Fazer o que Deus quer e querer o que Deus faz = Felicidade eterna O grande segredo da vida é saber administrar as perdas (Pe Léo) "O homem deve ler a bíblia para ser sábio; crer na bíblia para ser salvo e praticar a bíblia para ser santo."
terça-feira, 20 de agosto de 2013
O que está acontecendo no Egito?
O mundo árabe acordou! A globalização, especialmente pela internet, é uma das causas desse fenômeno, do qual é difícil de prever os desdobramentos. Em alguns países, os ditadores foram depostos, como no Egito; e na Síria a pressão popular é forte para derrubar o governo. O Egito é o maior e mais importante país árabe, com 85 milhões de habitantes. O povo nas ruas derrubou Osni Mubarak (11/2/2011), que era apoiado pelos generais fardados. Foi eleito um representante do movimento radical islâmico, a “Irmandade Muçulmana”, Mohamed Mursi (18/6/2012), engenheiro que implantou, no Egito, um governo islâmico conduzido por leis do Corão ou Alcorão. Em 26/12/2012, Mursi aprovou uma nova Constituição redigida apenas por muçulmanos mais radicais e aprovada em um referendo.
Isso provocou a ira dos generais de linha dura que não aceitam um governo islâmico, porque o consideram um fator de atraso; querem uma sociedade mais moderna, como na Turquia, por exemplo. Já são centenas de mortos (mais de 900) por causa da deposição do Presidente eleito Mursi, da Irmandade Muçulmana. Na verdade, o confronto dos militares e a facção muçulmana vêm desde a década de 50.
Está cada vez mais difícil os dois lados sentarem-se a uma mesa de negociação. A Irmandade Muçulmana é forte, tem o apoio de, pelo menos, 20% do povo e 5 milhões de militantes radicais. Acreditam seus adeptos que morrer nesta luta é ser mártir. Como não gostam do Cristianismo, esses radicais estão também perseguindo e matando cristãos, incendiando as igrejas cristãs coptas [cerca de 50], a qual conta com 10% de adeptos na população. Os cristãos são vistos como aliados dos militares, e por isso são perseguidos. Rezemos por eles.by Professor Felipe Aquino
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