Fazer o que Deus quer e querer o que Deus faz = Felicidade eterna O grande segredo da vida é saber administrar as perdas (Pe Léo) "O homem deve ler a bíblia para ser sábio; crer na bíblia para ser salvo e praticar a bíblia para ser santo."
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Ataques ao Padre Fabio em redes sociais são justificaveis?
Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. (São Mateus 5, 11)
Algumas matérias tendenciosas tomaram conta da internet e das redes sociais nos últimos dias envolvendo declarações do padre Fabio Melo. Uma das polêmicas apresentas com a seguinte manchete: Padre Fábio Melo criticou a idolatria à Maria, largou os católicos e se bandeou para o lado dos crentes?
Este é o título da matéria do site Genizah, que vive das polêmicas nas igrejas pentecostais e similares.
Isso mesmo, para bom entendedor, basta assistir ao vídeo e ver não é nada disso que ele diz.
Embora o padre Fabio fala de maneira séria e convicta, não se pode afirmar que ele se coloca contra os dogmas marianos, em nenhum momento Pe Fábio nega a importância de Nossa Senhora apenas diz que Jesus é o centro de nossa religião. Veja o grifo das próprias palavras do padre: "... a devoção mariana sendo excessivamente colocada, quando Maria está sendo fora do lugar dela, tomando o lugar do Cristo. Isso não é cristianismo...".
Todo cristão consciente sabe que Nosso Senhor Jesus é o centro da Igreja e de tudo e Nossa Senhora tem o seu legítimo lugar como Mãe de Deus e intercessora, tanto que na frase seguinte o padre nos conclama a rezar com ela para que Cristo prevaleça entre nós.
A outra polêmica, talvez de maior proporção até, foi por conta da resposta dada pelo padre a uma pergunta feita pela platéia do programa Altas Horas da TV Globo. A fala foi mancheteada por vários sites e blogs dando conta de que o padre é favorável ao casamento gay. Confira o vídeo:
O padre fala com muita sabedoria desde o início sobre "dividir a questão" distinguido a parte religiosa do direito de cada cidadão, o lado cível, que não é da alçada eclesiástica. A Igreja tem a sua crença fundamentada, fato. Pode debater e influenciar no destino da nação, mas não é Igreja o Estado, o governo é quem legisla acerca dos direitos de cada um.
A seguir alguns trechos publicados no blog do padre Fabio:
Moramos num país laico, isto é, o Estado não professa uma fé. Mas defende em sua constituição a liberdade religiosa. O Estado é gestado a partir de leis que não nascem nos altares. Elas nascem no Congresso Nacional, lá onde legislam os que foram eleitos por nós. Deputados e senadores trabalham, em âmbitos diferentes, na elaboração e aprovação das lei que norteiam direitos e deveres dos cidadãos.
As igrejas podem até opinar, protestar, manifestar indignação, mas não podem decidir. Em última instância, a resolução é do Estado, que da mesma forma que garante o direito de culto, garante também a indiferença religiosa. Isto significa que os cidadãos não são obrigados a seguir regras religiosas.
Casamento gay é um assunto religioso, pois refere-se diretamente à instituição sagrada que as igrejas defendem: o matrimônio. E sobre isto podemos definir. União civil entre pessoas do mesmo sexo é uma questão do Estado. Podemos opinar, mas não decidir. A decisão ficará nas mãos dos que foram eleitos por nós.
A regra de Jesus continua valendo. “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” Mt, 22, 21.
Conclusão: A imprensa e as redes sociais conseguem distorcer, inclusive algumas palavras do Papa Francisco, como não iriam fazer o mesmo com os sacerdotes? O objetivo é semear contendas e confusões, dividir o Corpo. Infelizmente, muitos irmãos tem caído na cilada do inimigo. Fonte: http://permanecerecompartilhar.blogspot.com.br/
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário