande capacidade de silêncio. Para Allen, o Papa Francisco cumpre "três dos três" requisitos mencionados por Dom Tagle, "com a humildade acima de todos". A terceira questão é estar perto do povo. Ainda que, para o Papa Bergoglio, seja simples estar perto das pessoas, que seja parte da sua personalidade, "isso também reflete uma visão de liderança". Evangelizar significa encontrar o povo onde o povo está, ser capaz de compreendê-lo em suas dúvidas e frustrações, conhecê-lo bem, estando perto dele. Estes são bons conselhos, "não somente para o Papa, mas para qualquer um que queira levar Cristo ao mundo". Assim, o quarto elemento, que parece ser o leitmotiv do Papa Francisco, segundo Allen, é que "nunca nos cansemos da misericórdia de Deus", assim como ele repetiu em sua primeira alocução do Ângelus. A quinta coisa é que agora todos nós somos franciscanos. "Ao escolher o nome de Francisco, o novo Papa nos disse, essencialmente, que o que Francisco de Assis representa não é mais propriedade de uma congregação religiosa ou de uma escola do catolicismo em particular, mas que é exemplo de vida em todos os níveis, incluindo o mais alto da hierarquia." Allen dá muita importância ao sexto ponto da lista: a fé deve ser proposta, não imposta. Recordando a bênção dada aos jornalistas em 16 de março, o autor comenta que o Papa foi um participante decisivo da abertura e do diálogo, com uma postura missionária, que abraça todos e não exclui ninguém. O sétimo elemento é que o Papa Francisco quer que sempre levemos em consideração a realidade de que a Igreja não é uma ONG. Podemos ser bons, profissionais, piedosos, mas, "se não professamos Cristo, como o Papa disse em sua primeira Missa, em 14 de março, há algo errado; podemos chegar a ser uma ONG caridosa, mas não a Igreja, a esposa de Cristo". A oitava mensagem que o jornalista comenta do Papa Francisco é a de nunca cair no pessimismo. Allen recorda que, em 2012, em uma entrevista ao 30 Giorni, o cardeal Bergoglio sublinhava que o fruto da esperança é a "coragem apostólica", que significa a vontade inquebrantável de transmitir a Palavra de Deus, sempre e em todo lugar. O nono ensinamento do Papa Francisco aos católicos é o senso de humor; e o décimo: que jamais se despreze a importância da unidade. "O Papa Francisco – conclui Allen – é fruto da ordem jesuíta, que certamente formou nele a capacidade de valorizar a grande diversidade que existe dentro da Igreja Católica." Aleteia

Atitudes que drenam energia

1. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoeno um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas. 2. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos. 3. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética. 4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: "bons tempos aqueles!", costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas. 5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica "energeticamente obeso", carregando fardos passados. 6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço. 7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração. 8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro "escape" de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe "diz" inconscientemente: "você não me terminou! Você não me terminou!" Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia. 9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. http://peroquelashay.blogspot.com/2007/11/atitudes-que-drenam-energia.html

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O poder da atração.

Entristece-me muito – mais que qualquer escândalo – ver tantos membros do clero e tantos teólogos preocupados em ser agradáveis às pessoas, atraentes e simpáticos ao mundo, gente de “boa pinta”, interessante e simpática... Recordo de Pedro, de Paulo, de João, de Madre Teresa, de Frei Damião, da Irmã Dulce, do Padre Pio... Certamente nunca procuraram ser atraentes, mas docemente, benignamente fieis! Não somos nós quem atraímos! Não temos de ser boa gente e engraçadinhos para atrair! É Cristo Quem atrai, é Cristo o centro! A nós, basta deixar que Cristo de tal modo impregne a nossa vida que quem nos vir, veja Cristo em nós: como exigente bondade, como amor que se dá, como responsabilidade que não esconde nem omite o essencial! Tantos pregam a secularização para atrair o povo e a mundanização da Igreja, na ilusão de se fazerem simpáticos e compreendidos... Desprezam tudo aquilo que ajuda a mostrar a identidade católica, a alegria da consagração e o gosto de ser diferente do mundo... Pensam que com isso estão aproximando as pessoas e se fazendo compreender pelo mundo atual... Pura distorção ideológica e ultrapassada! O mundo grita por sinais de Deus, por marcas do eterno, por reflexos do sagrado, por gente que não tenha medo de crer, viver e testemunhar o infinito que renova esta terra! Por Henrique Soares da Costa

A arte de perder.

Esclareço: nada tenho contra o consumo e os consumistas. Todo mundo deseja conforto, facilidade, objetos úteis, objetos simbólicos. Levante o dedo quem não gostaria de fazer um cruzeiro luxuoso ou se esparramar numa cama elétrica que levanta, desce, massageia? Mas é claro que há exageros. O consumismo pode até virar patologia grave. Acontece quando o consumidor transforma um shopping center em templo de adoração. Acontece quando a gente batalha para comprar três geladeiras, cinco televisões, sete pares de tênis. Pois aí vira vício de substituição. Levou um fora da namorada? compra um iPhone. Descobriu que o namorado transa com outra? troca o carro novinho por um zerinho. Não foi premiada no concurso de contos? compra um pinguim de louça. Ou então, o consumismo conduz a uma loucura associada. A fissura pela acumulação. Quem tem um apartamento quer dois. Tem três bois quer o gado inteiro. Tem seis garrafas de bom vinho, mas sonha com uma adega. E junta, junta, junta! Acumular não é arte. É artesanato tecido com notas de dinheiro, conta bancária, investimentos. Às vezes, com muito suor. Pode até ser bonito ver tantos objetos, terras, dividendos passando por gerações. Mas a grande arte é a de perder. Essa não faz parte dos nossos desejos. Não damos água, nem comida. Se pudéssemos a expulsaríamos para outro planeta. Para a periferia de Netuno. Mas a perda não arreda pé de nos fazer companhia. Por conta disso, perder é arte que temos que aprender. Faça a lista do que você já perdeu. Uma chaleira, um chapéu, um grampeador, um gravador, um celular, uma moeda, um caderno, um emprego, uma promoção, um bilhete, uma fotografia, um arquivo de texto, um isqueiro, um livro emprestado, uma caneta, um aniversário, um saltinho de sapato, um pente de estimação, um dente, uma sandália velha, uma sandália nova, uma saia rodada, uma tampinha da cerveja, um patuá, um terço, uma rosa de plástico, um cálice, um pano de prato, uma tesoura, um cortador de unha, uma pulseira de latão, uma aliança de noivado, um bilhete de metrô, uma caixinha de fósforo. O pai. Por Fernanda Pompeu

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Meu Filho Chrystian, Feliz Aniversário!

Chrystian foi com você que eu aprendi o sentido da palavra mãe....meu coração se enche de orgulho por te ver saudável e tão cheio de vida, o tempo tem dado o crescimento que você precisa para encarar o mundo de frente, crescer com ele É duro admitir que esta crescendo e não é mais aquele bebêzinho que eu carregava nos braços, e ao mesmo tempo me alegro por te ver feliz, por te ver realizando seus sonhos com as próprias mãos. Lembro-me dos seus primeiros passos e falando as suas primeiras palavras, você cresceu e continua lindo, pois a beleza mora dentro de você. Que hoje e em todos os dias possa haver alegria nesse seu coração que bate forte na alegria da vida por tudo que ela tem te dado. Agora no seu aniversário quero agradecer a Deus por Ter colocado em meu caminho me dando motivos para acreditar na vida, nos sonhos, nas tristezas e nas alegrias. Obrigado por você existir. Feliz Aniversário Filho! Amo vc daqui até a eternidade.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Desde os primeiros dias das aparições, Nossa senhora adverte os jovens

A Rainha da Paz desde o primeiro ano das aparições (1981), a própria Virgem instrui jovens espectadores sobre determinadas questões. Ela sabe, e há multidões vêm para avisar o que acontece no mundo. Se você não receber tais informações diretamente de sua boca, os videntes nunca acreditei em você, porque, francamente ficaram chocados. Eles, que sofreram opressão comunista e lutaram arduamente para preservar a liberdade interior, como se poderia imaginar que o jovem rendição vida rica e livre voluntariamente Satanás e da escravidão? A Gospa tem tirado sua inocência, que se tornou uma fervorosa oração. Porque ele disse: "Aqueles que têm convênio com Satanás ainda pode se arrepender e voltar para Deus enquanto viver. Eles devem orar para que eles tenham a força para decidir por Deus. " Ele mal tinha avisar videntes começou o trabalho prático para eles. Vários "pactizados" faz aparição em Medjugorje videntes participar. O resultado para cada um deles pertence ao segredo do Rei, mas o enredo de eventos é simples: a Rainha da Paz mostra que mais uma vez como o título de refúgio dos pecadores apropriado! Nota: Tanto para proteger-se da opressão do mal, e para se livrar deles, vamos citar as promessas do batismo, uma das orações mais eficazes disponíveis para os leigos. Nós podemos renová-los muitas vezes, quando o Mal se esconde e com ele as suas ofertas pelo pecado. Acima de tudo, não deve ser indiferente. Nossa Senhora nos convida a "decidir por Deus contra Satanás." Texto das promessas batismais - Você renunciar ao pecado para viver na liberdade dos filhos de Deus? -Sim, eu parei. - Você renunciar ao mal, pois leva a escapar do domínio do pecado? -Sim, eu parei. - Você renunciar a Satanás, o autor do pecado, para seguir a Jesus? -Sim, eu parei. - Você acredita em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra? -Sim, eu acho. - Você acredita em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu de uma virgem Santa Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morreu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e está assentado à destra de Deus? -Sim, eu acho. "Deus Todo-Poderoso, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que deu renascimento pela água e pelo Espírito Santo, e isso tem-nos o perdão de todos os pecados, salva-nos com a sua graça em Cristo Jesus, nosso Senhor, para a vida eterna . -Amém. Traduzido por bing Autor: Sr. Emmanuel

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O alerta de Maria para o Brasil

A Mãe do Senhor, sob o título de Nossa Senhora das Graças, visitou o Brasil no ano de 1930, aparecendo para duas jovenzinhas num sítio no interior do Recife. Uma das videntes, a Irmã Adélia, faleceu no dia 13 de outubro p.p., contudo, a mensagem a ela transmitida pela Virgem Santíssima continua atual e oportuna. Em perfeita consonância com as suas demais aparições, a Senhora das Graças preveniu as jovens de que três castigos se abateriam sobre o Brasil e que o país seria tomado pelo comunismo. Ora, a situação da sociedade brasileira não deixa margem para dúvida de que a Senhora estava certa. O país está cada mais mergulhado no ideal socialista e no marxismo cultural. Felizmente, além de alertar para o perigo, a Virgem Santíssima ofereceu também o remédio: oração e penitência. Portanto, que todos A obedeçam intensificando as súplicas e os atos de reparação para evitar que a chaga do comunismo se abata definitivamente nesta Terra de Santa Cruz. Por Padre Paulo

Nobel francês respalda milagres de Lourdes

A cura de um grave problema de hipertensão é a matéria do 69º milagre oficial ocorrido em Lourdes. Danila Castelli, italiana, esposa e mãe de família, viajou à França em 1989 e foi curada naquele mesmo ano, muito embora o milagre só tenha sido reconhecido por parte da Igreja em 2010. O Escritório de Constatações Médicas do Santuário de Lourdes concluiu, após várias análises, que "a senhora Castelli está curada, de maneira total e duradoura, desde a sua peregrinação a Lourdes em 1989, há 21 anos, da enfermidade que sofria, e isto sem ter relação alguma com as cirurgias ou os tratamentos"01. No mesmo lugar, em 1858, a Virgem Santíssima apareceu várias vezes à jovem – hoje santa – Bernadette Soubirous. Uma fonte de água na gruta das aparições tem sido instrumento da ação miraculosa de Deus até os dias de hoje. Embora mais de 7 mil curas "inexplicáveis" já tenham sido registradas, pouco menos de 70 delas foram devidamente reconhecidas pela Igreja – uma prova da prudência e da criteriosa investigação com que as autoridades eclesiásticas examinam os fatos que lhes são passados. Particularmente extraordinário foi o milagre oficial n. 68 ocorrido em Lourdes. Em 2002, o peregrino Serge François foi misteriosamente curado de uma paralisia na perna02. Para agradecer, ele decidiu fazer o caminho de Santiago de Compostela a pé: mais de 1.500 quilômetros em agradecimento à Virgem de Lourdes. Nada mal para quem sofria com uma hérnia de disco. Múltiplos são os relatos miraculosos acontecidos em Lourdes. No entanto, desde os primeiros fatos extraordinários que se passaram nesta pequena cidade francesa até os dias de hoje, o que não faltam são pessoas dogmaticamente céticas, acoimando os peregrinos e devotos de Nossa Senhora de "supersticiosos" e a Igreja, que deu seu aval às aparições da Virgem, de "inimiga da ciência". As palavras de uma grande personalidade científica destes tempos, no entanto, testemunham a favor de Nossa Senhora de Lourdes. "Quando um fenômeno é inexplicável, se realmente existe, não há necessidade de negar nada" – é o parecer de Luc Montagnier, prêmio Nobel em Medicina e descobridor do vírus HIV. "Nos milagres de Lourdes, assegura, há algo inexplicável." As declarações de Montagnier foram recolhidas no livro Le Nobel et le Moine03 ["O Nobel e o Monge"], no qual o cientista conduz um diálogo com Michel Niassaut, um monge cisterciense. Em determinado momento da conversa, Montagnier reconhecer ter estudado vários milagres acontecidos em Lourdes e, mesmo sendo agnóstico, crê "de verdade que é algo inexplicável". "Reconheço que há curas que não estão incluídas no estado atual da ciência", diz. Luc Montagnier não é o primeiro Nobel a dar crédito a Lourdes. O famoso biologista francês Alexis Carrel (1873-1944), enviado em 1903 à cidade das aparições, a fim de desmascarar a "farsa" dos milagres, acabou convertendo-se à Igreja, após presenciar a cura de uma tuberculosa. A moribunda – que, segundo os diagnósticos da época, sem dúvida morreria – saiu curada das piscinas. A conversão de Carrel, até então naturalista e ateu, provocou um enorme rebuliço nos ambientes céticos do século XX. As posições claramente imparciais de dois vencedores do prêmio Nobel derrubam o mito ateísta de que os milagres não são possíveis. E lembram a grande eficácia que tem, junto a Deus, a intercessão de Sua Mãe Santíssima. Por Equipe Christo Nihil Praepoenre

A mentira do aborto "seguro"

A recente decisão do Conselho Federal de Medicina de defender a legalização do aborto até a 12a semana de gestação é, neste sentido, no mínimo embaraçosa. Primeiro, porque a ideia de aborto "legal e seguro" é falaciosa, pois ele sempre resulta em uma morte. Segundo, porque os números de abortos apresentados pelo SUS estão muito aquém daqueles propagados pelos grupos pró-escolha, na intenção de criar um alarme sobre a saúde pública. Além disso, como questiona a Dra. Lenise Garcia neste debate na TV Câmara, "o que se muda da 12a semana para 13a terceira pra que na 12a ele (o feto) não seja pessoa e na 13a terceira ele seja?" Na verdade, o que se pode observar é que propostas deste naipe funcionam mais como um navio quebra-gelo para que, aos poucos, sejam introduzidas novas possibilidades de abortamentos "seguros". Foi assim que aconteceu em outros países como Espanha e Portugal que hoje sofrem com uma quantidade imensa de garotas que já se submeteram ao aborto. Isso cria uma falsa sensação de segurança e o aborto passa a ser usado como método contraceptivo e motor de indústrias do ramo. Assim, quando se cria uma cultura da morte, não importa se o aborto será "seguro" ou "inseguro", desde que ele seja feito. É o que ocorre, por exemplo, no caso da pirataria. As moças que não recebem apoio em caso de gravidez indesejada irão procurar o primeiro picareta que estiver disposto a arrancar o filho de seu útero. E se o Estado é negligente mesmo agora em que a lei proíbe o aborto, que dirá se ele for legalizado? Quem impedirá essas mulheres de caírem nas mãos de maus médicos e oportunistas? O alarme deve ser tocado, sobretudo quando ocorre nos Estados Unidos um dos julgamentos mais dramáticos dos últimos anos. O caso do Dr. Kermit Gosnell, acusado de matar bebês nascidos vivos, após tentativas de abortos mal sucedidos, em sua clínica na Filadélfia, Estado da Pensilvânia. Gosnell atendia mulheres que queriam abortar mesmo depois da 24a semana de gestação, algo proibido pela lei estadual. Não bastasse isso, além de não ser obstreta, nem ginecologista, o médico realizava os procedimentos em péssimas condições higiênicas e sanitárias. Os métodos usados por Kermit Gosnell eram, no mínimo, chocantes. Segundo relatos de um ex-funcionário do aborteiro, quando a criança nascia viva, o médico a decapitava, perfurando a parte de trás do pescoço, a fim de cortar a medula espinhal da criança. A polícia encontrou no local restos de 45 bebês, alguns em latas de leite ou garrafas de água. Apesar da importância do processo para o debate público sobre a questão, a mídia, de forma geral, quase não tem dado atenção ao assunto. A Planned Parenthood (IPPF) - a multinacional do aborto - também está na mira das autoridades, desde que uma série de acusações sobre más condições de suas clínicas surgiram no Estado de Delaware, Estados Unidos. De acordo com relatos de ex-enfermeiras da IPPF, publicados no portal Frontpage Mag, "Planned Parenthood precisa fechar suas portas, precisa ser limpa". "Aquilo simplesmente não é seguro, não tenho como descrever o quão ridiculamente inseguro é", declarou a enfermeira Jayne Mitchell-Werbrich, que trabalhou no local. De acordo com ela, até as mesas de cirurgias onde as pacientes se deitavam não eram higienizadas, sequer limpas. O mesmo alegou outra ex-enfermeira da clínica, Joyce Vasikonis: "Eles (os pacientes) podem pegar hepatite, até AIDS". Esses exemplos são suficientemente claros para perceber o malicioso engodo da campanha pelo aborto "legal e seguro". Além da crueldade contra as crianças que serão vítimas desse crime, as mulheres estarão submetidas a tratamentos duvidosos que podem produzir sequelas para o resto da vida. Há que se questionar, portanto, as reais intenções desses grupos pró-escolha que, como se sabe, são fartamente financiados por fundações internacionais interessadas no controle da natalidade. O que parece é que se quer obter lucros à custa da miséria e do sofrimento dos menos favorecidos. Isso não é preocupação com a saúde pública, isso se chama oportunismo! Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

domingo, 10 de novembro de 2013

A nova aposta Aleksandar Mandic, o senhor internet. Empresário criou um aplicativo e avisa que, com ele, conquistará o mundo.

Deve haver algo nos genes do clã Mandic que predispõe seus membros a empreitadas temerárias. Foi esse o caso de São Leopoldo Mandić – religioso da Ordem dos Capuchinhos, nascido em 1866 em território hoje pertencente a Montenegro, que se julgava predestinado a conseguir nada menos que a reunificação do cristianismo ortodoxo com o catolicismo romano. Outro exemplo é Nikola Tesla, inventor sérvio (filho da também inventora Djouka Mandić) que no início do século 20 concebeu – e tentou colocar em prática – um plano para eletrificar todo o solo do planeta, de modo a que as pessoas pudessem ligar aparelhos diretamente no chão e não mais precisassem pagar por energia. E por fim existe um homem nascido em São Paulo há 59 anos que foi, sucessivamente: o criador do pioneiro provedor de acesso à internet do país; o primeiro milionário verde-amarelo gerado pela web; um dos fundadores de uma das maiores empresas nacionais do setor; e, hoje, o idealizador de um dos aplicativos móveis brasileiros de maior sucesso mundial. Estamos nos referindo a Aleksandar Mandic – ou apenas Mandic, como se tornou conhecido ao longo de sua (impressionante) trajetória empresarial e pessoal. Impressionante, antes de mais nada, pelo grau de autodidatismo. Mandic jamais fez faculdade. Formou-se em 1972 em um curso colegial técnico e, logo na sequência, se pôs a trabalhar. Isso talvez se explique em parte pela situação de relativa penúria gerada com a morte precoce de seu pai, Dragan Mandic, um imigrante sérvio, aos 48 anos. “Meu pai era arquiteto, mas nunca conseguiu sucesso em sua profissão. Morreu pobre”, contou o empresário à FORBES Brasil na sede da companhia que leva seu nome, no bairro paulistano de Pinheiros. Sua mãe, Halina, que veio da Bielo-Rússia (hoje Belarus) para cá e faleceu há poucos anos, era dona de casa. Mandic começou a trabalhar na filial local da Siemens também em 1972 “apertando parafusos”, como frisa. Ao deixar a empresa, em 1990, era chefe de uma equipe de mais de 50 engenheiros. Por que saiu? Bem, um ano antes ele criara, em um quarto de seu apartamento, a Mandic BBS, e resolveu se dedicar só a ela. Não era, ainda, um serviço de internet tal como o conhecemos – dispunha, por exemplo, de míseros 60 megabytes de capacidade – mas, em uma época e em um país (o Brasil de então) onde o mundo virtual era quase que totalmente inexistente, tratou-se de uma pequena e silenciosa revolução, bem como a primeira das muitas apostas arriscadas que o empresário faria dali para a frente. “Deixei a Siemens ganhando US$ 1.800 por mês”, recorda-se Mandic. “No primeiro ano, ganhei com a BBS US$ 3 mil – no ano todo. Foi um sufoco”. As coisas, porém, começaram a melhorar conforme mais pessoas iam aderindo à proto-internet criada por ele. “No segundo ano, a empresa já me rendeu US$ 30 mil. No terceiro, US$ 800 mil. Aí o negócio deslanchou – faturei US$ 2 milhões no quarto ano de atividade.” E então surgiu alguém que teria grande importância para ele no futuro: Beto Sicupira, do GP Investimentos, propôs a Mandic a entrada do fundo no negócio – e ele aceitou. O GP Investimentos comprou 50% do capital da empresa, mas deixou seu criador no comando. "Foram os melhores sócios que já tive”, diz ele. “Eram profissionais ao extremo. Cobravam retorno, mas não interferiam na gestão. Ajudavam, jamais atrapalhavam.” Resultado: por volta de 1997 o faturamento da companhia batia em US$ 14 milhões, e Mandic assumia o posto de nome mais reluzente da web brasileira. “Chegamos a ser sondados pela AOL, que queria comprar a empresa para entrar no mercado nacional”, revela o empresário. “Mas não aceitei na ocasião, não me senti confortável em deixar a companhia.” Ele relata essa trajetória andando de uma ponta a outra da sala onde concede a entrevista. Mandic, ainda hoje, é um homem agitado. Conta que namora, e tem três filhos – cada um de uma ex- mulher diferente. O primeiro mora na Noruega, onde trabalha na indústria petrolífera. Outro vive no Canadá, lida com tecnologia e não fala português (sua mãe é espanhola, e o rapaz nunca residiu no Brasil). O terceiro filho, diz rindo, trabalha na África – e logo emenda: “Na África do Nizan Guanaes!”, referindo-se à famosa agência de publicidade de seu amigo. Amigo, e ex-colega dentro da mais polêmica iniciativa já surgida na internet brasileira. No final dos anos 90, tanto ele como o GP Investimentos venderam a Mandic para uma empresa argentina, chamada O Site. Pouco tempo após a operação, Sicupira ligou e disse: “Estamos montando algo que, se eu te contar, você larga agora o que estiver fazendo e vem trabalhar aqui”. Resposta dele, no ato: “Beto, o convite já está aceito; só preciso saber do que se trata”. Tratava-se do iG. “O nome iG foi sugestão minha”, revela. “O presidente da companhia era o Nizan, e trabalhar com ele foi algo extraordinário.” Mandic observa que, no começo, estava desconfiado. “Eu perguntei: mas Nizan, o que você entende de internet? Resposta que recebi: ‘Baiano adora uma rede’.” Durante dois anos ele atuou como vice-presidente de novos negócios da empresa. Então, em setembro de 2001, despediu-se do iG e resolveu voltar ao mercado em voo solo. No ano seguinte reabriu a Mandic, dessa vez focando a companhia no fornecimento de e-mails corporativos para clientes de alto poder aquisitivo. Hoje a empresa não mais lhe pertence, embora ainda tenha seu nome e ele tenha livre trânsito em suas instalações. O empresário a vendeu, em março de 2012, a um fundo de investimentos especializado em companhias de alta tecnologia, o Riverwood Capital — por R$ 100 milhões. Com o dinheiro, comprou uma pequena participação no próprio Riverwood, e hoje atua como conselheiro na firma que (re)criou. Atualmente, a empresa vem se dedicando cada vez mais ao ramo da computação em nuvem, onde compete com rivais como Locaweb, UOL Host e a norte-americana Amazon Web Services, dentre outros. Mandic é poliglota. Além do português, domina o alemão, o espanhol e o sérvio – mas, curiosamente, não fala inglês. Ainda assim sua trajetória empresarial tornou-se case em uma universidade norte-americana, Harvard. Não parece se importar em ter estudado pouco: “A Siemens representou para mim a faculdade que não fiz, o GP foi o mestrado que não cursei e trabalhar com o Nizan foi o doutorado que não tive”, arremata. É cético, inclusive, a respeito da mitologia surgida em torno do próprio nome. “Falam que tudo o que faço dá certo, mas não é bem assim. Na verdade, eu fiz dinheiro rapidamente... ao longo de mais de 20 anos.” E, de fato, este homem repleto de vitórias carrega ao menos um insucesso claro: a candidatura a deputado federal pelo DEM/SP em 2010. Sua plataforma era conectar toda a população à internet. Obteve 10.981 votos. Não conseguiu se eleger. “Eu sempre digo que, na vida, você precisa ter sorte. Tive a sorte de não virar deputado, mesmo tendo tentado. A política não é minha vocação”, afirma. Percebe-se, porém, que fala com algum amargor sobre o episódio. Em contrapartida, ele é todo entusiasmo ao discorrer sobre sua mais nova investida no mundo dos negócios on-line: o “Mandic Magic”, aplicativo (app) concebido por ele, uma espécie de radar que detecta pontos de acesso wi-fi. O software fornece as senhas de conexões à internet próximas ao local onde seu usuário se encontra. Uma ideia simples, que ninguém tivera até então – e que vem fazendo enorme sucesso. Até o momento, mais de 1,1 milhão de pessoas em todo o mundo já baixaram e usaram o aplicativo em seus smartphones. Quanto dinheiro Mandic ganhou com isso? Por enquanto, nenhum. “Mas também não gastei um tostão sequer desenvolvendo o sistema, só tempo e neurônios. Quando chegar a hora, isso será monetizado”, explica ele, usando um termo típico da web. Mas de que forma? “A grande onda do momento são as redes sociais”, explica Mandic. “Ora, o “Mandic Magic” é isto, uma grande rede social. Quando tivermos, digamos, 40 milhões de usuários, posso me associar a algum gigante da internet, como o Facebook ou o Google. Ou posso passar a cobrar US$ 1 por cada novo download do app. Ou, talvez, colocar algum tipo de propaganda no sistema. São muitas as possibilidades. Com esse aplicativo, não vou me contentar com pouco: quero dominar o mundo”, diz ele, com uma expressão que oscila entre o sério e o jocoso. Em se tratando de Aleksandar, talvez o mais indicado seja acreditar. São Leopoldo e Tesla (que são seus parentes distantes) estão aí para lembrar que jamais é prudente desconfiar de um Mandic. Por Alex Ricciardi

sábado, 9 de novembro de 2013

Como identificar infiltrados dentro da Igreja Católica?

Dentro do caos que vivemos no mundo de hoje, é praticamente impossível não reparar no silêncio ensurdecedor de alguns padres dentro da Igreja Católica sobre as causas desse caos, e o que é infinitamente pior, não reparar que alguns Bispos, Padres, religiosos e religiosas, ajudam e incentivam tudo aquilo que a Santa Mãe Igreja, como corpo místico de Cristo na terra, sempre lutou e pregou contra. Para entender esse processo histórico e buscar fazer corretamente uma leitura da realidade seria necessário um livro extenso, porém, acredito que nesse pequeno artigo seja possível, de maneira clara e fundamentada, apresentar as pessoas leigas e sacerdotes, que tem fé e que participam ativamente da obra apostólica e eucarística, identificarem, de maneira simples e esquemática, quem é quem na guerra nossa de cada dia, especificamente, dentro da própria Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil. Mais uma vez lembro que não será possível fazer uma análise histórica mais profunda, pois ainda estou estudando e me aprofundando pesadamente sobre esse tópico, mas acredito que é possível um breve resumo dos fatos mais relevantes em um outro artigo. Nessa análise procuraremos mostrar de maneira clara quem são os três atores principais da nossa realidade, no caso do clero, pois os leigos se aglutinam na mesma proporção em torno deles, por isso o que se disser sobre o primeiro grupo, os sacerdotes, deve-se aplicar na mesma proporção e medida ao segundo, no caso, aos leigos. Existem hoje no Brasil, em todas as ordens e dioceses três tipos de padres (aqui aplica-se a mesma definição a Bispos e religiosos (as)): 1- Os infiltrados; 2- Os mornos; 3- Os Fiéis. É claro que em toda definição esquemática sempre se cometem erros e injustiças, por isso peço a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora de Fátima, que primeiro Deus me perdoe se cometi alguma injustiça, e segundo aos injustiçados, mas, infelizmente, é o que eu acredito depois de muito estudo e observação da realidade, inclusive levantando inúmeras provas documentais e audiovisuais. Por motivos óbvios, somente discorreremos sobre o Grupo 01, no caso os infiltrados, pois os outros dois grupos os títulos são autoexplicativos e os encontramos e os identificamos em quinze minutos de conversa ou quando olhamos para como se vestem. Grupo 01, os infiltrados. Define-se esse grupo como homens e mulheres que entraram para os seminários e conventos sem fé, ou com uma fé incompatível com a professada pela Santa Mãe Igreja. Essas pessoas sofreram, em grande parte dos casos, fortes traumas e frustrações na primeira ou segunda infância, ou na adolescência, vindo a desenvolver graves problemas psicológicos e emocionais, e que por isso se tornaram presas fáceis de doutrinação ideológica, sempre de cunho marxista-socialista, filiando-se, ou não, a partidos políticos ou sociedades secretas, e buscando entrar na Igreja com objetivos nefastos pré-definidos. Parece chocante, mas é a realidade. Durante a sua vida dentro da Igreja procuram, através de proselitismo, "converter" outros seminaristas ou religiosos (as) a sua causa, sempre recorrendo as mesmas fontes literárias, banidas ou não, e enfraquecendo a fé do máximo de clérigos possível, buscando fazer que a fé deles seja imagem e semelhança da sua: materialista, mesquinha, arrogante e cínica, ou seja, fé no deus do mundo, no materialismo dialético do poder e do dinheiro, sempre com a conversa fiada de "opção preferencial aos pobres". Para que os Padres e leigos os identifiquem seguem dez dicas práticas. Como identificar um Padre ou religioso (a) falsário infiltrado dentro da Igreja Católica: 1- Ele não usa batina ou hábito religioso; Como disse Madre Teresa de Calcutá, o demônio pode se disfarçar de humilde, mas nunca de obediente. Por isso, ao mesmo tempo que diz que morre de amores pelos pobres e de ódio pelos ricos e pelo poder "capitalista", se nega terminantemente a obedecer naquilo que julga ser contra os seus propósitos de desmoralização da Igreja. A batina é um exemplo perfeito. 2- Ele usa uma "aliança negra" na mão; Eles dizem que usam a aliança de "Tucum", feita de planta amazônica, etc. Porém, nada mais é do que a velha aliança negra usada em rituais ocultistas desde tempo imemoriais. Eles, no caso os infiltrados, tem inclusive um filme para promover a prática, além de páginas de internet e comunidades em redes sociais, onde dizem abertamente que a aliança negra é um pacto e quem usa "deve morrer pelo seu ideal”. A aliança é colocada em cerimônia própria, com o devido pacto de autoajuda. 3- Ele diz que tem opção preferencial pelos pobres mas gosta de paróquias ricas, mesmo que seja na periferia, com muitos grupos e atividades para jovens, como a Pastoral da Juventude ou o Segue-Me; Aqui em Brasília por exemplo, uma das cidades mais pobres do DF, a Cidade Estrutural, com mais de 30 mil habitantes e com mais de 15 anos de existência, ficou durante todo esse período sem paróquia, onde proliferaram mais de 300 denominações protestantes. A paróquia da cidade só foi criada recentemente e o seu pároco é um sacerdote fiel a Igreja. Outro ponto é a obsessão pelos jovens por esse tipo de padre, pois os jovens, pela pouca idade, experiência e sede de mudar o mundo, são presas fáceis para doutrinação ideológica travestida de "teologia da libertação". 4- Segue a Teologia da Libertação. Falsificação pseudoteológica criada pelos inimigos da Igreja no Século XVIII e que tomou a forma atual nos terríveis anos pós concílio Vaticano II e do novo missal de Paulo VI. Foi difundida por um padre herege peruano, como instrumentalização da fé católica no contexto da visão marxista da luta de classes. Condenada pela Igreja, é hoje, de longe, a maior causa de apostasia da Fé no meio católico. Expande-se como uma praga que tudo que toca apodrece. Tem como "ídolo" o ex-frade Leonardo Boff, herege que é o porta voz da teologia da libertação no Brasil e no mundo. Boff, que foi excomungado pela Igreja, até hoje é adorado pela sua obra literária e militante, uma mistura de ideologia marxista-socialista, neo-paganismo (o papo furado da mãe terra Gaia é só um exemplo), cristianismo, ambientalismo radical, panteísmo, etc. Só para constar, o irmão do herege Leonardo Boff, Clodóvis, também é frade e luta contra tudo o que o irmão faz, sendo um religioso fiel a Igreja. 5- Pratica sacrilégio a Eucaristia. Uma das maiores desgraças desse tipo de sacerdote é o total desrespeito a Sagrada Eucaristia, onde, desobedecendo abertamente o missal, substitui a hóstia por pão comum, que deixa cair toda sorte de migalhas consagradas no chão, e induzem os fiéis a auto comunhão, isto é, que a pessoa pegue a hóstia consagrada, ou pão, e depois de umedecer no cálice com o sangue de Cristo, comungue sozinha, o que é terminantemente proibido pela Igreja. 6- Muda as sagradas vestes e paramentos para outras com apelos "Afro" ou "indígenas", além de substituir todos os objetos litúrgicos sagrados, feitos de metal e dourados, por outros de barro ou na mesma linha das vestes, com motivos "indígenas" ou "afro". Fazem isso de propósito, pois um dos seus objetivos é a dessacralização da Santa Missa e da própria Igreja. É comum substituírem as imagens de Santos e da Virgem Maria, por pinturas horrorosas, de estilo socialista, mostrando Jesus como revolucionário. É comum a retirada do crucifixo com Jesus, pois eles tem ódio mortal ao sacrifício de Jesus na cruz, a sua ressureição e a Virgem Maria. Não é raro ouvir nas homilias que não existe a consagração a Maria, que ela era mãe de um marginal e toda a sorte de blasfêmia. 7- Filiação ideológica a partidos de esquerda. Essa é uma das atitudes mais fáceis de identificar nesses infiltrados durante a suas homilias. Não importa o quanto o partido político de esquerda odeie a Fé Católica, Jesus Cristo, a família, a vida humana (especialmente dos bebezinhos que ainda não nasceram e que estão na barriga das mães), incentive o consumo de drogas, a revolta, a violência, a revolução armada, o descumprimento das leis e dos costumes morais, ele, no caso o padre infiltrado, sempre achará algo de bom, de louvável, para citar, isso quando não apoia abertamente os partidos e organizações que incentivam tudo o que acima foi mencionado. Não é raro que se convide ateus declarados, marxistas cínicos e filósofos anticatólicos para pregar nos púlpitos paroquiais e comungarem, em deboche declarado a Eucaristia e ao próprio Cristo. Padre preso em manifestação "anti-capitalista" 8- Defensor de causas irreconciliáveis com a doutrina católica. É comum, além do incentivo a partidos e organizações criminosas, esses "padres" defenderem abertamente, ou por meio de eufemismos, causas passiveis de excomunhão automática, como o marxismo, socialismo, sociedades secretas como a maçonaria, o "casamento" entre homossexuais, o feminismo radical anti-família e pró-aborto, movimentos criminosos e o diabo a quatro. Não existe crime ou imoralidade que não possa ser defendida pelos infiltrados. 9- Frequenta lugares impróprios e se comportam de maneira escandalosa. Outra característica desses infiltrados é a sua maneira escandalosa de se comportar e de frequentar lugares inapropriados para um sacerdote. Por exemplo, frequentar bares e se embebedar, ir a festas não religiosas onde existe toda a sorte de comportamentos obscenos, seja para homossexuais ou não. Sim, uma parte desses clérigos são efeminados e não raras vezes, especialmente depois de beber, partem para cima de homens jovens, ou quando não são efeminados, vão para cima das meninas, se comportando de maneira escandalosa, dançando e dando vexame. 10- São obcecados por posição de poder, como pároco, reitor de seminário, diretor de escola católica ou de PUC, professor de teologia, professor de filosofia, superior de ordem, etc. Como são materialistas é frequente que desviem recursos dos colégios e paróquias para a "causa" socialista e para o próprio bolso, por isso é deveras necessário que os bons católicos exijam desse tipo de "padre" ou "religioso" rigorosa prestação de contas de tudo que se arrecada e se gasta. É necessário lembrar que como marxistas e socialistas que são, acham que a verdade é "um conceito pequeno-burguês", ou em outras palavras, eles acham que podem mentir o quanto quiserem pois isso é aceito devido a luta pela causa dos "pobres e oprimidos pelo sistema". Por isso, nunca se deve acreditar no que falam, mas sim no que fazem, pois os seus atos é que darão conta, com clareza, se são dignos de confiança ou não. Conclusão Esse pequeno apanhado, muitas vezes genérico e impreciso, é exatamente isso, um apanhado, um resumo das principais condutas desse tipo de gente que, com uma fé fanática em uma ideologia diabólica, dedica a sua vida a entrar na Igreja Católica e destrui-la por dentro. Por isso nos falou o Senhor: "Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores." Mt 7:15. Além de todo o transtorno, a apostasia (perda de fé) causada por esse contratestemunho, esses "falsos profetas" seguidores dessa teologia da libertação e da “filosofia” socialista ainda promovem toda a sorte de publicações blasfêmicas, com um destemor incomum, além de uma cara de pau inacreditável. Um exemplo é a bíblia edição pastoral, que além de uma capa ridícula, que mostra o Nosso Senhor Jesus Cristo como um anão sendo aclamado por outro, usa símbolos que não tem nada de católicos e que remetem ao ocultismo. Por dentro, praticamente todas as notas de rodapé tem a releitura marxista, além de toda a sorte de manipulações ideológicas. Deve ser por isso que ela não tem o "imprimatur" (autorização canônica para ser usada como meio de evangelização). Por isso, essa bíblia não deve ser usada, muito menos comprada por católicos, pois é herética e não tem o Imprimatur da Igreja. Eu recomendo a Bíblia da Ave Maria (sempre Maria vindo em nosso socorro), que além de notas muito bem trabalhadas, tem mapas, missal, instruções para se rezar o Santo Rosário, tabelas de medidas antigas, enfim, uma verdadeira bíblia de estudos que nesses mais de dez anos sempre me guiou para a verdadeira compreensão do que Jesus disse e dos costumes das épocas bíblicas. Espero que esse pequeno texto possa trazer, senão a certeza, pelo menos um caminho de estudo para aqueles que como eu a cinco anos atrás, percebeu que o mundo vai mal e que dentro da nossa Santa Mãe Igreja Católica, em algumas paróquias, seminários, mosteiros, editoras católicas, colégios, Universidades Católicas, Cúrias e movimentos, alguma coisa errada está se propagando como uma praga, uma doença, um câncer, que se não for combatido, levará a nossa Igreja no Brasil a uma crise pior do que a heresia ariana, onde os bons dormiram e quando acordaram a Igreja quase acabou dissolvida em uma heresia maldita. Rezemos pelos nossos Bispos, Padres e religiosos fiéis a doutrina católica, que com o amparo da Virgem Santíssima e de todos os Santos, acordem do sono da morte e comecem a combater o bom combate, antes que seja tarde demais. por Olavo Freitas Mendonça

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Irã quer aliança com o Vaticano.

O presidente iraniano Hassan Rohani quer “retomar” o diálogo entre islâmicos e cristãos e revelou a sua vontade de estabelecer uma "aliança entre o Irão e a Santa Sé", noticiou hoje a Agência Fides, do Vaticano. Segundo o portal informativo, o pedido de Rohani foi lançado em Teerão, por ocasião do seu encontro com o novo núncio apostólico (embaixador da Santa Sé), o arcebispo Leo Boccardi. O novo presidente da república islâmica publicou uma foto do encontro na sua conta da rede social Twitter e escreveu que "o Irão e o Vaticano têm objetivos comuns – eliminar a pobreza e a desigualdade com base nos ensinamentos divinos – e inimigos comuns – o extremismo e o terrorismo”. “Hoje, mais do que nunca, temos necessidade do diálogo com o Islão e o Cristianismo, porque a maioria dos conflitos têm raiz na ignorância e na pouca familiaridade com as culturas”, acrescentou. O novo núncio, que apresentou as suas credenciais, expressou o desejo de que os dois Estados possam trabalhar juntos para “resolver as crises regionais” no Médio Oriente, especialmente o conflito na Síria, relatou a Fides. D. Leo Boccardi deixou ainda votos de que haja “relações bilaterais mais estreitas” entre a Santa Sé e o Irão. O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Mohammad Javad Zarif, declarou que, dada a forte presença de grupos extremistas no terreno, "a situação das minorias religiosas na Síria, como as cristãs, são motivo de preocupação” para o seu país. Em 2010, o agora Papa emérito Bento XVI e o antigo presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad trocaram correspondência sobre a necessidade de diálogo e da tolerância para a construção da paz. by Ecclesia

Vaticano: Papa critica corrupção e diz que desonestidade tira dignidade às pessoas.

O Papa Francisco disse hoje no Vaticano que é preciso rezar pelos filhos que recebem um “pão sujo” dos seus pais, fruto de subornos e de corrupção, porque os atos desonestos tiram “dignidade” às pessoas. “O costume do suborno é um costume mundano e fortemente pecador. É um costume que não vem de Deus: Deus ordenou-nos que levássemos o pão para casa com o nosso trabalho honesto”, declarou, na homilia da missa a que presidiu na capela da Casa de santa Marta. Francisco partiu da parábola evangélica do ‘administrador desonesto’ para falar do “espírito do mundo, da mundanidade” que é o “inimigo” dos cristãos. “Quando pensamos nos nossos inimigos, na verdade pensamos em primeiro lugar no demónio, porque é precisamente ele que nos faz mal. A atmosfera, o estilo de vida que agrada muito ao demónio é esta mundanidade: viver segundo os «valores» do mundo”, precisou. O Papa contestou a opinião dos que entendem que a corrupção é algo que “todos fazem”, pedindo que se evite “o caminho mais curto, mas fácil para ganhar a vida”. “Este é um pecado grave, talvez se comece com um pequeno suborno, mas é como a droga”, alertou. Francisco convidou a rezar para que Deus “mude o coração” dos devotos do “deus suborno” e estes percebam que “a dignidade vem do trabalho digno, do trabalho honesto”. “Talvez hoje nos faça bem a todos rezar pelas muitas crianças e rapazes que recebem dos seus pais um pão sujo: também eles têm fome, fome de dignidade”, concluiu. by Ecclesia

O espírito crítico e os ataques à Igreja.

O espírito de “criticidade” tão presente na boca dos anticlericais nada mais é que o espírito satânico do non serviam. Em um mundo onde as aparências importam mais que a realidade, não são poucos os indivíduos à procura de um saber superficial, alcançado apenas para demonstrar posição social ou superioridade em relação às outras pessoas. É sintomática a cultura do "diploma”, que valoriza mais um pedaço de papel, garantindo que o sujeito sentou durante alguns anos na carteira de uma universidade, do que a busca de uma sólida formação intelectual e de um conhecimento autêntico. Nesta ânsia de inflar o próprio ego, ao invés de educar-se de verdade, figura como digna de aplausos aquela postura comumente chamada de "crítica”. Qualquer pessoa que frequente alguma instituição de ensino no Brasil já ouviu ao menos uma vez esta palavra. "É preciso ser crítico”, repetem os professores, pedagogos e demais formadores (ou deformadores). Em que consiste esta "criticidade”, no entanto, poucos explicam. Parece ser pacífico, porém, que alguém "crítico” não pode deixar de falar mal da Igreja Católica. No culto secular à diversidade, nenhum preconceito é tolerado, a menos que o preconceito seja dirigido à religião – e, de modo particular, à religião cristã. Neste caso, não só é permitido ser intolerante, como a própria "classe intelectual” faz questão de estimular na juventude esta espécie de intolerância. As aulas de história são o palco preferido dos inimigos da fé. O desejo de formar espíritos "críticos” – e não de fornecer ferramentas para a boa educação – faz com que o professor socialista oculte, de modo sórdido, todos os benefícios trazidos pela Igreja para a construção da civilização ocidental. Que importa que os monges copistas tenham legado ao homem medieval e moderno toda a literatura da Antiguidade? Que importa que as universidades sejam filhas da Igreja? Que importa que tantos santos católicos tenham contribuído de modo significativo para o desenvolvimento das ciências? Ao lado de todas estas riquezas ardilosamente escondidas pela mente esquerdista estão os escândalos provocados, aqui e ali, por filhos rebeldes da Igreja – todos eles, por outro lado, prontos para ser contados aos alunos. Assim, são alçados a símbolos da Idade Média, senão personalidades realmente perversas, figuras caricatas. Se o modelo de "católico” apresentado não é o Papa Alexandre VI, que não só comprou sua eleição pontifícia, como continuou aumentando sua prole após subir ao trono de Pedro (o que é, sem dúvida, uma página lastimável da história da Igreja), então o alvo é a Inquisição – "carta na manga” para qualquer discussão, a qualquer hora –, vista como um tribunal sanguinolento que condenava pessoas à morte supostamente porque elas não criam em Deus. Não importa que este instituto medieval tenha sido válido tão somente para católicos e que representasse, à sua época, um verdadeiro avanço na prática processual penal... Importa apenas arrumar oportunidade para destilar um ódio quase que irracional à Igreja. Qualquer pedaço de pau serve para bater nela. Tristemente, são muitos os católicos que entram na onda. Insuflados por um espírito que pensam ser "crítico” – mas que, na verdade, nada mais é que o espírito satânico do non serviam –, repetem chavões mentirosos e acusam a Igreja de ter feito isto ou aquilo de mau – como se a santidade da Igreja, Esposa do Cordeiro, se misturasse com o pecado dos Seus indignos filhos. A estas criaturas que, de mãos dadas com os anticlericais, vergonhosamente detratam sua Mãe, como se Cristo – a quem dizem adorar – estivesse separado de Seu Corpo, nunca foram tão apropriadas as palavras de São Josemaría Escrivá: "Não pode haver fé no Espírito Santo se não houver fé em Cristo, na doutrina de Cristo, nos sacramentos de Cristo, na Igreja de Cristo. Não é coerente com a fé cristã, não crê verdadeiramente no Espírito Santo quem não ama a Igreja, quem não tem confiança nEla, quem só se compraz em apontar as deficiências e as limitações dos que a representam, quem a julga de fora e é incapaz de se sentir seu filho.”01 Aos que, por outro lado, estando de fora, incentivam a rebeldia e a desobediência à Igreja, cabe fazer um exercício sincero de reflexão: como é possível que justamente a conduta daqueles que não seguem os ensinamentos e diretrizes da Igreja seja a prova de que ela é má e corrupta? Quem deseja estudar arquitetura, certamente estudará Da Vinci, Michelangelo e Bernini... não os arquitetos fracassados. Quem quiser adentrar no mundo da física, com certeza lerá muito sobre Tesla, Newton e Einstein; mas, dificilmente vai ler alguma linha sobre um físico que não deu certo. Do mesmo modo, estuda-se o Cristianismo através dos homens que foram verdadeiramente cristãos, e não dos que ofereceram (ou oferecem), com sua vida, um contraexemplo. Estuda-se a Igreja por Santo Agostinho, São Justino, São Bernardo, Santo Alberto Magno e Santo Tomás de Aquino, e não por Alexandre VI ou por padres pedófilos. A menos que o propósito de quem estuda não seja a procura da verdade, mas a difamação e a propaganda suja. Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Asteroide com seis caudas assombra cientistas.

"É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide", disse o principal pesquisador, David Jewitt. Um estranho asteroide que parece ter múltiplas caudas giratórias foi detectado pelo telescópio espacial Hubble, da NASA, entre Marte e Júpiter, anunciaram astrônomos esta quinta-feira. Ao invés de se parecer com um pequeno ponto de luz, como a maioria dos asteroides, este tem meia dúzia caudas de poeira parecidas com as dos cometas, similares aos raios de uma roda, reportaram os cientistas no periódico Astrophysical Journal Letters. "É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide", disse o principal pesquisador, David Jewitt, professor do Departamento de Ciências da Terra e do Espaço na Universidade da Califórnia em Los Angeles. "Ficamos assombrados quando o vimos. Surpreendentemente, as estruturas de sua cauda mudam dramaticamente em apenas 13 dias à medida que libera poeira", acrescentou. O objeto foi denominado P/2013 P5, e os astrônomos acreditam que ele esteja cuspindo poeira por pelo menos cinco meses. O asteroide pode ter girado tão rápido que começou a se desintegrar, explicaram os cientistas. Eles não acreditam que as caudas tenham resultado de um impacto porque um evento assim faria a poeira se espalhar de uma vez. Suas múltiplas caudas foram descobertas em imagens captadas pelo telescópio Hubble em 10 de setembro passado, depois de ter sido detectado pela primeira vez por um telescópio no Havaí. Jewitt explicou que o objeto pode ter se originado da colisão de um asteroide 200 milhões de anos atrás. Seu padrão de poeira dispersa em espasmos e explosões pode significar que está morrendo lentamente. “Na astronomia, onde você encontra um, acaba encontrando mais um montão”, afirmou. “É um objeto surpreendente e quase com certeza será o primeiro de muitos outros”, prosseguiu. Fonte: Exame

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O Papa: Com mau humor, frieza e egoísmo a Igreja não cresce; cresce somente com o amor

O Papa Francisco refletiu nesta manhã na catequese da audiência geral sobre a comunhão das coisas espirituais, centrando-se nos sacramentos, nos carismas e na caridade; e explicou que a Igreja cresce somente com o amor, o amor que vem do Espírito Santo e que deve vencer o mau humor, a frieza e o egoísmo nas pessoas. Ante 50 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, o Santo Padre disse que "e muitas vezes somos tão secos, indiferentes, distantes e em vez de transmitir fraternidade, transmitimos mal humor, frieza, egoísmo". "E com mal humor, frieza, egoísmo não se pode fazer crescer a Igreja; a Igreja cresce somente com amor que vem do Espírito Santo. O Senhor nos convida a abrir-nos à comunhão com Ele, nos sacramentos, nos carismas e na caridade, para viver de maneira digna da nossa vocação cristã!". O Papa Francisco explicou logo que os Sacramentos da Igreja "não são aparência, não são ritos, mas são a força de Cristo; é Jesus Cristo presente nos sacramentos. Quando celebramos a Eucaristia é Jesus vivo, que nos une, que nos faz comunidade, que nos faz adorar o Pai. Cada um de nós, de fato, mediante o Batismo, a Crisma e a Eucaristia foi incorporado a Cristo e unido a toda a comunidade dos crentes". "Todo encontro com Cristo, que nos sacramentos nos dá a salvação, convida-nos a ‘ir’ e comunicar aos outros uma salvação que pudemos ver, tocar, encontrar, acolher, e que é realmente credível porque é amor. Deste modo, os sacramentos nos impelem a ser missionários, e o empenho apostólico de levar o Evangelho a todo ambiente, mesmo naqueles mais hostis, constitui o fruto mais autêntico de uma assídua vida sacramental, enquanto é participação na iniciativa salvífica de Deus, que quer dar a todos a salvação". Depois de recordar que é importante batizar as crianças cedo, o Papa passou a explicar a comunhão dos carismas: "’Carismas’ é uma palavra um pouco difícil. Os ‘carismas’ são os presentes que nos dá o Espírito Santo (…) são graças particulares, dadas a alguns para fazer bem a tantos outros. São atitudes, inspirações e estímulos interiores que nascem na consciência e na experiência de determinadas pessoas, as quais são chamadas a colocá-los a serviço da comunidade. Em particular, esses dons espirituais beneficiam a santidade da Igreja e da sua missão". Sobre a caridade, que é o amor, o Santo Padre disse que sem esta, "mesmo os dons mais extraordinários são vãos; este homem cura o povo, tem esta qualidade, esta outra virtude… mas tem amor e caridade no seu coração? Se tem, tudo bem, mas se não tem, não serve à Igreja". "Sem o amor todos estes dons e carismas não servem à Igreja, porque onde não há o amor há um vazio que vem preenchido pelo egoísmo. E me pergunto: se todos somos egoístas, podemos viver em comunhão e em paz? Não se pode, por isto é necessário o amor que nos une". O Papa Francisco destacou logo que "o menor dos gestos de amor tem efeito bom para todos! Portanto, viver a unidade na Igreja e a comunhão da caridade significa não buscar o próprio interesse, mas partilhar os sofrimentos e as alegrias dos irmãos, prontos a levar os fardos daqueles mais frágeis e necessitados. Esta solidariedade fraterna não é uma figura retórica, um modo de dizer, mas é parte integrante da comunhão entre os cristãos". "Se a vivemos, nós somos no mundo sinal, ‘sacramento’ do amor de Deus. Somos uns pelos outros e somos por todos! Não se trata somente daquela caridade pequena que podemos oferecer ao outro, trata-se de algo mais profundo: é uma comunhão que nos torna capazes de entrar na alegria e na dor dos outros para fazê-las nossas sinceramente". ACI/EWTN Noticias

As 38 questões para o Sínodo sobre a família. “Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”

“Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização” é o título do Documento preparatório para a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, que será realizada de 5 a 19 de outubro do próximo ano. O Documento contém um questionário sobre questões concernentes a vários aspectos da vida familiar. Confira aqui: I – O Sínodo: família e evangelização A missão de pregar o Evangelho a cada criatura foi confiada diretamente pelo Senhor aos seus discípulos, e dela a Igreja é portadora na história. Na época em que vivemos, a evidente crise social e espiritual torna-se um desafio pastoral, que interpela a missão evangelizadora da Igreja para a família, núcleo vital da sociedade e da comunidade eclesial. sinodo-familiaPropor o Evangelho sobre a família neste contexto é mais urgente e necessário do que nunca. A importância deste tema sobressai do facto que o Santo Padre decidiu estabelecer para o Sínodo dos Bispos um itinerário de trabalho em duas etapas: a primeira, a Assembleia Geral Extraordinária de 2014, destinada a especificar o “status quaestionis” e a recolher testemunhos e propostas dos Bispos para anunciar e viver de maneira fidedigna o Evangelho para a família; a segunda, a Assembleia Geral Ordinária de 2015, em ordem a procurar linhas de ação para a pastoral da pessoa humana e da família. Hoje perfilam-se problemáticas até há poucos anos inéditas, desde a difusão dos casais de facto, que não acedem ao matrimônio e às vezes excluem esta própria ideia, até às uniões entre pessoas do mesmo sexo, às quais não raro é permitida a adoção de filhos. Entre as numerosas novas situações que exigem a atenção e o compromisso pastoral da Igreja, será suficiente recordar: os matrimónios mistos ou inter-religiosos; a família monoparental; a poligamia; os matrimónios combinados, com a consequente problemática do dote, por vezes entendido como preço de compra da mulher; o sistema das castas; a cultura do não-comprometimento e da presumível instabilidade do vínculo; as formas de feminismo hostis à Igreja; os fenómenos migratórios e reformulação da própria ideia de família; o pluralismo relativista na noção de matrimónio; a influência dos meios de comunicação sobre a cultura popular na compreensão do matrimónio e da vida familiar; as tendências de pensamento subjacentes a propostas legislativas que desvalorizam a permanência e a fidelidade do pacto matrimonial; o difundir-se do fenómeno das mães de substituição (“barriga de aluguel”); e as novas interpretações dos direitos humanos. Mas sobretudo no âmbito mais estritamente eclesial, o enfraquecimento ou abandono da fé na sacramentalidade do matrimónio e no poder terapêutico da penitência sacramental. A partir de tudo isto compreende-se como é urgente que a atenção do episcopado mundial, “cum et sub Petro”, enfrente estes desafios. Se, por exemplo, pensarmos unicamente no facto de que no contexto atual muitos adolescentes e jovens, nascidos de matrimónios irregulares, poderão nunca ver os seus pais aproximar-se dos sacramentos, compreenderemos como são urgentes os desafios apresentados à evangelização pela situação atual, de resto difundida em todas as partes da “aldeia global”. Esta realidade encontra uma correspondência singular no vasto acolhimento que tem, nos nossos dias, o ensinamento sobre a misericórdia divina e sobre a ternura em relação às pessoas feridas, nas periferias geográficas e existenciais: as expectativas que disto derivam, a propósito das escolhas pastorais relativas à família, são extremamente amplas. Por isso, uma reflexão do Sínodo dos Bispos a respeito destes temas parece tanto necessária e urgente quanto indispensável, como expressão de caridade dos Pastores em relação a quantos lhes são confiados e a toda a família humana. II – A Igreja e o Evangelho sobre a família A boa nova do amor divino deve ser proclamada a quantos vivem esta fundamental experiência humana pessoal, de casal e de comunhão aberta ao dom dos filhos, que é a comunidade familiar. A doutrina da fé sobre o matrimónio deve ser apresentada de modo comunicativo e eficaz, para ser capaz de alcançar os corações e de os transformar segundo a vontade de Deus manifestada em Cristo Jesus. A propósito das fontes bíblicas sobre o matrimónio e a família, nesta circunstância apresentamos somente as referências essenciais. Também no que se refere aos documentos do Magistério, parece oportuno limitar-se aos documentos do Magistério universal da Igreja, integrando-os com alguns textos emanados pelo Pontifício Conselho para a Família e atribuindo aos Bispos participantes no Sínodo a tarefa de dar voz aos documentos dos seus respectivos organismos episcopais. Em todas as épocas e nas culturas mais diversificadas nunca faltou o ensinamento claro dos Pastores, nem o testemunho concreto dos fiéis, homens e mulheres que, em circunstâncias muito diversas, viveram o Evangelho sobre a família como uma dádiva incomensurável para a sua própria vida e para a vida dos sues filhos. O compromisso a favor do próximo Sínodo Extraordinário é assumido e sustentado pelo desejo de comunicar esta mensagem a todos, com maior incisividade, esperando assim que «o tesouro da revelação confiado à Igreja encha cada vez mais os corações dos homens» (DV 26). O projeto de Deus Criador e Redentor A beleza da mensagem bíblica sobre a família tem a sua raiz na criação do homem e da mulher, ambos criados à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1, 24-31; 2, 4b-25). Ligados por uma vínculo sacramental indissolúvel, os esposos vivem a beleza do amor, da paternidade, da maternidade e da dignidade suprema de participar deste modo na obra criadora de Deus. No dom do fruto da sua união, eles assumem a responsabilidade do crescimento e da educação de outras pessoas, para o futuro do género humano. Através da procriação, o homem e a mulher realizam na fé a vocação de ser colaboradores de Deus na preservação da criação e no desenvolvimento da família humana. O Beato João Paulo II comentou este aspecto na Familiaris consortio: «Deus criou o homem à sua imagem e semelhança (cf. Gn 1, 26 s.): chamando-o à existência por amor, chamou-o ao mesmo tempo ao amor. Deus é amor (1 Jo 4, 8) e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a à sua imagem e conservando-a continuamente no ser, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão (cf. “Gaudium et spes”, 12). O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação de cada ser humano» (FC 11). Este projeto de Deus Criador, que o pecado original deturpou (cf. Gn 3, 1-24), manifestou-se na história através das vicissitudes do povo eleito, até à plenitude dos tempos, pois mediante a encarnação o Filho de Deus não apenas confirmou a vontade divina de salvação, mas com a redenção ofereceu a graça de obedecer a esta mesma vontade. O Filho de Deus, Palavra que se fez carne (cf. Jo 1, 14) no seio da Virgem Mãe, viveu e cresceu na família de Nazaré, e participou nas bodas de Caná, cuja festa foi por Ele enriquecida com o primeiro dos seus “sinais” (cf. Jo 2, 1-11). Ele aceitou com alegria o acolhimento familiar dos seus primeiros discípulos (cf. Mc 1, 29-31; 2, 13-17) e consolou o luto da família dos seus amigos em Betânia (cf. Lc 10, 38-42; Jo 11, 1-44). Jesus Cristo restabeleceu a beleza do matrimónio, voltando a propor o projeto unitário de Deus, que tinha sido abandonado devido à dureza do coração humano, até mesmo no interior da tradição do povo de Israel (cf. Mt 5, 31-32; 19.3-12; Mc 10, 1-12; Lc 16, 18). Voltando à origem, Jesus ensinou a unidade e a fidelidade dos esposos, recusando o repúdio e o adultério. Precisamente através da beleza extraordinária do amor humano – já celebrada com contornos inspirados no Cântico dos Cânticos, e do vínculo esponsal exigido e defendido por Profetas como Oseias (cf. Os 1, 2-3,3) e Malaquias (cf. Ml 2, 13-16) – Jesus confirmou a dignidade originária do amor entre o homem e a mulher. O ensinamento da Igreja sobre a família Também na comunidade cristã primitiva a família se manifestava como “Igreja doméstica” (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1655): nos chamados “códigos familiares” das Cartas apostólicas neotestamentárias, a grande família do mundo antigo é identificada como o lugar da solidariedade mais profunda entre esposas e maridos, entre pais e filhos, entre ricos e pobres (cf. Ef 5, 21-6, 9; Cl 3, 18-4, 1; 1 Tm 2, 8-15; Tt 2, 1-10; 1 Pd 2, 13-3, 7; cf., além disso, também a Carta a Filémon). Em particular, a Carta aos Efésios identificou no amor nupcial entre o homem e a mulher «o grande mistério», que torna presente no mundo o amor de Cristo e da Igreja (cf. Ef 5, 31-32). Ao longo dos séculos, sobretudo na época moderna até aos nossos dias, a Igreja não fez faltar um seu ensinamento constante e crescente sobre a família e sobre o matrimónio que a fundamenta. Uma das expressões mais excelsas foi a proposta do Concílio Ecuménico Vaticano II, na Constituição pastoral Gaudium et spes que, abordando algumas problemáticas mais urgentes, dedica um capítulo inteiro à promoção da dignidade do matrimónio e da família, como sobressai na descrição do seu valor para a constituição da sociedade: «A família – na qual se congregam as diferentes gerações que reciprocamente se ajudam a alcançar uma sabedoria mais plena e a conciliar os direitos pessoais com as outras exigências da vida social – constitui assim o fundamento da sociedade» (GS 52). Particularmente intenso é o apelo a uma espiritualidade cristocêntrica dirigida aos esposos crentes: «Os próprios esposos, feitos à imagem de Deus e estabelecidos numa ordem verdadeiramente pessoal, estejam unidos em comunhão de afeto e de pensamento e com mútua santidade, de modo que, seguindo a Cristo, princípio da vida, se tornem pela fidelidade do seu amor, através das alegrias e dos sacrifícios da sua vocação, testemunhas daquele mistério de amor que Deus revelou ao mundo com a sua morte e a sua ressurreição» (GS 52). Também os Sucessores de Pedro, depois do Concílio Vaticano II, enriqueceram mediante o seu Magistério a doutrina sobre o matrimónio e a família, de modo especial Paulo VI com a Encíclica Humanae vitae, que oferece ensinamentos específicos a níveis de princípio e de prática. Sucessivamente, o Papa João Paulo II, na Exortação Apostólica Familiaris consortio, quis insistir na proposta do desígnio divino acerca da verdade originária do amor esponsal e familiar: «O “lugar” único, que torna possível esta doação segundo a sua verdade total, é o matrimónio, ou seja o pacto de amor conjugal ou escolha consciente e livre, com a qual o homem e a mulher recebem a comunidade íntima de vida e de amor, querida pelo próprio Deus (cfr. Gaudium et spes, 48), que só a esta luz manifesta o seu verdadeiro significado. A instituição matrimonial não é uma ingerência indevida da sociedade ou da autoridade, nem a imposição extrínseca de uma forma, mas uma exigência interior do pacto de amor conjugal que publicamente se afirma como único e exclusivo, para que seja vivida assim a plena fidelidade ao desígnio de Deus Criador. Longe de mortificar a liberdade da pessoa, esta fidelidade põe-na em segurança em relação ao subjetivismo e relativismo, tornando-a participante da Sabedoria criadora» (FC 11). O Catecismo da Igreja Católica reúne estes dados fundamentais: «A aliança matrimonial, pela qual um homem e uma mulher constituem entre si uma comunidade íntima de vida e de amor; foi fundada e dotada das suas leis próprias pelo Criador: Pela sua natureza, ordena-se ao bem dos cônjuges, bem como à procriação e educação dos filhos. Entre os baptizados, foi elevada por Cristo Senhor à dignidade de sacramento [cf. Concílio Ecuménico Vaticano II, Gaudium et spes, 48; Código de Direito Canónico, cân. 1055 § 1]» (CCC, n. 1660). A doutrina exposta no Catecismo refere-se tanto aos princípios teológicos como aos comportamentos morais, abordados sob dois títulos distintos: O sacramento do matrimónio (nn. 1601-1658) e O sexto mandamento (nn. 2331-2391). Uma leitura atenta destas partes do Catecismo oferece uma compreensão atualizada da doutrina da fé, em benefício da atividade da Igreja diante dos desafios contemporâneos. A sua pastoral encontra inspiração na verdade do matrimónio visto no desígnio de Deus, que criou varão e mulher, e na plenitude dos tempos revelou em Jesus também a plenitude do amor esponsal, elevado a sacramento. O matrimónio cristão, fundamentado sobre o consenso, é dotado também de efeitos próprios, e no entanto a tarefa dos cônjuges não é subtraída ao regime do pecado (cf. Gn 3, 1-24), que pode provocar feridas profundas e até ofensas contra a própria dignidade do sacramento. «O primeiro âmbito da cidade dos homens iluminado pela fé é a família; penso, antes de mais nada, na união estável do homem e da mulher no matrimónio. Tal união nasce do seu amor, sinal e presença do amor de Deus, nasce do reconhecimento e aceitação do bem que é a diferença sexual, em virtude da qual os cônjuges se podem unir numa só carne (cf. Gn 2, 24) e são capazes de gerar uma nova vida, manifestação da bondade do Criador, da sua sabedoria e do seu desígnio de amor. Fundados sobre este amor, homem e mulher podem prometer-se amor mútuo com um gesto que compromete a vida inteira e que lembra muitos traços da fé: prometer um amor que dure para sempre é possível quando se descobre um desígnio maior que os próprios projetos, que nos sustenta e permite doar o futuro inteiro à pessoa amada» (LF 52). «A fé não é um refúgio para gente sem coragem, mas a dilatação da vida: faz descobrir uma grande chamada — a vocação ao amor — e assegura que este amor é fiável, que vale a pena entregar-se a ele, porque o seu fundamento se encontra na fidelidade de Deus, que é mais forte do que toda a nossa fragilidade» (LF 53). III – Questionário As seguintes perguntas permitem às Igrejas particulares participar ativamente na preparação do Sínodo Extraordinário, que tem a finalidade de anunciar o Evangelho nos atuais desafios pastorais a respeito da família. 1 – Sobre a difusão da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja a propósito da família a) Qual é o conhecimento real dos ensinamentos da Bíblia, da “Gaudium et spes”, da “Familiaris consortio” e de outros documentos do Magistério pós-conciliar sobre o valor da família segundo a Igreja católica? Como os nossos fiéis são formados para a vida familiar, em conformidade com o ensinamento da Igreja? b) Onde é conhecido, o ensinamento da Igreja é aceite integralmente. Verificam-se dificuldades na hora de o pôr em prática? Se sim, quais? c) Como o ensinamento da Igreja é difundido no contexto dos programas pastorais nos planos nacional, diocesano e paroquial? Que tipo de catequese sobre a família é promovida? d) Em que medida – e em particular sob que aspectos – este ensinamento é realmente conhecido, aceite, rejeitado e/ou criticado nos ambientes extra-eclesiais? Quais são os fatores culturais que impedem a plena aceitação do ensinamento da Igreja sobre a família? 2 – Sobre o matrimónio segundo a lei natural a) Que lugar ocupa o conceito de lei natural na cultura civil, quer nos planos institucional, educativo e académico, quer a nível popular? Que visões da antropologia estão subjacentes a este debate sobre o fundamento natural da família? b) O conceito de lei natural em relação à união entre o homem e a mulher é geralmente aceite, enquanto tal, por parte dos batizados? c) Como é contestada, na prática e na teoria, a lei natural sobre a união entre o homem e a mulher, em vista da formação de uma família? Como é proposta e aprofundada nos organismos civis e eclesiais? d) Quando a celebração do matrimónio é pedida por batizados não praticantes, ou que se declaram não-crentes, como enfrentar os desafios pastorais que disto derivam? 3 – A pastoral da família no contexto da evangelização Quais foram as experiências que surgiram nas últimas décadas em ordem à preparação para o matrimónio? Como se procurou estimular a tarefa de evangelização dos esposos e da família? De que modo promover a consciência da família como “Igreja doméstica”? Conseguiu-se propor estilos de oração em família, capazes de resistir à complexidade da vida e da cultural contemporânea? Na atual situação de crise entre as gerações, como as famílias cristãs souberam realizar a própria vocação de transmissão da fé? De que modo as Igrejas locais e os movimentos de espiritualidade familiar souberam criar percursos exemplares? Qual é a contribuição específica que casais e famílias conseguiram oferecer, em ordem à difusão de uma visão integral do casal e da família cristã, hoje credível? Que atenção pastoral a Igreja mostrou para sustentar o caminho dos casais em formação e dos casais em crise? 4 – Sobre a pastoral para enfrentar algumas situações matrimoniais difíceis a) A convivência ad experimentum é uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-la numericamente? b) Existem uniões livres de facto, sem o reconhecimento religioso nem civil? Dispõem-se de dados estatísticos confiáveis? c) Os separados e os divorciados recasados constituem uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-los numericamente? Como se enfrenta esta realidade, através de programas pastorais adequados? d) Em todos estes casos: como vivem os batizados a sua irregularidade? Estão conscientes da mesma? Simplesmente manifestam indiferença? Sentem-se marginalizados e vivem com sofrimento a impossibilidade de receber os sacramentos? e) Quais são os pedidos que as pessoas separadas e divorciadas dirigem à Igreja, a propósito dos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação? Entre as pessoas que se encontram em tais situações, quantas pedem estes sacramentos? f) A simplificação da praxe canónica em ordem ao reconhecimento da declaração de nulidade do vínculo matrimonial poderia oferecer uma contribuição positiva real para a solução das problemáticas das pessoas interessadas? Se sim, de que forma? g) Existe uma pastoral para ir ao encontro destes casos? Como se realiza esta atividade pastoral? Existem programas a este propósito, nos planos nacional e diocesano? Como a misericórdia de Deus é anunciada a separados e divorciados recasados e como se põe em prática a ajuda da Igreja para o seu caminho de fé? 5 – Sobre as uniões de pessoas do mesmo sexo a) Existe no vosso país uma lei civil de reconhecimento das uniões de pessoas do mesmo sexo, equiparadas de alguma forma ao matrimónio? b) Qual é a atitude das Igrejas particulares e locais, quer diante do Estado civil promotor de uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, quer perante as pessoas envolvidas neste tipo de união? c) Que atenção pastoral é possível prestar às pessoas que escolheram viver em conformidade com este tipo de união? d) No caso de uniões de pessoas do mesmo sexo que adotaram crianças, como é necessário comportar-se pastoralmente, em vista da transmissão da fé? 6 – Sobre a educação dos filhos no contexto das situações de matrimónios irregulares a) Qual é nestes casos a proporção aproximativa de crianças e adolescentes, em relação às crianças nascidas e educadas em famílias regularmente constituídas? b) Com que atitude os pais se dirigem à Igreja? O que pedem? Somente os sacramentos, ou inclusive a catequese e o ensinamento da religião em geral? c) Como as Igrejas particulares vão ao encontro da necessidade dos pais destas crianças, de oferecer uma educação cristã aos próprios filhos? d) Como se realiza a prática sacramental em tais casos: a preparação, a administração do sacramento e o acompanhamento? 7 – Sobre a abertura dos esposos à vida a) Qual é o conhecimento real que os cristãos têm da doutrina da Humanae vitae a respeito da paternidade responsável? Que consciência têm da avaliação moral dos diferentes métodos de regulação dos nascimentos? Que aprofundamentos poderiam ser sugeridos a respeito desta matéria, sob o ponto de vista pastoral? b) Esta doutrina moral é aceite? Quais são os aspectos mais problemáticos que tornam difícil a sua aceitação para a grande maioria dos casais? c) Que métodos naturais são promovidos por parte das Igrejas particulares, para ajudar os cônjuges a pôr em prática a doutrina da Humanae vitae? d) Qual é a experiência relativa a este tema na prática do sacramento da penitência e na participação na Eucaristia? e) Quais são, a este propósito, os contrastes que se salientam entre a doutrina da Igreja e a educação civil? f) Como promover uma mentalidade mais aberta à natalidade? Como favorecer o aumento dos nascimentos? 8 – Sobre a relação entre a família e a pessoa a) Jesus Cristo revela o mistério e a vocação do homem: a família é um lugar privilegiado para que isto aconteça? b) Que situações críticas da família no mundo contemporâneo podem tornar-se um obstáculo para o encontro da pessoa com Cristo? c) Em que medida as crises de fé, pelas quais as pessoas podem atravessar, incidem sobre a vida familiar? 9 – Outros desafios e propostas Existem outros desafios e propostas a respeito dos temas abordados neste questionário, sentidos como urgentes ou úteis por parte dos destinatários? Rádio Vaticano