domingo, 7 de julho de 2013

Papa Francisco lavará a alma do Brasil

Faltam duas semanas para a chegada do pontífice ao Rio Faltam duas semanas para a chegada do Papa Francisco ao Rio. Ele mostrará ao mundo um Brasil de fé, solidariedade, alegria e paz. Será a primeira viagem de um Pontífice que, em quatro meses de reinado, deu as seguintes lições: 1) Pagou a conta da casa de hóspedes que o abrigou em Roma durante o conclave. (Alô, doutores Henrique Alves, Garibaldi Alves e Renan Calheiros com seus jatinhos da Viúva.) 2) Dispensou o apartamento pontifício de dez aposentos e continuou na Casa Santa Marta, onde ficam os bispos que passam por Roma. (Alô, Eduardo Paes, que em 2010 queria comprar para a prefeitura o palacete dos Guinle na Rua São Clemente. Os donos pediam R$ 10 milhões.) 3) Livrou-se dos paramentos do regalismo medieval de Bento XVI e dos medonhos sapatos vermelhos de seus antecessores. 4) Nomeou uma comissão de cardeais para limpar a estrutura da Cúria e faxinou o Banco do Vaticano. 5) Confessou-se um pecador. (Alô, Lula.) O Papa Francisco chega ao Brasil com uma Igreja livre de grandes divisões. Não vem hostilizar prelados esquerdistas e, se há na hierarquia brasileira discretos muxoxos (sobretudo por causa da faxina no Banco do Vaticano), eles serão dissimulados. Se governantes estão com medo do que significará sua visita, ainda têm tempo para ler a inutilidade do mal-estar dos comissários poloneses quando João Paulo II anunciou sua visita a Varsóvia. Centenas de milhares de peregrinos hospedados em casas alheias celebrando a fé serão uma santa lição num país onde o andar de baixo sabe dividir o que tem, enquanto no de cima não querem nem pagar passagem de avião. Durante alguns dias, acreditou-se que as multidões que foram às ruas nas últimas semanas prenunciavam apenas badernas. Viu-se, contudo, que o povo como perigo é apenas uma velha fantasia. Francisco mostrará o tamanho da fraternidade nacional, sem caviar no camarote das autoridades. Nos últimos dias, autoridades federais, estaduais e municipais que torraram bilhões de reais na construção de estádios informaram que não têm dinheiro para cobrir um buraco de R$ 90 milhões para custear despesas da Jornada Mundial da Juventude. Gastaram R$ 1,2 bilhão no Coliseu do Rio. A viagem da doutora Dilma a Roma para a coroação de Francisco custou perto de meio milhão. Pode-se estimar que o governo federal torre perto de R$ 1 milhão por mês só na JetFAB. De Brasília, saiu o temor de que Francisco seja hostilizado por manifestações de evangélicos. É difícil, pois não há entre os evangélicos o sectarismo dos comissários. Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, é um homem de boa paz. Se tivesse na alma a lâmina sertaneja de D. Eugenio Salles, mandaria um recado a Brasília, ao governador Sérgio Cabral e ao prefeito Eduardo Paes: “Coletarei a ajuda do povo na esquina da Avenida Rio Branco com Rua do Ouvidor.” (Bastou uma palavra de D. Eugenio a Fernando Henrique Cardoso para que fossem retirados soldados armados das calçadas por onde passava João Paulo II.) Os dias do Papa no Brasil serão jornadas de distensão, beleza e fraternidade, sem comércio ou patrocínios. Acima de tudo, serão grátis. Cobrarão apenas fé para aqueles que a têm. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/papa-francisco-lavara-alma-do-brasil-8944867#ixzz2YNbaQkhB © 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. by Elio Gaspari

sexta-feira, 5 de julho de 2013

MURICY novo treinador do São Paulo: a resposta errada para a crise

Acredito que os principais argumentos que justificam a volta do Muricy não se sustentam. Quem tiver paciência acompanhe o raciocínio abaixo: MURICY TEM MUITOS TÍTULOS NA CARREIRA Por si só, tal argumento nada significa. Vejamos: será que os palmeirenses gostariam de Luxemburgo de volta? E os vascaínos, de Antônio Lopes? Títulos passados não garantem títulos futuros; se garantissem, bastaria sempre contratar os mesmos campeões e os títulos se repetiriam ano a ano. Vou dar um exemplo ainda mais próximo de nossa realidade. Rogério é o maior ídolo da história do clube e, em minha opinião, o maior (não o melhor, é diferente) goleiro da história do futebol. Aí vem a pergunta: vocês querem que ele renove até os 45 anos? Lógico que não. Porque, no dia a dia do trabalho, o que importa não é o que já foi feito, e sim o que ainda pode ser alcançado, e todos sabemos que a carreira dele chegou ao fim (não é o caso do Muricy, mas a analogia é pertinente). Logo, sem essa idiotice de que quem não quer o Muricy de volta não está respeitando o que ele fez no passado (o tri). Quem não entendeu essa parte, leia de novo o caso do Rogério Ceni aí em cima. MURICY É MELHOR QUE NEY FRANCO É difícil comparar dois treinadores de gerações diferentes. Antes de ser tricampeão brasileiro, Muricy bateu cabeça em muito time e chegou a perder um título praticamente ganho pelo Internacional. Ney é mais jovem, começou bem ano passado, enquanto teve Lucas soube armar o time, mas este ano simplesmente se mostrou incapaz de resolver os problemas táticos da equipe. Eu acho que a maior vantagem do Muricy sobre o Ney é que ele tem carisma, enquanto o Ney é uma figura apática na beira do campo. Mas taticamente, não sei nem se o Muricy enxerga mais o jogo do que o Ney. Ainda assim, existem outros treinadores, não são eles as duas únicas opções. MURICY TEM “IDENTIFICAÇÃO” COM A TORCIDA Essa história é muito relativa. Alguém enxerga o Lugano ou o Raí trabalhando no Santos ou no Palmeiras? Pois é: eles jamais fariam isso. Mas o Muricy foi, em momento nenhum ele se sentiu constrangido disso. Aí os defensores dele irão argumentar: “mas ele é profissional”. Pois bem: então é profissional ou torcedor? Vocês precisam se decidir. Para mim, ele tem sim uma certa identificação, isso conta ponto, mas repito ele não é o Lugano nem o Raí, portanto só isso não basta para chamá-lo de volta. MURICY “JOGA FEIO” MAS VENCE Depende. No Santos, depois que ganhou a Libertadores mais fácil da história (apoiado no Rafael e no Neymar, parabéns, mas não fez milagre algum, sabiam que o Antonio Lopes também ganhou uma?), o time jogava feio e perdia. Essa história de feio ou bonito é relativa. Não quero que o time jogue “bonito” (nem sei o que é isso, parece papo de boteco), quero que o time tenha padrão de jogo, que os atletas reajam às situações com inteligência e que o treinador enxergue o jogo quando as coisas apertam. Isso não é jogar bonito: é jogar bem. Jogando bem, a chance de ganhar é maior. E nos últimos anos, o time do Muricy jogou mal demais. MURICY É A MELHOR OPÇÃO PORQUE NÃO DÁ PARA MUDAR TUDO DENTRO DO SPFC Todo mundo sabe que os grandes culpados pela péssima fase do clube são seus diretores. Ponto. Mas não se pode demitir o presidente, por exemplo. Para começar uma mudança agora, é preciso modificar o treinador. Com Muricy, haverá uma mudança pontual e localizada. Ele vai melhorar a defesa, sabe fazer isso muito bem. Talvez o time vá para a ponta do Brasileiro. Talvez o time até ganhe o título. Mas daqui um ano, estaremos aqui novamente, reclamando que o time não tem padrão, que só dá chuveirinho, que não aproveita a base, etc. Hoje, um dos maiores problemas do São Paulo é tático, e vejo pouca gente comentar isso. Me refiro ao buraco existente entre o meio e o ataque. A bola chega ao LF9, ele tenta dominar de costas, ninguém se aproxima, ele perde a bola e lá está o buraco onde o time adversário coloca os volantes para trabalhar e chegar na cara do gol do Rogério (o Tite fez isso na 4ª o tempo todo). Se os nossos volantes não se aproximarem, nunca vamos ganhar a segunda bola, e aí vamos tomar contra-ataque o tempo todo. Será que o Muricy, um treinador que mesmo seus fãs reconhecem que não é brilhante taticamente, vai conseguir resolver isso? Cada um tem uma opinião. Eu prefiro que venha um treinador capaz de modificar a filosofia do futebol no São Paulo (quem disser que o problema é a diretoria, leia de novo o parágrafo acima). Eu acho que um treinador estrangeiro poderia fazer isso, até pela barreira da língua, obrigar o pessoal que trabalha no clube a se reciclar, a estudar, a colocar a cabeça para funcionar, eu sinto que tem muito sujeito encostado no São paulo, vendo o tempo passar. Seria um desafio a todos: jogadores, comissão técnica, diretores ultrapassados, ao pessoal da base. Nomes não faltam: Bielsa, Martino, La Volpe, Gareca, Pumpido... (não coloco Bianchi porque ele já disse que não sai da Argentina, está muito velho para isso) Sem poder trazer um treinador de fora, eu ainda acho que há opções melhores que Muricy por tudo que já expus. O Dorival Jr., que tem uma trajetória parecida ao próprio Muricy e deve estar louco para voltar a ser um técnico vencedor, ainda não fez seu grande trabalho, sinto que ainda pode render mais; o Autuori, caso saia do Vasco, por ter um perfil mais tático; ou mesmo um técnico jovem, como o Lisca, do Juventude, que parece ter uma visão bem diferenciada de futebol, ou mesmo um ex-atleta inteligente (cito o Cafu, por exemplo). Para quem acha que só técnico com muitos títulos pode treinar uma grande equipe, lembro que o Guardiola jamais havia ganho nada como treinador quando assumiu o Barcelona e o Manchester United escolheu o Moyes que nunca ganhou nada na vida para substituir o mais vencedor dos técnicos vivos. Espero que agora as críticas ao que escrevi levem em conta meu texto. Postado por: tricológico

quinta-feira, 4 de julho de 2013

DCA: A Cura do Câncer Ignorada Pela Indústria Farmacêutica

Evangelos Michelakis, um pesquisador de câncer na Universidade de Alberta, descobriu há três anos que uma substância química comum e não-tóxica conhecida como DCA, abreviação de ácido dicloroacetato, que inibe o crescimento de tumores cancerígenos em ratos. As constatações iniciais de Michelakis ganharam muito alarde na época e recircularam na Web novamente esta semana, em grande parte por causa de um post em um blog intitulado "Cientistas curam o câncer , mas ninguém toma conhecimento", o que desencadeou um novo debate com as pessoas perguntando se isto era realmente verdade. O mecanismo pelo qual DCA funciona em ratos é extremamente simples: ele elimina a maioria dos tipos de células cancerosas através da alteração da forma como estas metabolizam o açúcar, causando-lhes a auto-destruição sem afectar os tecidos normais. Após os testes em animais, Michelakis e seus colegas fizeram testes de DCA em células cancerosas humanas em uma placa de Petri, e em seguida conduziram testes clínicos em humanos, usando 1 milhão e meio dólares recebidos através de doações. Seus resultados foram encorajadores, o tratamento com DCA pareceu estender a vida de quatro dos cinco participantes, e seu estudo foi publicado no ano passado na Science Translational Medicine. O trabalho preliminar em ratos, culturas de células, e pequenos ensaios em humanos, aponta para o DCA como sendo um poderoso tratamento do câncer. Mas isso não quer dizer que seja a tão esperada cura do câncer. Muitos outros compostos que pareciam igualmente promissores nos primeiros estágios de investigação acabaram por não cumprir a promessa. Mas mesmo assim Michelakis acredita que o DCA é merecedor de uma quantidade maior de testes em humanos. Michelakis não patenteou sua descoberta. E não porque ele não quer, mas porque ele não pode. Quando se trata de patentes, o DCA realmente é como o sol: é um produto químico barato, amplamente utilizado e que ninguém pode patentear. E no mundo de hoje, essas drogas não atraem financiamentos facilmente. As empresas farmacêuticas não estão exatamente ignorando o DCA, e elas definitivamente não estão suprimindo a investigação com o DCA. É só que eles não estão ajudando. Por quê? O desenvolvimento de drogas é basicamente um negócio e investir no DCA simplesmente não é um bom negócio. "Os grandes laboratórios farmacêuticos não tem qualquer interesse em investir [na pesquisa com o DCA] porque não haverá lucro", disse Michelakis. O Longo Caminho para a Cura O farmacologista Omudhome Ogbru, um diretor de Pesquisa e Desenvolvimento em uma empresa farmacêutica sediada em New Jersey, The Medicines Company, ressaltou: "As empresas farmacêuticas são como outras empresas que fabricam produtos que devem ser vendidas com lucro, a fim de sobreviver e crescer". Apenas um em cada 10.000 compostos estudados por pesquisadores acaba como uma droga aprovada, Ogbru explica em um artigo de opinião no MedicineNet. Para chegar à fase de aprovação, os medicamentos devem ser submetidos de 7 a 10 anos de testes a um custo total médio de 500 milhões dólares - o que pode ser em vão se a droga não receber a aprovação do FDA. E mesmo se isso ocorrer, "apenas três de cada 20 drogas aprovadas geram receitas suficientes para cobrir seus custos de desenvolvimento." "O lucro é o incentivo para o risco de que a empresa tem", escreveu Ogbru. "Sem a promessa de um lucro razoável, há muito pouco incentivo para qualquer empresa desenvolver novos medicamentos." Seria quase impossível ter lucro com uma droga como o ácido dicloroacetato. "Se o DCA realmente provar ser eficaz, então será uma droga ridiculamente barata", disse Michelakis. Daniel Chang, oncologista do Centro de Cancro de Stanford, e que recentemente começou a estudar o DCA, concordou: "Tenho certeza que a falta de patenteabilidade está desempenhando um papel na falta de investigação", disse Chang. Embora as organizações de saúde do governo como o Instituto Nacional de Câncer dão bolsas de investigação para ajudar a financiar os ensaios clínicos "elas nunca seriam suficiente para obter aprovação para o DCA como um tratamento contra o câncer", disse Akban Kahn, um médico em Toronto. "Você precisa de centenas de milhões de dólares, e um subsídio do governo não é tão grande." A pesquisa com o DCA andou muito mais lentamente do que se uma empresa farmacêutica estivesse pagando a conta. Dito isto, o financiamento de base permitiu um surpreendente progresso constante. "Através do website, de rádio, telefonemas, e outras coisas assim, foram levantados cerca de 1,5 milhões de dólares em nove meses", na Universidade de Alberta DCA Research Center, disse Michelakis. Isto foi suficiente para financiar um estudo detalhado do tratamento DCA em cinco pacientes com câncer de cérebro. Modo de Ação do DCA Os resultados foram promissores. O estudo entretanto foi pequeno e não tinha um controle com placebo, o que torna impossível dizer com certeza se as condições dos pacientes melhorou por causa do tratamento DCA ou por outro motivo. Daniel Chang, o pesquisador de Stanford, descreveu os resultados do estudo são interessante, mas não conclusivos. Em seu estudo, Michelakis e seus co-autores escreveram: "Com o pequeno número de pacientes tratados em nosso estudo, não se pode fazer conclusões definitivas sobre DCA como uma terapia" Apesar da escassez de testes clínicos, um médico de família, Akbar Khan, do Medicor Cancer Centre, em Toronto, prescreve DCA para seus pacientes com câncer. Ele diz que isso pode ser feito no Canadá, porque o DCA já está aprovado para o tratamento de certos tipos de distúrbios do metabolismo. Michelakis, no entanto, disse que acha que Khan não devia prescrever a droga antes que ela seja oficialmente aprovada para uso contra o câncer. "Estamos vendo cerca de 60 a 70 por cento dos pacientes que não tiveram sucesso com tratamentos convencionais responderem favoravelmente ao DCA", disse Khan. O grupo de Khan acaba de publicar seu primeiro estudo peer-reviewed no Jornal de Medicina Paliativa. "É um relatório do caso de um paciente com uma forma rara de câncer que tinha tentado outros tratamentos sem sucesso, e então ele veio até nós para tentar o DCA. Foi eficaz, e realmente é um resultado bem dramático. Ele tinha tumores múltiplos, incluindo um particularmente preocupante na perna. O DCA estabilizou significativamente o tumor e reduziu a sua dor". "Atualmente, temos três pacientes com cânceres incuráveis e que estão com remissão completa, e estão provavelmente curados após usar o DCA em combinação com métodos paliativos convencionais. Estamos no processo de publicação destes casos", disse ele. Um Novo Modelo de Medicamento No entanto, pequenos ensaios e estudos de caso não serão suficientes para provar que o DCA realmente funciona. São necessárias futuras investigações sobre a eficácia do medicamento , e sem a ajuda dos grandes laboratórios farmacêuticos, isto terá que acontecer de uma forma não usual. "Esta poderia ser uma experiência social, onde o próprio público financiaria estes testes", disse Michelakis. "Depois de descobrir o efeito do DCA em células de câncer, eu considero isto a segunda maior realização do nosso trabalho: quando mostramos que você pode trazer uma droga para testes em humanos sem um monte de dinheiro. Se outros forem inspirados (o seu grupo está começando a estabelecer colaborações com alguns hospitais de câncer de destaque) esta poderia ser uma grande conquista. Eventualmente os órgãos federais como o Instituto Nacional de Câncer veriam que há provas suficientes, e então eles vão ajudar com o financiamento.". "Isto representa uma nova atitude e uma nova maneira de pensar", acrescentou Michelakis. O site "The DCA Site" mostra várias histórias de sucesso no combate ao câncer utilizando o DCA. --------------- Eu me pergunto então: mesmo que as indústrias farmacêuticas não estejam interessadas, não seria do interesse dos governos investir em uma possível cura para esta que é uma das maiores mazelas das últimas décadas? Apenas para comparar, os quase 2 milhões de reais gastos no kit-gay dariam quase o que foi necessário para fazer os testes iniciais do DCA. Imaginem então do que poderia ser feito com os 2 bilhões de reais utilizados na desnecessária campanha contra a inexistente pandemia da gripe suína? Isto poderia financiar quatro vezes todo custo para viabilização do DCA como uma droga no combate ao câncer. Fontes: Site Oficial do Departamento de Pesquisa de DCA da Universidade de Alberta Life Little Misteries: Is a Potential Cancer Cure Being Ignored? Medicine.net: Why Drugs Cost So Much Fox News: Is Big Pharma Ignoring a Potential Cancer Cure? [Estudo] PubMed: Dichloroacetate (DCA) as a potential metabolic-targeting therapy for cancer. [Estudo] Science Direct: A Mitochondria-K+ Channel Axis Is Suppressed in Cancer and Its Normalization Promotes Apoptosis and Inhibits Cancer Growth [Estudo] Science Magazine: Metabolic Modulation of Glioblastoma with Dichloroacetate [Estudo] PubMed: Use of Oral Dichloroacetate for Palliation of Leg Pain Arising from Metastatic Poorly Differentiated Carcinoma: A Case Report (PDF)

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Quem Agita o Brasil e Por Quê?

Os protestos de rua no Brasil continuam. A maioria dos que se manifestam não pertencem a qualquer partido político e não são liderados por ninguém com quem as autoridades possam negociar para encaminhar solução para as demandas. Tudo começou com um grupo de descontentes da classe média e residentes das periferias mais pobres, ante um aumento anunciado nas tarifas do transporte público. As tarifas já eram altas e o novo aumento disparou a indignação de usuários de transportes públicos nas grandes cidades. No Brasil, os transportes públicos são objeto frequente de muitas críticas. Muitos brasileiros consomem um total de 5-6 horas diárias para ir trabalhar e voltar para casa. O descontentamento popular foi estimulado pela divulgação pelas redes sociais, como movimento que pareceu organizado, de muito material de propaganda sobre “gastos milionários de dinheiro público” para a construção dos locais e eventos da Copa do Mundo de Futebol, em 2014; e dos Jogos Olímpicos (de verão) em 2016. Cartazes escritos à mão apareceram nas manifestações, dizendo que nem todos os brasileiros vivem para o futebol e recordes olímpicos: “Queremos transporte público moderno, educação de qualidade, serviços de saúde e garantia de emprego”. Ouviram-se também gritos de luta contra a corrupção. O boom “esportivo” aparece quase sempre associado, na opinião pública, com corrupção no governo e “conexões mutuamente vantajosas” para membros do governo e empresas construtoras e círculos financeiros e empresariais em geral. Segundo as primeiras estimativas, as manifestações começaram com algo entre 300 e 500 pessoas que se manifestaram em torno de um “Movimento Passe Livre” (MPL). E os protestos prosseguem. (...) A convocação para os protestos surgiram em páginas anônimas de Facebook, que “mobilizavam” usuários de transporte público. A origem dessas páginas está sendo investigada, mas ainda não há informação segura, embora haja várias conjecturas. Por exemplo, no dia 19/6, a página brasileira de uma comunidade de “Direitos Humanos” publicou uma foto em que se via o proprietário da empresa, Mark Zuckerberg, exibindo um cartaz em que se lia “Não são os 20 centavos!” #ChangeBrasil!” São bem conhecidos os laços que unem o início da carreira empresarial de Zuckerberg, e a CIA. Os contatos foram muitos e sabe-se que a CIA financiou o início de seu negócio. Zuckerberg tem também contatos estreitos com a Agência de Segurança Nacional dos EUA [orig. U.S. National Security Agency (NSA)], os quais não são segredo para ninguém. Difícil acreditar que Zuckerberg tenha-se envolvido por iniciativa sua nos protestos no Brasil (e ainda mais difícil, que tenha passado, repentinamente, a preocupar-se com o preço dos transportes públicos por lá). Slogans de “luta para mudar” sempre são bem-sucedidos em campanhas em universidades e instituições de ensino superior. Estudantes sempre se apresentam como vanguarda na luta por direitos sociais e políticos. De novidade, agora, no caso do Brasil, que os manipuladores que operam nesses setores não conseguiram, até agora, criar lideranças centralizadas, em nenhum dos protestos de rua. Mas o modo como a inteligência dos EUA opera, esse sim, acaba de ser revelado por Edward Snowden: tudo faz crer que a atividade no Brasil e em vários outros países já esteja em andamento, tratada como os EUA tratam o que definem como “ameaça de nível elevado”. A contrainteligência brasileira e os serviços de investigadores policiais já trabalham para identificar quem se teria infiltrado nos movimentos do Brasil. Também se investiga o “uso hostil” das redes sociais. Mais de 80 milhões de pessoas são usuários de internet no Brasil; e 140 milhões usam telefones celulares. É claro que slogans construídos para desestabilizar o quadro sociopolítico no Brasil circulam nessas redes. E há também ONGs e agentes que operam através da embaixada dos EUA, como, igualmente, dos escritórios da USAID no Brasil – exatamente como em todo o mundo. Blogueiros brasileiros interessados em estudar as tendências das manifestações já observaram que só houve grandes concentrações populares em cidades nas quais operam escritórios de representação diplomática ou comercial dos EUA – na capital, Brasília; no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre, dentre as principais. Hoje, como se sabe, está operando no Brasil uma das maiores bases organizadas da CIA e da inteligência militar dos EUA, do mundo. O coordenador político dessas operações no Brasil é o Embaixador Thomas Shannon.[1] Pode-se tomar como fato absolutamente verdadeiro que o embaixador Shannon está ocupado em tempo integral com o “despertar o gigante sul-americano”. Os protestos de junho continuarão pelo mês de julho e, em grande medida, já começam a afetar a imagem que o Brasil oferecia ao mundo, de país bem-sucedido em seu projeto de desenvolvimento com orientação social. Em outubro de 2014 haverá eleições presidenciais no Brasil; a atual presidenta Dilma Rousseff é candidata a um segundo mandato. Nesse contexto, qualquer ação para desestabilizar seu governo é apresentada como tentativa dos adversários políticos, com olhos nas eleições: “Estão nos testando.” De início, as autoridades de alguns estados responderam com extrema dureza aos manifestantes. A presidenta Rousseff condenou o “uso de força excessiva” pelas Polícias Militares dos estados. Há muitos no Brasil que se opõem a “governos de esquerda” e sentem que, nos dez anos dos governos Lula da Silva e Dilma Rousseff “o regime corrompeu-se” e que, por isso, tem de ser mudado. Não admitem continuar afastados do poder federal por mais quatro anos. Ao analisar os eventos em curso no Brasil, mais de um cientista político brasileiro já comentou que a presidenta e seu governo foram colhidos de surpresa pelos eventos; que a presidenta teve de cancelar uma visita programada ao Japão. Depois de várias reuniões, com ministros e especialistas, a presidenta Rousseff adotou a única via de ação possível: uma rota de conciliação, não confrontacional que aqueceria ainda mais as paixões. Disse, essencialmente, que apóia os manifestantes. Em pronunciamento ao país, por televisão, disse que se orgulha de tantos brasileiros desejarem lutar por um futuro melhor para o país. Enfatizou que em nenhum caso admitiria que se realizassem eventos esportivos internacionais a custa de dinheiro público retirado de programas sociais. Na tentativa para conter a onda de protestos, Dilma Rousseff sugeriu que se realize um “plebiscito” cujas decisões orientarão uma reforma política de fundo a ser feita no país. O plebiscito deve levar, em momento posterior, à convocação de uma Assembleia Constituinte, com poderes para alterar amplamente a Constituição vigente. Todos esses planos enchem de preocupações as elites financeiras brasileiras. A oposição à presidenta Rousseff entende que “o projeto Lula-Dilma de modernização sociopolítica” nos levará na direção de um “regime populista” semelhante ao de Hugo Chavez. O governo Obama já está fazendo tudo que esteja ao seu alcance para impedir tal desenrolar. Hoje, está criando a Aliança Pacífica,[2] unindo quatro países da região – México, Colômbia, Peru e Chile – sob comando dos EUA. Do ponto de vista de Washington, a Aliança Pacífica, dentre outros efeitos, ajudará a limitar a influência do Brasil no hemisfério ocidental e criará “um poderoso contrapeso geoestratégico à expansão do Brasil”. Sob vários pretextos, o Pentágono está organizando exercícios armados conjuntos com países vizinhos do Brasil – Trinidad e Tobago, Suriname, Guyana e Peru. Na essência os EUA estudam um futuro teatro de operações militares. A 4ª Frota dos EUA patrulha as regiões do Oceano Atlântico próximas dos depósitos de petróleo da plataforma continental brasileira. Os EUA farão todos os esforços para enfraquecer os aliados e parceiros do Brasil na região, a começar por Venezuela, Equador, Nicarágua e Cuba. A reaproximação entre OTAN e Colômbia também se explica em parte como projeto para criar mais um “fator de pressão” sobre o Brasil. Os protestos continuam. Começam a aparecer também detalhes sobre as condições desumanas em que vivem as populações em torno dos estádios (dos antigos e dos que estão sendo construídos) e sobre a violência das “desocupações” e operações para “limpar” as áreas dos elementos considerados “perigosos”, com imagens sobre como as casas dos mais pobres estão sendo demolidas para construção de novas edificações, sem a necessária indenização aos proprietários anteriores. O governo central está tendo de responder por ações de governadores e prefeitos, autoridades locais. Os eventos no Brasil estão sendo acompanhados pela mídia ocidental em todos os detalhes. Cientistas políticos avaliam a ação das empresas locais de imprensa como operação deliberada para comprometer a imagem do Brasil e a capacidade do país para organizar grandes eventos esportivos internacionais. Não faltou sequer quem dissesse que a Copa do Mundo de futebol devesse ser cancelada, por o país não poder dar garantias de vida aos jogadores e torcedores. O que se viu agora, na “Copa das Confederações” pode ser considerado como ensaio geral do que se verá acontecer em futuros eventos esportivos no Brasil. Tudo para pressionar o país, em questões e interesses que nada têm a ver com esportes... Fontes: - Strategic Culture: Who is Shaking Up Brazil and Why

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Dan brown, autor de "O Código Da Vinci", Faz Declarações Assustadoras Sobre a Redução Populacional

Em entrevista concedida à correspondente da Rede Globo na Itália(veiculada no canal Globonews.), Ilze Scamparini, o escritor Dan Brown (dos sucessos "Anjos e Demônios", "O Símbolo Perdido" e, mais recentemente, "Inferno".) não se conteve e revelou às câmeras sua verdadeira face eugenista. Para quem não sabe, eugenia nada mais é do que uma espécie de sistema científico-filosófico derivado do evolucionismo que prega, resumidamente, a sobrevivência e o desenvolvimento da Civilização mediante algo chamado "higiene social" ou "evolução social". Que Dan Brown é o grande laranja à frente dos movimentos gnósticos modernos, não é muita novidade. Que ele tenha como função na Nova Ordem Mundial preparar a cabeça da população(o inconsciente coletivo.) para a falsa ideia de um descendente do Senhor Jesus Cristo habitando entre nós(para quem não sabe, a Bíblia aponta fortes evidências de que o Anticristo, aquele que seduzirá a todos e será abraçado pelo mundo como um presidente mundial, terá sangue semita.), também não é surpresa alguma. Todavia, o que me deixou perplexo foi descobrir que, agora, ele possui um novo papel na agenda global: popularizar a ideologia eugenista. Confesso que estranhei um bocado o fato de seu novo livro não apresentar a tradicional combinação "cristianismo e sociedades secretas", afinal, desde o sucesso de "O Código Da Vinci (fator decisivo para que Brown descobrisse sua galinha dos ovos de ouro.)" que ele não sabe o que é escrever algo que não envolva a fórmula citada acima. Sei que não foi a primeira vez. Dan Brown já se propôs, por exemplo, a fazer apologia à ufologia em seu livro "Ponto de Impacto"; porém sem obter o mesmo sucesso das aventuras de Robert Langdon. "Qual será sua nova cartada", eu pensava... Eis que, após sua participação no programa "Globonews Literatura", tudo veio às claras. Na entrevista, o cara de pau explica que o vilão do seu novo livro é um terrorista que tem por objetivo reduzir a população mundial mediante "métodos extremos" e, sem qualquer tipo de pudor ou constrangimento (evidentemente por ter uma grande cobertura...), solta na lata da jornalista que partilha dos ideais do principal antagonista de sua obra! Ilze Scamparini: A super-população do planeta é um problema tão grande quanto o senhor nos faz acreditar no livro(note que a repórter não pergunta se "é um problema", e sim se "é um problema tão grande". Ela já parte do princípio de que, de fato, é um problema.)? Dan Brown: Sim, é um problema enorme. "Inferno" é muito relevante para o mundo atual moderno (interessante jogo de palavras, não?). E meus leitores vão apreciar isso(alguma dúvida sobre a ideia principal a ser propagada entre o público?). É relevante porque a superpopulação é um problema que cruza todas as culturas, todas as línguas, todas as geografias do mundo (discurso tipicamente globalista.). É um problema que toda a população terrestre compartilha (outra frase deste tipo e podemos chamá-lo de "Ninrode".). É um problema que aumenta todos os dias (ou seja, o milagre da vida que acontece diariamente em toda Terra, segundo Dan Brown, é um problema que deve ser combatido. Toda criança que nasce, os nossos filhos e netos, são o tal problema que o escritor afirma aumentar a cada dia.). O que mais me interessou sobre a Peste Negra (pandemia que dizimou 1 terço da Europa na Idade Média. Aproximadamente 75 milhões de pessoas.) foi entender que a Renascença foi um resultado da Peste Negra (!!!!!!!!!!!!!). Foi somente após a queda drástica da população da Europa que a Renascença teve início (ou seja, o demente enxerga uma das maiores tragédias da humanidade, talvez o maior genocídio que já houve, como algo extremamente positivo; o grande salto de desenvolvimento humano ocorrido na História, a carta de alforria cultural das classes menos favorecidas, enfim; um evento que todos concordam ter sido mais positivo do que negativo à sociedade. Para Dan Brown, a Peste Negra deve ser celebrada, uma vez que, graças à ela, as doutrinas antropocêntricas defendidas e divulgadas tão ardorosamente por ele e seus mestres existem. Diante disto, eu pergunto: como não refletir sobre até que ponto aquela catástrofe foi natural ou não? Seria demais meditar na possibilidade de a Peste Negra ter sido um "HAARP da Idade Média"?). Zobrist(o vilão do livro.) vê isso, esse atual momento da História como um momento potencial para uma nova Renascença (ou seria "uma Nova Ordem"??? Lembrem-se de que quem fala é um aficcionado por códigos e joguinhos de palavras...). Um outro aspecto interessante aqui é o fato do vilão de "Inferno" ser um trashumanista. Se você, caro leitor, não sabe o que é, eu te digo: o transhumanismo é o segmento científico que, basicamente, trabalha com a ideia de implantes, adaptações e alterações cibernéticas no corpo humano que, como fachada, possui um discurso altruísta de melhora da Medicina e, consequentemente, da condição humana; sendo que, na realidade, esconde bizarras e assustadoras experiências envolvendo o desenvolvimento de uma nova espécie: um humano superior (ops, acho que voltamos a esbarrar no super-homem de Darwin aqui...). O vídeo pode ser visto neste link. Fontes: - Blog Unidos Contra o Mundo: DAN BROWN, AUTOR DE "O CÓDIGO DA VINCI", FAZ DECLARAÇÕES ASSUSTADORAS SOBRE A REDUÇÃO POPULACIONAL - Globo News Literatura: ‘Inferno’, de Dan Brown, foi inspirado na obra de Dante Alighieri - Fórum Anti-NOM: INFERNO - Dan Brown

A VERGONHOSA LEI LUCIANO HUCK

Vcs imaginam a possibilidade de a Michele Obama advogar? Pois, era uma grande advogada, antes de o marido ser eleito. Agora fica em casa, pois tem ética e pudor. Aqui, isso falta e MUITO. Luciano Huck contrata escritório da mulher de Cabral e ganha de presente decreto do governador que libera sua casa em Angra. Mais um caso escandaloso envolve o governador Sérgio Cabral e sua mulher Adriana Ancelmo. É mais uma situação em que um cliente do escritório de sua mulher é beneficiado pelo governador Sérgio Cabral. Desta vez envolve o apresentador da TV GLOBO, Luciano Huck. O artista tem uma mansão em Angra dos Reis, que foi construída de forma irregular e por isso responde processo movido pela Prefeitura do município. Luciano Huck contratou o escritório de advocacia da mulher de Sérgio Cabral e, coincidentemente (?), o governador assinou um decreto que liberou as construções em Angra dos Reis e na Ilha Grande. O decreto de Cabral é uma aberração tão grande, que ambientalistas o apelidaram de Lei Luciano Huck, porque beneficiou o apresentador. Hoje, o jornal Estado de S.Paulo publica a denúncia gravíssima (vejam abaixo). Mais uma denúncia que envolve negócios particulares da mulher de Sérgio Cabral com decisões tomadas pelo governador, que beneficiaram os clientes da esposa. Os jornais do Rio continuam ignorando o assunto. O Ministério Público, estranhamente diante de tantas evidências, denúncias e fatos comprovados, até agora não se manifestou. Os deputados vão pedir uma CPI para apurar a situação do Metrô que é cliente da mulher de Cabral e teve sua concessão prorrogada por mais 20 anos pelo governador. E isso é só a ponta do iceberg! Pois, aguarde que a situação é inusitada. AGORA, COMEÇA-SE A ENTENDER PORQUE O ESCRITÓRIO DE ADRIANA ANCELMO CRESCEU TANTO, DESDE QUE O SEU MARIDO SÉRGIO CABRAL ASSUMIU O GOVERNO. QUEM PRECISA DE CONTRATOS, DE DECRETOS, DE AUTORIZAÇÕES DO GOVERNADOR ENCONTROU O MELHOR CAMINHO, CONTRATAR O ESCRITÓRIO DE SUA MULHER. Amigos, repassem. E a nossa única arma. Temos que mudar nosso país. Como um país tão rico pode ser tão desigual? Desigual é pouco, o melhor seria dizer: CORRUPTO. Está cada vez mais difícil acreditar nas pessoas que se 'metem' na política e na gestão das coisas públicas deste país ! Leia a matéria no ESTADÃO ! http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,decreto-de-cabral-favoreceu-cliente-de-sua-mulher-em-angra,502671,0.htm

O perigo do detergente à nossa saúde

Os nossos avós e idosos em geral comentam que antigamente era difícil encontrar alguém com câncer. Parece ser uma afirmativa verdadeira. Na verdade, as pessoas naquela época usavam sabão comum para lavar os utensílios domésticos como pratos, talheres, copos e panelas. Hoje se usa o detergente que na sua composição contém vários produtos químicos, alguns deles, provenientes do petróleo, como o benzeno. Alguns cientistas já detectaram que os detergentes atuais são altamente cancerígenos, por isso, recomenda-se enxaguar bem os utensílios após lavagem com água. Muitas pessoas ao usarem detergente para lavar utensílios domésticos ficam com forte coceira nas mãos e nos dedos. Já imaginou esse produto sendo consumido diariamente e invadindo nosso organismo? Por que o uso desses produtos ainda não foi proibido pelos órgãos sanitários e de saúde? Porque sobram em excesso na cadeia petroquímica. As indústrias petroquímicas não têm onde desovar esses produtos. Logo, são adicionados nos detergentes. Detergente é cancerígeno. Detergente causa o câncer. Detergente provoca o câncer. O benzeno é um hidrocarboneto aromático, que em pesquisa, tem relação com vários tipos de câncer como do pâncreas, da boca, da mama, da próstata, do fígado, do intestino, colorretal, leucemias, linfomas, entre outros. Não existe limites seguros para sua ingestão. No ambiente existe o benzeno, decorrente de fumaça do cigarro, queima de combustível. Também encontramos nos refrigerantes, nas matérias-primas de produto como detergente, náilon e borracha sintética. Esse produto pode causar quebras nas fitas que formam a dupla-hélice do DNA, levando a mutações e a tumores. Quando entramos num bar ou num restaurante, a maioria dessas casas não enxaguam bem os utensílios como pratos, copos e talheres. Então, por exemplo, se você vai tomar aquele cafezinho no bar, na verdade você está tomando um suco de café com detergente. Veja o que vem no detergente: Linear alquibenzeno sulfonato de sódio, Lauril éter sulfato de sódio, tensoativos aniônicos, glicerina, coadjuvantes, conservante, 5-cloro-2 metilisotiazolin-3-ona, 2-metil-4 isotiazolin-3-ona, sequestrante, espessantes, branqueador óptico, corante, fragrância, entre outros. Na própria embalagem do detergente vem um alerta informando o consumidor a conservar o produto fora do alcance das crianças e dos animais domésticos. Lá também está escrito para não ingerir o produto, evitar a inalação, aspiração e contato com os olhos. Como se vê, devemos fazer uma campanha para alertar toda a sociedade diante desses perigos que invadem silenciosamente, todos os dias, os nossos lares. Refrigerantes com substâncias cancerígenas A ProTeste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) verificou em 7 marcas de refrigerante (em 2009), substância considerada cancerígena, o benzeno. Existe um limite de quantidade para seu uso: 5 microgramas por litro. Ele aparece através de uma reação do ácido benzoico com a vitamina C. A Sukita Zero , com 20 (µg) da substância, a Fanta light 7,5 (µg), níveis preocupantes, enquanto os outros cincos: Dolly Guaraná, Dolly Guaraná diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita encontravam-se abaixo, mas ainda assim, acima do permitido. Ações contra o benzeno nos refrigerantes Investigação do Ministério Público Federal a partir dos testes feitos pela PROTESTE quer evitar substância cancerígena nas bebidas. Como resultado dos testes realizados pela PROTESTE com refrigerantes que apresentaram benzeno, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento começará a analisar a presença dessa substância potencialmente cancerígena em refrigerantes. O Ministério Público Federal determinou a realização dessas análises a partir da atuação da Associação que detectou em dois de 24 refrigerantes analisados concentrações acima dos limites aceitáveis para o consumo humano. Mas em sete deles foram encontrados a substância. Atualmente não há testes oficiais para detectar o benzeno nas bebidas, tampouco limites estabelecidos na legislação - uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária de 2007 normatiza apenas os níveis de ácido benzoico (que, junto com o ácido ascórbico, se transforma em benzeno). O ministério, que registra e fiscaliza os alimentos no país, afirmou que está desenvolvendo em sua rede oficial de laboratórios uma metodologia de análise para detecção da substância em refrigerantes. A perspectiva é iniciar os trabalhos de validação do processo em 2010, mas ainda não há data para a implantação das análises de forma sistemática. A Anvisa informa que não há previsão de edição de resolução sobre o benzeno. Veja os Ofícios desses órgãos em resposta aos encaminhamentos da PROTESTE após divulgação dos testes em maio. O benzeno é resultado da reação dos ácidos benzoico e ascórbico (vitamina C) e está relacionado ao desenvolvimento de câncer. A substância foi encontrada em sete dos 24 produtos testados. Dois deles (Sukita Zero e Fanta Laranja Light) apresentaram concentrações acima dos limites aceitáveis para serem considerados próprios para consumo. Fernando de Almeida Martins, procurador da República em Minas Gerais, enviará ofício a Brasília para a realização do novo teste, cujo resultado será anexado ao inquérito civil público aberto em agosto. O procedimento laboratorial deve ser solicitado a uma universidade ou órgão competente. "Queremos confirmar os indícios trazidos pela PRO TESTE", afirmou o procurador. Se isso ocorrer, o MPF poderá ingressar na Justiça com uma ação civil pública ou tentar um acordo com os fabricantes para ajustes e substituições nos processos de fabricação. "Vamos agir pelo princípio da prevenção. Atuaremos para que refrigerantes com níveis altos de benzeno não estejam mais no mercado. Não aguardaremos a Anvisa ou o Ministério da Agricultura, que poderão ter iniciativas paralelas." Além da Sukita Zero e da Fanta Laranja Light, apresentaram benzeno as bebidas Fanta Laranja, Sprite Zero, Sukita, Dolly Guaraná e Dolly Guaraná Diet. A Anvisa - cuja resolução de 2007 libera o uso de ácido benzoico em até 0,05 g por 100 ml- e o ministério ,que registra e fiscaliza os alimentos no país, além das empresas Coca-Cola, Ambev e Dolly, foram notificados para prestar esclarecimentos sobre o benzeno e também sobre a presença de corantes artificiais como o amarelo tartrazina --relacionado a alergias-- e o amarelo crepúsculo --ligado a hiperatividade em crianças. Ambos são permitidos no Brasil em pequenas quantidades, mas já foram proibidos em outros países. Tradução: MyBB Brasil - Fórum Software por MyBB, © 2002-2013 MyBB Group.